O Poema eu sei que Vou te Amar Inteiro

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Saudades...

Um colo era tudo que eu queria.
Apenas para te contar
como foi o meu dia.

Desabafar.
Chorar até esvaziar
essa solidão.

Depois, na calma do seu cheiro,
amando até os átomos
do que você é feito.

Minha peça de carbono,
minha kriptonita...

Eu vou me achar
em toques e beijos
até a poesia amanhecer.

Deixa eu me acabar em você.
É melhor do que viver
na tristeza de não poder te ter.



Andrea⁠

Estamos vivendo um fenômeno psicológico e social gravíssimo, e eu digo gravíssimo, porque destrói o caráter do indivíduo sem que ele sequer perceba!


Primeiro vem a dessensibilização. A pessoa se acostuma ao estímulo, repete, repete, repete… e pronto: já não sente nada. Não percebe quando fere, quando humilha, quando atravessa limites morais! A mente se torna cauterizada, como uma ferida que queimaram para não sangrar mais — e com isso perde a sensibilidade, perde a noção do outro!


Depois, meus amigos, aparece o monstro da dissonância cognitiva. A pessoa age errado, sabe que é errado, mas para não enfrentar o espelho, justifica!
Todo mundo faz isso!
É normal!
Não tem nada demais!


E assim vai surgindo a racionalização, uma fábrica interna de desculpas. A mentira repetida vira verdade. A contradição vira coerência. E o comportamento errado passa a ser aceito, reforçado, defendido!


E não para por aí! Hoje encontramos aos montes pessoas tomadas por falta de empatia, por desumanização. O sujeito vive tão centrado em si mesmo — um egocentrismo hipertrofiado, uma verdadeira metástase do “eu!” que o outro deixa de existir, deixa de ter importância, deixa de ser relevante!


E aí entramos no processo de moldagem do comportamento:
Se ganha algo - dinheiro, poder, atenção repete!
Se não há punição moral - culpa, vergonha, consequência - repete!
E o comportamento se torna automático, cristalizado, permanente!


E enquanto alguns chamam isso de “mau caráter”, eu digo com todas as letras: tem nome! Tem diagnóstico!


Chama-se TRANSTORNO DE PERSONALIDADE ANTISSOCIAL, meus caros!
Eu disse e reafirmo: TRANSTORNO DE PERSONALIDADE ANTISSOCIAL!


E isso não é brincadeira, não é ironia, não é exagero.
É ciência. É psicologia.
É a realidade nua, crua e preocupante da sociedade contemporânea.


E deixo aqui meu alerta!

Eu amei — e afirmo sem hesitação — amei com a inteireza de quem compreende que certos fenômenos da experiência humana não se submetem à trivial aritmética do tempo.
Dizem: acabou.
Permitam-me a devida vênia lógica — não acabou.
O que eventualmente se extingue é a configuração circunstancial do vínculo, jamais o fenômeno afetivo em sua inscrição psíquica profunda.
O amor, quando autêntico, não é evento episódico; é estrutura.
Não é mera contingência emocional; é ocorrência real, empiricamente verificável na consciência.
Pode cessar a convivência.
Pode dissolver-se a proximidade física.
Pode, inclusive, o silêncio ocupar o espaço outrora preenchido pela presença.
Mas o amor — o amor verdadeiro — não se submete à categoria vulgar do ‘foi’.
Porque aquilo que verdadeiramente é não se converte em nada por simples decurso temporal.
O que muitos chamam de fim é, na verdade, limitação perceptiva.
É incapacidade metodológica de distinguir entre a cessação do fenômeno relacional e a permanência da marca afetiva.
E aqui reside o ponto nevrálgico:
O amor constitui fenômeno real cuja projeção na consciência não apresenta, em si mesma, termo final intrínseco necessário.
Negá-lo é confundir transformação com inexistência.
É tomar a mutação da forma pela aniquilação da essência.
E isso — permitam-me a franqueza — não é rigor lógico.
É apenas imprecisão interpretativa.

Quando eu contava cerca de sete anos de idade, vivi um episódio singelo na forma, mas profundo em suas consequências. Havia, nas cercanias de minha infância, um homem dado à intriga fácil, desses que fazem da palavra instrumento de desordem. Num instante de impaciência, ainda imaturo, nomeei-o pelo que me parecia ser: fofoqueiro.


A palavra, uma vez proferida, não se dissipa — retorna. E retornou. Chegou aos ouvidos de minha mãe, que, sem hesitação, aplicou-me a devida correção.


Não foi a dor que me marcou — pois essa é efêmera. Foi a intenção pedagógica, precisa, quase cirúrgica. Minha mãe não punia por ira, mas por princípio. E suas palavras ecoam até hoje com a força de um mandamento: “Respeite os mais velhos.”


Naquele tempo — e aqui não falo com saudosismo barato, mas com senso histórico — o respeito não era tema de debate, era prática cotidiana. No transporte público, por exemplo, não havia hesitação: a presença de um idoso bastava para que nos levantássemos. Não por obrigação legal, mas por formação moral.


