O Poema eu sei que Vou te Amar Inteiro
"Eu sou só o palco em que desfilas.
Eu sou a escuridão, para que você seja a luz que brilha.
Serei palavras soltas, para que meus pedaços você os una e recite poesia.
Serei tristeza, para que sejas alegria.
Serei a carne, para que me sangre com sua lâmina fria.
De bom grado, serei a morte, para que sejas vida.
Serei a seca, para que você seja a chuva por sobre as pradarias.
Farei-me efêmero, para que tu se eternize em minhas escritas.
Entre modas, sonhos de bodas, palavras não ditas.
Alianças derretidas.
Palavras, promessas, juras vazias.
Sentimentos, olhares, mulheres malditas.
Percebi que sou nada, além do palco em que tu, amada minha, desfilas..."
Disseram que eu deveria ser firme, previsível, inteira.
Mas escolhi ser movimento.
Entre certezas prontas e verdades impostas, prefiro a dúvida que ensina e o caminho que se refaz.
Não carrego o passado como âncora, nem o futuro como promessa.
Aprendi que existir é atravessar, não permanecer.
O erro me molda mais do que o acerto, porque nele há aprendizado, humildade e humanidade.
Não busco aplausos, nem lugares de destaque.
Meu valor está na travessia silenciosa de quem entende que chegar nem sempre é o objetivo.
Há beleza em não possuir, em não reter, em não se prender.
Enquanto o mundo cobra perfeição, escolho transformação.
Enquanto pedem raízes fixas, escolho asas conscientes.
Desapegar não é descuido, é maturidade.
É saber que algumas coisas passam porque cumpriram seu papel.
No fim, não sou feito de certezas,
sou feito de escolhas.
E a mais honesta delas é continuar mudando.
"Na noite, eu rogo para que toda estrela despenque do firmamento e, para cada uma, eu possa pedir você aqui comigo.
Eu choro, imploro para que Deus me livre desse amar, meu eterno castigo.
Demasiada punição, amar quem não me ama, eterno martírio.
Amá-la, amada minha, é demasiado sofrido.
Quando Deus, por sobre os céus, me impôs o amor a você, passei a invejar a cruz e o sofrimento do próprio Cristo.
O que fiz? Indaguei-me na madrugada, não merecia, não mereço isso.
Eu sou calor, amor, erupção; ela é indiferença, ódio, o frio.
Uma vez e outra, mais uma e numa, ama-lá mais que eu, de novo.
A morte, ante amá-la, seria livramento, mas de ti não me livro.
Leio uma, duas páginas, um trago, uma caneta, te registro em meus escritos.
Queria apagar-lhe do de minha vida, o livro.
Bem da verdade, eu minto, eu finjo.
Tento me livrar de você e não consigo.
Pois, na noite, eu rogo para que toda estrela despenque do firmamento e, para cada uma, eu possa pedir você aqui comigo..."
Muitos me perguntam porque eu tive 3 filhos autistas?
: você acha que foi um erro?!
para Deus foi planos perfeitos!!!!
todos tem suas próprias limitações e dificuldades
sempre fui boa em matemática até descobrir que ser boa não era suficiente para a sociedade
Descobri que a psicologia da vida não é agradar o próximo e sim ser feliz pelo o que eu sou e o que eu quero ser
Ser reconhecida nunca foi a garantia do meu sucesso como mãe, assim como não ser reconhecida não é a garantia do meu fracasso!!!
as limitações dos meus filhos nunca impediu deles ser saudáveis e alcançar o topo!!!!! ssilva
Eu não tenho nada contra você.
E acredito que também não exista em você
qualquer impasse contra mim.
Afinal, ninguém ganha vivendo em disputa,
alimentando maldade, intrigas
ou ferindo uns aos outros.
A vida já é exigente demais
para que escolhamos o peso do conflito.
Paz não é fraqueza,
é sabedoria de quem entendeu
que viver bem é melhor do que vencer discussões.
Em algum momento, eu percebi que estava começando de novo.
Não de uma vez,
mas aos poucos,
em várias partes da vida.
Um desses recomeços veio de uma paixão antiga.
Da infância mesmo.
O automobilismo.
A criança que passava todos os fins de semana ansiosa,
acordando cedo para ver a Fórmula 1 na TV com os pais.
Algo que nasceu ali,
simples,
mas que ficou comigo mesmo quando a vida tomou outros rumos.
Hoje, mais velho, comecei a correr de kart
e voltei a acompanhar esse mundo de verdade.
Foi extremamente bom pra mim.
Me trouxe foco, vontade de evoluir
e a certeza de que ainda dá pra buscar mais.
Outro recomeço importante foi sair da casa dos meus pais.
Ver a vida por fora muda muita coisa.
Muda a forma como a gente entende o esforço,
as escolhas
e as renúncias.
