O Poema eu sei que Vou te Amar Inteiro
Ai de mim
Ai de mim
Quem me dera
Ser sincera
Ai de mim
Quem soubera
Quem eu era
Ai de mim
Quem deveras
Compreendera
Ai de mim
Quem me dera
Quem deveras
Me amou.
Essa sou eu
Eu sou ela.
Às vezes me vejo e não a reconheço em mim e nem nos outros.
Sou múltiplas e uma só.
Há um conflito do que sou, de quem desejo ser, do que nunca fui ou gostaria e do que serei (a partir de minhas escolhas ou para onde a maré das circunstâncias me levar).
A mim, cabe viver o eu de agora. Perdoando e acolhendo a mim mesma, na alegria e na tristeza, nas frustrações e realizações…
As derrotas, acolho-as também. Acolho tudo. Cada coisa, menor ou maior, boa ou ruim, sedimenta quem sou e quem serei.
Vivo em mim agora. Depois, talvez.
Eu tenho fome de justiça social
Eu tenho fome de afeto
Tenho fome de amor
Tenho fome de prazer
Fome de alegria
Fome de cores
Odores
Sabores…
Tenho fome
Sinto sede.
WJAC / MD
Reconheço e vejo a Tua bondade e misericórdia cercando-me por todos os lados. Para onde quer que eu vá, elas me seguem como amigos fiéis e inseparáveis. Não há como não Te amar.
"Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida, e habitarei na casa do Senhor por longos dias." - Salmo 23:6
Se ao final da minha vida eu olhar para trás e perceber que inspirei pessoas a se tornarem melhores, e que pelo menos uma delas aprendeu a amar Jesus, minha vida terá valido a pena.
"E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará." - João 8:32.
Tão enigmático ver uns possuírem tudo e não terem nada. E eu, que nada tenho, possuo tudo. Tão programático é o paradoxo da vida.
"Como entramos neste mundo sem nada, dele também nada podemos levar." (1 Timóteo 6:7)"
Eu me desnudo sem medo de cair, sem rede de segurança, sem véus para esconder. Minha alma é um abismo, profundo e escuro, onde apenas a verdade pode respirar.
Eu me exponho, como uma ferida aberta, sem curativos, sem disfarces, sem medo de sangrar. Meu coração é um grito, um berro de silêncio, um sussurro que ecoa, sem palavras para dizer.
Eu sou a minha própria sombra, a minha própria luz, a minha própria verdade, sem filtros, sem disfarces. Eu me desnudo, para me encontrar, para me conhecer, para me amar. Sem máscaras, sem véus, apenas a minha essência.
Eu me exponho, como um rio que flui, sem margens, sem fronteiras, apenas a corrente da minha alma. Meu ser é um espelho, que reflete a verdade, sem distorções, sem sombras, apenas a luz da minha existência.
Eu sou a minha própria criação, a minha própria destruição, a minha própria redenção, sem culpa, sem pecado. Eu me desnudo para me libertar, para me soltar das correntes que me prendem, das sombras que me cercam.
Eu sou a minha própria liberdade, a minha própria prisão, a minha própria escolha, sem medo, sem arrependimento.
(“Nudez”, de Douglas Duarte de Almeida)
Quem sou eu para escrever o que escrevo?
Escrevo há vinte anos. Para jornais, para sites, para quem quiser ler.
Há quinze anos, vivenciei a prática: atuei em associações culturais, comunitárias, presidi grêmio estudantil, estive em movimentos sociais — inclusive na luta LGBT — e comuniquei, com voz firme, em rádio comunitária.
Trago na pele e na palavra a marca das experiências políticas e ideológicas que atravessam minha existência desde sempre.
Tenho 38 anos de vida. E esta é, talvez, minha maior formação.
Sou inquieto. Busco, pesquiso, observo, anoto.
Gosto do que é difícil de compreender — não por vaidade, mas por necessidade. Porque há beleza no que exige mais da mente e do sentir.
Não temo a sombra: ela é natural.
Não fujo do vazio ou do silêncio: convivo com eles. E sei que são territórios que só os corajosos atravessam sem desviar os olhos do espelho.
O que escrevo nasce disso tudo.
Da coragem de pensar.
Do risco de sentir.
Da ousadia de encarar o que muitos evitam.
Meu Desejo, Meu Sistema
Se eu tivesse um recurso,
não ergueria muros, nem prédios altos.
Eu compraria um pedaço de chão,
onde o céu pudesse dormir comigo.
Não sonho com domótica,
nem com a pressa das avenidas,
mas com o cheiro de terra molhada
e a conversa das folhas ao vento.
Queria um sítio não de fuga,
mas de reencontro.
Onde as frutas amadurecem com o tempo
e não com o código de barras.