Éramos moldados sob a égide de limites claros. Havia hierarquia. Havia disciplina. Havia, sobretudo, a compreensão de que viver em sociedade exige contenção do ego e consideração pelo outro.


O que observo hoje, entretanto, é uma perigosa diluição desses fundamentos. Confunde-se liberdade com ausência de freio. Exalta-se o indivíduo em detrimento do coletivo. E o resultado é visível: uma erosão silenciosa do respeito, da paciência e da responsabilidade.


Não se trata de nostalgia — trata-se de estrutura. Nenhuma sociedade se sustenta sem pilares. E pilares como respeito, disciplina e responsabilidade não são acessórios: são indispensáveis.


A pergunta, portanto, não é retórica — é urgente:


que tipo de caráter estamos formando… e que tipo de sociedade estamos autorizando a existir?

Entre o que faço e o que sou

Hoje eu machuquei a mim mesmo
pra sentir na pele,
pra ver se ainda existo.

Como um masoquista,
buscando um sinal de existência
além do que entrego.

Porque ajudar virou língua materna,
e eu já não sei falar comigo
sem traduzir tudo em cuidado.

Eu me pergunto:
quem sou eu
quando ninguém precisa de mim?

Quando o silêncio não pede escuta,
quando não há dor pra organizar,
quando não há ninguém
na beira do abismo?

Sou eu…
ou sou só a ponte?

Carrego nomes, histórias,
fragmentos de gente
que deixaram pedaços em mim
como quem passa e não volta.

E no fim,
quem junta os meus?

Disseram que o caminho
é seguir em frente,
mas ninguém explicou
como voltar pra dentro.

Qual estrada leva a mim
sem passar por outro primeiro?

E se eu chegar lá,
nesse tal de “eu”,
vai ter alguém esperando?
Ou só o eco
de tudo que fui pros outros?

Tenho medo de ser abrigo
e nunca casa.

Tenho medo de ser caminho
e nunca destino.

Mas hoje…
no meio desse ruído quebrado,
percebi algo pequeno
quase imperceptível:

eu ainda sinto.

E talvez isso
não seja só dor.

Talvez seja um resto de mim
que não foi embora,
uma sombra
carregando um fio de luz.

E se ainda há resto,
há começo.

Mesmo que lento.
Mesmo que torto.
Mesmo que só.

Ou talvez…
não seja solidão.

Talvez eu tenha me escolhido
pela primeira vez
e chamado isso de vazio,

quando, no fundo,
era só um silêncio seletivo
pra ver os outros crescerem

enquanto eu
ainda aprendia
a nascer de novo,
como quem encontra
um desconhecido no espelho.

Aprendendo a existir
sem precisar caber
em alguém.

E hoje,
quando me machuquei
e percebi que ainda sentia,

não foi só dor.

Foi como lembrar
que existe luz
mesmo no lugar
onde eu me perdi.

E pela primeira vez,
eu não corri.

Fiquei.

E talvez…
seja isso começar:

não me abandonar
quando só resta
eu

Hoje eu entendo que a maior dor não é a morte.
É o que a gente deixou de dizer enquanto havia tempo.


A partida de um pai não leva só um homem.
Leva conselhos que ainda seriam dados, abraços que ainda seriam necessários, olhares que diziam mais do que palavras.


A gente cresce achando que nossos pais são eternos.
Que sempre haverá um amanhã para conversar, para perdoar, para agradecer.


Mas a vida não espera nossos acertos emocionais.


E quando parte…
fica o silêncio.
Fica a lembrança.
Fica o “se eu tivesse dito”.


Hoje eu aprendi algo que dói, mas ensina. Eita pesado !!


Valorize enquanto respira.
Abrace enquanto está quente.
Perdoe enquanto a voz ainda responde.


Família não é perfeita.
Amigos falham.
Nós falhamos.


Mas a ausência é definitiva.


Não espere um velório para reconhecer valor.
Não espere um leito de hospital para dizer “eu te amo”.
Não espere a perda para entender a importância.


A vida é frágil demais para orgulho.
Curta demais para indiferença.
Imprevisível demais para deixar amor guardado.


Se você ainda pode ligar para seu pai, sua mãe, seu amigo…
Ligue.


Se pode resolver algo…
Resolva.


Porque depois da partida, o que fica não é o dinheiro, não é o status, não é a razão.


O que fica é o amor ou a falta dele.


E isso ecoa para sempre.


By Evans Araújo.


Em memória de Raimundo Edmundo leite

Hum... Hum... Hum...!!!
Você me surpreende.
As vezes não me da prazer.
O que você quer que eu faça.

O sabor do vinho está na sua boca.
Você deita, eu participo de sua sedução.
Seu prazer, seu jogo.
Olhos fechados pra te pegar.

Onde quer que eu vá...
Seja longe ou perto.
Você esta perto de mim.
O que você quer que eu faça.

