O Poema eu sei que Vou te Amar Inteiro

Cerca de 273678 frases e pensamentos: O Poema eu sei que Vou te Amar Inteiro

Eu tive uma grande chance para florescer
Mas você é o meu sol, e infelizmente eu estava no inverno.
Estou em estado de dormência…

O que eu mais admiro em uma pessoa é o bom senso.
Isso inclui senso de limpeza, de convivência e de espaço.
Se você compartilha um ambiente, deixe-o sempre pronto para o outro usar...
Se convive com outras pessoas, lembre-se que cada um tem seu quadrado (hábitos, horários, gostos, intimidade...), não importa o quão eufórico(a) esteja, sempre respeite!
Se você está carente e gosta de tocar, pergunte se a pessoa quer ser tocada antes de agir impulsivamente. Se você só chega e abraça, é egoísta, pois só pensa em satisfazer a sua necessidade sem se colocar no lugar do outro. É também uma invasão do espaço alheio que, por sua vez, é totalmente deselegante.
A regra é simples: se a pessoa tem, de bom a absoluto senso, ela me ganha; se não tem, ela entra na minha lista de ranços.

"⁠Vivianne"

Sabia que eu te amo, mais te amo mesmo do fundo meu coração. Melhor escrever pq escrevendo eu consigo me expressar melhor, cara todas as vezes eu implico com vc e pq gosto de vc, gosto tanto que tenho medo de te perder , pra mim vc continua sendo uma garotinha, minha princesa minha menina que não deveria ter crescido sei que não tivemos uma boa relação de irmãos no passado mais isso não pode definir nosso presente, saiba que oq eu digo as vezes nunca e pra te ferir nunca falo as coisa pra te magoar, as vezes eu sou meio rude contigo mais e pq quero vc progrida quero que vc seja uma garota exemplar pq vejo em vc uma garota incrível, linda, inteligente e tenho medo de alguém um dia ferir vc, perdão por coisa que eu já te disse que infelizmente te magoou seu irmão nunca esteve bem consigo mesmo seu irmão tem mtos problemas guardado que o ferem mto, então tem coisas que fiz e falei sem pensar mais nunca foi pra te machucar vc, seu irmão tá aqui pra tudo feliz aniversário "minha Vassorane" Te amo

Estou escolhendo um vestido
Provando este sapato
Porque em breve eu estarei solteira

Selena Gomez

Nota: Trecho da música Single Soon.

⁠JANELA DO CORAÇÃO

Do meu coração eu abri a janela
Vi meu jardim florido
Vi que já era primavera
Tempo de florescer , tempo de renovar !

Fui como uma andorinha
Com as asas quebradas
Que insistente a voar ...
Vejo-me através da janela da vida
Cicatrizes e feridas
De um amor que se foi dizendo: não volto mais
Ficando em meu canto escondida
Curando das asas tais feridas
Curando sozinha meus ais ...

Não sou um papel, Pra minhas asas rabiscar,
Sou minhas próprias asas ;
Me preparo para voar ...
...e surfando entre as nuvens
No espaço a navegar,
Contemplando as estrelas,
O brilho do sol entre a luz do luar !
Vi através da janela de meu coração
Que embora na solidão vazio,
Tem espaço de sobra para amar !


Direitos Autorais Reservados Sob a Lei -9.610/98

⁠A lua estava linda hoje, ela te representou. Mas a lua estava distante de mim... Eu pude apenas observar e amar silenciosamente.

Silenciosamente... Meu coração discorda disso. Pois, as batidas descompensadas e fortes o entregavam.

⁠Vivendo num iceberg


Sobre uma ilha flutuante de gelo eu vi a profundidade da água no seu escurecer,

navegando lentamente e silenciosamente tentei plantar mais não vi nada crescer,

surfando ondas involuntariamente o bloco de gelo foi levado pra longe em alto mar,

a distancia da terra firme, o desastre do vazio para quem antes pisava em solo fértil, transformou uma corrente ancorada no mar profundo em uma triste passagem sem volta até o fim do mundo.