Onde o galo me acordasse,
e a fome fosse saciada
com o que as minhas mãos tocassem:
milho, couve, mel silvestre.
Queria ouvir o canto das aves,
e não os alertas do celular.
Queria cochilar no embalo das árvores,
não no zumbido das máquinas.
Sonho com um lugar onde eu possa pertencer
e não apenas funcionar.
Onde viver não seja resistir,
mas florescer.
E se um dia o mundo voltar pra si,
quero estar ali
plantando, colhendo,
e sendo só...
ser.
Mas construíram torres com fios e luz,
prometeram o paraíso em telas,
a palavra virou dado,
o afeto notificação.
Chamaram de avanço,
mas esqueceram os passos de quem varria o chão,
de quem atendia com voz quente
e sorriso invisível no balcão.
As máquinas chegaram.
Tão velozes, tão eficientes,
mas frias,
jamais perguntarão como foi seu dia.
A inteligência é artificial,
mas a ausência é real.
O robô trabalha sem descanso,
mas ninguém pergunta
quem perdeu o sono e o salário.
A utopia foi vendida em pacotes de dados,
mas não coube no prato de quem sonhava
com um mundo menos duro.
E enquanto os donos do código brindam no alto,
lá embaixo,
um silêncio automático responde ao desemprego:
"Desculpe, não entendi sua solicitação."
A falta de consciência revela os desejos mais profanos do ser humano.
A única diferença é que eu tenho as mesmas intenções com ou sem consciência.
O DIREITO
Eu tive a liberdade de escolher o que eu quero, mas o Direito decidiu que eu sou a escolha dele!
Pra mim não é o fim
Não acabou
E essa dor um dia
Vai me fazer entender
Que eu estou
Perto do que amo
Que quando somo
É pensando em dividir
E mesmo assim
Entendo que só restou
Pra mim o que não quis
Pra você
Portanto fique com o que não se vê
Mas faça de você
O melhor que puder
Siga seu caminho com seus velhos planos
E passe um pano no que passou
Vai ser mais fácil pra você
Compreender quem você é .
Esse ano eu quero poemas orgânicos
Sem mistura trans nos versos
Quero uma poesia feita de linhaça
Cheia de prosa e caloria equilibrada
Quero proteínas nos meus versos
Quero uma poesia natural
Feita de arroz de integral
Tão doce como rapadura
Pra botar nos meus sonhos de laranja
Cenoura e beterraba nos meus versos
Que seja escrita em papel reciclado
E de verdade não tenha Gluten nem outras besteiras
E no entardecer um gole de propolina
Pra deixar mais linda a metáfora
Espinheira divina na minha palavra
Gengibre e semente de chia nos meus versos
E que seja eterno o poético
Que o poético não seja enlatado
Envenenado por conservantes
Maquiados de tanta gordura.
Eu me sinto sortudo ao topo dos seus dedos quando você toca minhas bochechas e se virar para os carinhos, então meu mundo inteiro cai: é muito fácil amá-la. Eu sou muito fácil para você. Embora ainda haja paredes que nos separam e guerras que se fecham, então sinto sua respiração no meu pescoço e sua boca molhada na minha pele. E eu envolto de amor por não saber... Lanço-me e quase me devolvo aos infernos antigos.
Minha língua atinge o céu da boca quando pronuncio a primeira sílaba do seu nome e depois é uma inclinação inferior do seu amor, como se ele fosse meu, ao ponto de consumir tanto a vontade, mas por sabedoria de não possui-lo rasgo-me em sanidade, sendo fortalecido ao ponto de guerrear só para esperar você vir. E se em qualquer lugar seu amor é um benefício. E o que deve ser meu, estou procurando. O que vem, colhendo. Eu não mato nada que já exista ou o que morre na estrada do enterro, mas qualquer dia juro que te leio como um belo poema sobre as estrelas em um campo verde em uma noite como essa, em uma sensação infinita que estarei caindo sobre o universo em uma inversão para baixo.
te quero a ponto de ter paciência.
Promessa
Eu te fiz uma promessa, promessa que não te deixaria, em momentos felizes e ruins eu estive presente, porque é isso que a gente faz, quebramos e concertamos... O momento não foi perfeito, quanto eu imaginei e fiz planos para ficar com você, mas isso não é e não foi o mais importante. Eu fiz uma promessa. Vir-te criar suas asas de independência e depois voar, livre e feliz através de um horizonte que eu e você desenhamos. Hoje coloco a se repetir pela milésima vez e em todas as tentativas eu fui feliz, feliz por saber que você e eu fomos merecedores do que vivemos...