O sabor doce amargo do seu beijo.
Você me surpreende as vezes me da prazer.
Fico pensando em nós dois.
Você é assim um sonho para mim.

Quando a noite chegar.
Você fica comigo?
Se a lua for à única fonte de luz.
Não, eu não terei medo.
Apenas fica comigo.

Se o céu for cinza, não tenha medo.
Desabar e cair nos seus braços.
As montanhas caminham rumo ao mar.
Não, eu não vou derramar uma lágrima.
Apenas quando você ficar fique comigo?

Sempre que você estiver em apuros, fica por mim.
Ah! fique comigo?
Oh! Você não vai ficar agora?
Fique comigo?
Então vai embora!

Espelhos de Outro Tom

Eu sempre fui de observar o que não é dito,
De buscar nas entrelinhas o que o mundo ignora.
Acredito que o crescimento é um rito,
Que se faz de dentro para fora.

​Não me perco em conversas rasas ou vãs,
Prefiro o peso de um pensamento bem posto.
Sou feito de ideias, de manhãs sãs,
E de encontrar o novo no que já foi exposto.
​Vejo no tempo esse mesmo chão compartilhado,
Um gosto pelo que é denso, real e profundo.

Como se o universo estivesse ligado,
Ao mesmo tom de vibração que eu busco no mundo.
​Sou um eterno aprendiz da própria jornada,
E noto que o universo também traça esse caminho.
Pois a melhor companhia, nessa estrada,
É quem sabe ser inteiro, mesmo estando sozinho.

Senhor, Tu que sondas o coração e enxergas o que está oculto aos meus olhos, eu entrego a Ti todo laço, armadilha e plano feitos nas trevas contra mim. Desmancha qualquer cilada antes que ela se arme. Guarda meus passos, minha mente e minha casa. Que a Tua luz revele o que precisa ser revelado e que a Tua mão me sustente e me livre. Amém.
Rosinei Nascimento Alves
Ótimo dia!
Deus abençoe sempre 🙏🏾
Tenhamos fé!

Declaração de amor e desejo!

Eu vim para roubar seus beijos
Quero te dar todo meu prazer
Realizar todos os seus desejos
Darei o amor que mereces ter!

De suor inundar cada poro seu
e sugá-los para saciar essa sede
Da sua pele vestir o corpo meu
Te possuir com muita vontade!

E daremos voltas pelo universo
do prazer, conheceremos todos
os lugares que nosso amor nos
levar, até o êxtase mais intenso!

Declaro que te amo e te desejo
Vem, amor, te quero para ontem!

"Eu ainda estou aqui, porém não sou mais aquela garota bobinha,

nem gosto mais de chorar! Agora sou simplesmente uma mulher,

mas eu ainda gosto de te amar!"

Você ficou aqui
sempre comigo,
sofreu do meu
lado, mais que
tudo, eu te amo.
O seu amor é
verdadeiro,nele
não há engano!!

É do seu sorriso, desse seu jeitinho que eu sinto falta...
Será que meu coração vai suportar tamanha saudade de Você!!!
Marta Gouvêa

⁠Insuficiência,
E a culpa é minha,
Eu não aguento mais,
Eu só queria que meus pensamentos ficassem em silêncio,
Eu queria dar um reset na vida,
A intensidade me corrói,
Ninguém me aguenta,
Ninguém fica,
Eu só queria que tudo isso acabasse,
Mas, me falta coragem,
Se não faltasse,
Talvez meu peito não chorasse mais,
Às vezes não é só texto,
É um pedido de ajuda,
Mas, quem é capaz?
Dói demais,
Essa insuficiência insuportável,
Me sinto insignificante,
A insegurança bate forte,
Eu só quero fugir da realidade,
O que não resolve,
Mas, a dor é tanta...

Eu penso em falar,
sou o que quer,
ajo como sou,
mas eu sou quem quer?

Me dita monstro,
Monstro não sou,
Mas monstro reconheço;
Pois dele sou vinda.

Seu jeito faz quem sou,
Sou triste pelo jeito,
Jeito esse sou,
De querer amor seu,
e não despeito.

Sou inocente,
sei que não sente,
mas sente quem eu sou,
E não acha coerente.

Amor sou,
Não sei do seu,
Mas sou mais,
Do que poderia dar.

Antes do primeiro passo, já havia um propósito.
Antes da minha voz, já havia um chamado.
Eu não caminho por acaso — eu caminho porque fui escolhida.
— Lílian Arriel

Carrego marcas de lutas, mas também carrego a certeza do céu:
eu fui escolhida por Deus para viver algo que vai além do que os olhos podem ver.
— Lílian Arriel

Eles rotularam. Deus chamou.
E a voz dEle define quem eu sou.
— Lílian Arriel

Eu já duvidei de mim, já me senti pequena diante de tudo que disseram…
Mas Deus nunca mudou o que pensava ao meu respeito.
Hoje eu entendo: não era sobre ser aceita pelos homens,
era sobre ser escolhida por Ele.
— Lílian Arriel