Estar longe me fez enxergar melhor.
Me fez ter ainda mais orgulho da minha família,
da história que construímos
e da base que sempre esteve ali.
Falar de recomeço também é falar de eras.
Vi grandes amigos mudando de rota,
assumindo riscos,
buscando crescimento.
E senti orgulho de ver cada um tentando do seu jeito,
sem desistir de quem são.
De certa forma, eu também vivi o meu recomeço.
Mesmo seguindo um sonho antigo,
o jeito de olhar pra ele hoje é diferente.
Sei que ainda tem muita coisa pela frente.
2026 se aproxima com direção.
Com planos,
com vontade
e com sonhos que agora sabem pra onde ir.
E isso, pra mim, é esperança.
📚 Há um outro mal que eu vi, enquanto observava a vida; é uma triste situação respeitante a reis e governantes: vi tolos a quem se deu grande autoridade e ricos a quem não se deu honra alguma. 🧠
Vi também servos andando a cavalo e nobres deslocando-se a pé, como servos!
Quem fizer uma cova cairá nela; quem derrubar um muro, uma cobra o morderá!⚜️🔱🦉🔯🕎🛐✝️💟
Se eu fosse poeta, homenagearia
cada voz preta que rasgou o silêncio do Brasil.
Homenagearia Maria Firmina dos Reis —
a primeira luz que escreveu a fuga e a dor,
plantando cais de memória em terra de esquecimento.
Homenagearia Luís Gama —
ferro forjado em palavras, libertando nomes,
vindo das chagas para erguer a lei com verso.
Homenagearia Cruz e Sousa —
que fez do céu um espelho de expatriadas almas,
tecendo símbolos como quem reza contra o vento.
Homenagearia Solano Trindade —
com o batuque antigo no peito, palavra viva do terreiro,
poeta do povo, do samba, do salto que não se cala.
Homenagearia Machado de Assis —
ironia que desarma o pudor das verdades,
um espelho complexo onde se lê a cor do país.
E homenagearia tantas outras,
vozes anônimas nos quintais, nas cartas, nos jornais,
mães de rima, operários de verso, crianças de refrão —
todos os poetas negros do Brasil, uma constelação de nomes.
Se eu fosse poeta, faria altar com seus poemas,
acenderia lamparinas sobre as páginas gastas,
faria do silêncio um salão de festa,
transformaria o esquecimento em arquivo de resistência.
E recitaria seus nomes como quem chama antepassados:
para que a memória dance, para que a história ouça,
para que o futuro herde mais do que palavras —
herde voz, coragem e a beleza inteira de ser ouvido.
Tem dias que eu acordo pensando nele,
E vejo o meu mundo desabar,
Tento me controla, por que não posso chorar.
Depois cai a ficha que eu não posso o vê,
fico a pensar,
Será que esse vazio um dia vai me abandona?
Tem gente que escolhe se afastar, e sofrem por amar.
Onde quer que eu esteja, e para onde quer que o meu Deus decida conduzir meus passos, carregarei comigo a lembrança viva de que tudo nasceu aqui.
Neste lugar — banhado pelo luar e vigiado pelos astros silenciosos — ergui minha voz em uma oração singela, porém infinita:
“Conduze-me, Jesus… que minha vida seja o eco da Tua vontade plena.”
Réveillon.
Eu amo o Ano Novo!
Ter a família toda reunida,
Esquecendo a falsidade durante todo o ano...
Estando juntos, unificados e cheios de alegria. Como amo!
Meus netos, meus filhos,
Até mesmo bisnetos. Haha!
Todos reunidos naquela grande ceia.
Que esplendor! Vou até tirar uma foto.
Óh céus! Esqueci como tira um print.
Todo mundo se reuniu
Viajaram para longe...
Se alienando com as boas coisas da vida...
E ficou somente eu aqui, sozinho.
Enquanto minhas pernas tanto doem,
Eles não pensam em mim,
Nem nessa, nem n'uma outra possível vida...
Mesmo assim, os amo.
Os amo nessa, e em todas as outras possíveis vidas.
São eles que me coroaram com essa dádiva: Avô do ano.
No dia dos avós até me sinto especial...
Vou desligar a ligação,
Amanhã acordo cedo, venha almoçar aqui.
Não vai dar? Tudo bem, meu amor.
Deus o abençoe, meu filho! Vovô e vovó te amam.
Minha velha, não chore,
Eu estou contigo por mais um ano,
E que venha saúde e vida.
Poeta.
Tanto escreves sobre os outros...
Tanto sofres, óh eu lírico,
Tanto mendigas e recebes pouco,
Tanto almejas ser prodígio.
Onde encontras teu refúgio?
Da maldade, da tua luta...
Fazes daqui tua terra, céu, chão e eterna labuta...