Eu sou adepto na arte de estar bem, mas por trás da minha fachada há um oceano de tristeza que ninguém jamais viu. Sentado sozinho em um quarto escuro, ouço minha música preferida, deixando-me inundar pela melancolia das notas.
As lágrimas silenciosas percorrem meu rosto enquanto as memórias dolorosas se desdobram diante de mim. Eu dominei o ofício de esconder meus problemas, mas sob a luz suave das velas, minha verdadeira angústia se revela. Cada acorde da música ressoa em meu coração partido, ecoando a solidão que eu escondo tão bem.
Minhas habilidades são uma máscara habilmente pintada, como uma tela de acrílico, óleo e aquarela que esconde a escuridão por trás de um sorriso falso. Posso pintar sobre quase tudo, mas a tristeza que habita em mim é imune à minha arte de camuflagem.
Você nunca vai saber quão tarde eu acordei ontem à noite, ou por quê. As noites se estendem indefinidamente, enquanto eu luto contra os demônios que me assombram. Meus olhos piscam como as velas que queimam lentamente, mas você não consegue ver a tormenta que está por trás deles. Você não poderia ver, porque eu sou bom demais em esconder minha dor.
Eu também posso dançar, valsando minhas tristezas, mas cada passo que dou na ponta dos pés é um esforço para evitar afundar na escuridão. O público aplaude de pé toda vez, aplaudindo o espetáculo, mas não percebe a agonia que se esconde sob os movimentos graciosos.
Eu sou muito talentoso, você vê, em esconder o que realmente sinto. Mas meu ato de desaparecimento é o meu favorito de todos os tempos. Ainda estou aperfeiçoando, desaparecendo mais fundo na escuridão a cada dia. Um dia destes, vou te mostrar como eu escorrego, escorrego, escorrego para longe da realidade, ausente, perdido na minha própria tristeza.
Por quê gosto de você?
Talvez eu devesse começar a responder essa pergunta no momento exato em que lhe conheci há algum tempo. Pessoa carinhosa, meiga sincera, amiga, inteligente, sensível, certamente eu teria imensa dificuldade de dizer em poucas palavras tudo aquilo que você representa em minha vida. Nem mesmo a eternidade vale um pedacinho da sua amizade, minha doce e inesquecível amiga.
Pedra preciosa que entende não ser necessário mostrar suas inúmeras virtudes em público, pois tem ciência que o vidro brilha maravilhosamente diante do sol, porém o ouro fascina ainda que dentro
de um cofre. Não precisamos questionar o que vale mais. Admiro suas inúmeras qualidades, seu modo de ser, agir e pensar. Não julgo, ainda mais pelo que vejo, mas afirmo pelo que sinto com o coração.
Você é um recanto inesgotável de amor, alegria e entusiasmo. És sonho difícil de acreditar que se tornou realidade. Pessoa magnífica, estrela-guia em que repousa a paz. Um oásis de beleza rodeado de pássaros que atendem por diversos cognomes: magia, delicadeza, educação, pureza, firmeza, sensualidade, mistério, fascínio.
És assim... linda por inteiro. Se me perguntarem um dia quem é você, responderei sem receio de errar: imagine um campo florido, o sol brilhando, céu azul, o mar ao fundo em degrade com o céu. Pessoas
sorrindo, cantando, pulando de alegria. Imaginou? Isso é um dedinho dela, eu diria. É tão difícil descrever pessoas como você...tão especiais. Mas pelo menos me esforço... e espero que eu consiga demonstrar o quanto você é importante para mim. Assim como és por demais especial para todos que a cercam.
Logo tu
Logo tu que eu nunca beijaste
Poderia fazer-me permutar
Qualquer instante mais íntimo
Por um só de seus abraços
Tormento que a cada minuto
Sufoca minh´alma ao visitar-me
Quando apenas estou latente
E desperto, fingindo-se ausente
Ao fazer-me sonhar acordado
Tu que assolas qualquer coração
Perturbando a paz de outrora
Sequer entende o nobre sentimento
Ultrajando quem tanto lhe adora
Hoje eu só quero ficar sozinho,viajar no rio da minha alma,quebrar as ribanceiras de concreto que as mãos humana me puseram.
Deixar escorrer todas as águas do meu pranto,deverás densas e pesadas como o bronze.
Quero enxergar o sol resplandecer,a onde as nuvens negras tentam esconder.
Hoje eu só quero me libertar do pesso da vida e me sentir leve como uma pluma.
- Relacionados
- Frases de quem sou eu para status que definem a sua versão
- Poemas que falam quem eu sou
- Poemas Quem Sou Eu
- Quem sou eu: textos prontos para refletir sobre a sua essência
- Poemas para o Dia dos Pais (versos de carinho e gratidão)
- Eu sou assim: frases que definem a minha essência
- Poema de Amor Verdadeiro