Mas continuas sendo fugitivo.
Romantizas a morte,
Não temes a ninguém,
Escrever é o que vivo lhe mantém
E mesmo assim, medroso foges...
Não fujas, poeta!
Teu chamado depende de ti,
Letra bonita? Isso pouco importa!
O que importa é o enredo que sofrestes por trás da história.
Poeta, querido poeta, inútil não és!
Erga-te! O mundo precisa te ouvir.
Pegue seu papel, admire e escreve,
Passe os sentimentos, quero todos poder sentir.
Se souber pouco na sua profissão, atenha-se ao mais seguro.
Desse modo, ainda eu não seja considerado inteligente, passará confiança. Aquele que sabe pode se arriscar a fazer o que quer, mas saber pouco e arriscar-se é jogar-se voluntariamente no precipício. Quando se sabe pouco, é melhor seguir pela estrada principal. Deve-se manter o caminho reto e não faltará o caminho firme. Em todos os casos, sabendo ou não sabendo, a segurança é mais prudente que a singularidade.
Antes eu sentia a dor sem saber de onde vinha.
Hoje eu a reconheço, dou nome, estabeleço limites e escolho como atravessá-la.
Carta à minha alma gêmea
Ainda que eu não saiba teu nome, teu rosto vive em mim como um eco antigo. Há algo em mim que te reconhece, mesmo sem nunca ter te tocado.
Talvez sejamos feitos da mesma luz, do mesmo silêncio que dança entre as estrelas. Quando o mundo pesa, é tua lembrança que me alivia, como se tua existência me soprasse coragem.
Não te busco com pressa, porque sei que o tempo da alma é diferente. Mas quando nossos caminhos se cruzarem, não haverá dúvida — só um profundo “enfim”.
E se já nos encontramos, que essa carta te alcance como um sussurro, lembrando que o amor verdadeiro não precisa de provas — só de presença.
Com tudo que sou, com tudo que ainda serei, te espero com leveza, como quem espera a primavera.
Entre o ditador Maduro, que expulsou milhões de venezuelanos do país, e o maluco do Trump, eu quero mais é que os dois se explodam.
Benê Morais
Eu deveria ter percebido quando as rosas morreram
Deveria ter percebido o fim do verão em seus olhos
Eu deveria ter entendido que, quando você disse boa noite
Na verdade, você estava dizendo adeus…
Meu bem, não é engraçado como nunca se aprende a cair?
Na verdade, você está de joelhos quando pensa que está de pé…
Mas só os tolos sempre acham que sabem tudo
E eu fiz o papel de tolo por você
Eu chorei e chorei, houve noites em que morri por você, meu bem…
Eu tentei e tentei negar, mas esse amor me enlouqueceu…
E agora que o amor que eu tinha por você se foi
E o rio que chorei foi em vão
Então eu errei
Sim, eu errei
Essa não é mais uma música de amor
Eu sinceramente pensei que você e eu resistiríamos à prova do tempo
Como se tivéssemos saído impunes do crime perfeito
Mas éramos apenas uma mentira na minha mente
Eu estava cego
Lembra daquelas noites em que o mundo poderia terminar?
As sensações não desapareciam
Mas você e eu nunca existimos de verdade
Há coisas que nunca mudam
Isso me deixou tão furioso, porque eu queria tanto a felicidade pra nós
E agora é tudo tão triste que não vale a pena olhar pra trás
E agora que o amor que eu tinha por você se foi
E o rio que chorei foi em vão
Então eu errei
Sim, eu errei
Essa já não é uma música de amor…
Se a dor que eu senti quase me matou
E o motivo foi algo que eu imaginei e segurei
Então eu errei
Sim, eu errei
Essa não é uma música de amor
Eu chorei e chorei, houve noites em que morri por você, querida
Eu tentei e tentei, mas esse amor me enlouqueceu…
Agora que o amor que eu tinha por você se foi
E que o rio que eu chorei foi em vão
Então eu estive o tempo todo errado
Sim, eu errei
Essa nunca foi uma música de amor
Se a dor que eu senti foi tão forte
Mas o motivo foi algo a que eu me prendia
Então eu errei
Sim, eu errei
Essa nunca foi a canção de amor
Se eu não te conhecesse,
eu não descobriria o que é o amor,
o tempo está me ensinando e ao mesmo tempo curando os vestígios do passado que ficou.
Quem sou eu?
Eu sou uma flor vermelha, que se abre no sereno, eu sou uma menina apaixonada, também sou baixa e morena.
Eu sou aquela pessoa que pensa muito, sou aquela pessoa que fala demais,
Eu sou aquela poesia perdida, sou o poema nunca lido sou uma Rosa perdida que ninguém colheu, aquela flor excluída que também é uma das mais lindas.
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