⁠Sabe, quando eu era criança, acreditava em tantas coisas mágicas: Papai Noel, Coelhinho da Páscoa, contos de fadas... Tudo parecia possível, tudo era cheio de encanto. Mas aí a gente cresce, e a vida começa a nos dizer que é besteira acreditar nessas coisas, que precisamos ser mais “pé no chão”. Só que, honestamente? Eu não consigo ser assim.
Eu ainda acredito em clichês. Ainda me pego sonhando com finais felizes, ainda choro em filmes românticos, ainda acho lindo quando vejo um pedido de casamento. E, às vezes, isso me faz sentir meio bobo, como se o mundo dissesse que eu deveria ser mais duro, mais cético. Mas por que eu deveria? O que há de errado em querer enxergar a beleza e o amor nas pequenas coisas?
A vida já é cheia de momentos difíceis, de dores e decepções. Então, se acreditar no amor, nos finais felizes, ou até mesmo em um pouco de magia torna tudo mais leve, por que eu abriria mão disso? Talvez seja isso que ainda mantém viva aquela criança dentro de mim, aquela que nunca deixou de sonhar. A magia não está lá fora, está dentro de nós, e eu ainda escolho mantê-la viva.

Se eu pudesse te escrever...
Diria que ainda o amo, e se não o sabes, lhe faria saber.
Sepudesse te escrever...
Lhe faria conhecedor dos mistérios , desse coração que tão sincero insiste em não te esquecer. ⁠

Falar de silêncio é algo muito importante — e, ao mesmo tempo, difícil.


Toda vez que eu paro pra falar de silêncio, eu vejo o abismo que eu sou.


E toda vez que o vejo, percebo que vou me salvando através dele.


Quantas vezes a gente questiona o outro sem ter empatia pelo que ele vive — e, às vezes, nem é uma escolha.


Faltam três meses pro ano acabar, e eu já começo a sentir saudade.


O silêncio me faz respirar.


Ao mesmo tempo que ele me cansa, ele também me desafia.


Às vezes, ele atravessa a gente — de um jeito que nem dá pra explicar.


Engraçado como, a cada dia que passa, surge uma nova sensação sobre o meu trabalho.


Hoje foi um dia triste, e tive a certeza de que o meu trabalho leva um pouco das minhas tristezas com ele.


Ainda assim, eu agradeço muito.


Vou sentir falta quando acabar.


E toda vez que eu digo isso, penso: que clichê!


Mas, na verdade, quando a gente se despede de um trabalho — de um ciclo, né? — a gente se despede de muita coisa dentro da gente também.


Às vezes, me pergunto: o que as pessoas sentem quando leem meus textos?


O que está chegando delas até mim?


Será que elas sentem essa avalanche de emoções que a gente sente ao escrever?


Ou será que não sentem nada?


Será que a falta é minha?


Ou será que elas só não querem entrar em contato com as coisas que doem?


Mas aí, de repente, a gente recebe o gesto de alguém que poderia julgar quem sofre — e não julga.


A pessoa encosta a mão em você e diz:


“Posso te fazer um elogio? Muito obrigado. Eu me vejo em você.”


E, na verdade, quem agradece sou eu. Porque é a escrita que me faz ficar viva. Enquanto eu tiver oportunidade, eu vou escrever o melhor que eu puder.

O Espelho do Eu


Olho para mim e vejo fragmentos que esqueci,
restos de sonhos, pedaços de coragem que o tempo dispersou.
Mas não há pressa.
Cada cicatriz, cada sombra, me lembra que sobrevivi.
E sobreviver, mesmo em silêncio, já é um ato de força.

Eu gosto de ser tratado como o romântico chato
Eu gosto de ser ridículo, absurdo, único e insubstituível
Eu gosto de receber críticas de quem não me conhece
Eu gosto de aventuras inesperadas
Eu amo quem eu sou!

O Amor que não toquei

Eu te amei no silêncio mais profundo,
como quem carrega em si o eco de um milagre.
Tua presença era luz e condena,
era abrigo e abismo — céu e inferno em um só nome.

Não ousei tocar teu corpo.
Temia que o gesto rompesse o encanto,
que a pele profanasse o que era divino,
e que o desejo, impuro e humano,
manchasse o amor que nasceu casto e sem tempo.

Amei-te com as mãos atadas pela reverência,
com o olhar preso ao chão, como quem ora.
Havia em mim uma devoção doente,
um anseio que queimava, mas que não ardia em voz.

Eu sonhava contigo nas horas em que o mundo dormia,
quando até o vento parecia ter piedade de mim.
Falava contigo em pensamento —
em preces, em delírios, em lágrimas que não caíam.

Teu nome era meu sacramento.
Tua ausência, minha penitência.
E eu, exilado do toque, vaguei entre o desejo e o medo,
entre o amor que salva e o amor que destrói.

Hoje, sou o que sobrou do que senti:
um corpo vazio, um altar sem fé.
O tempo passou, mas tua sombra permanece,
sentada ao lado do meu silêncio.

E se há céu ou perdão, não sei —
só sei que, no fundo,
a maior dor não foi perder-te...
foi nunca ter ousado te possuir.

O Barco e as Marés


Se eu me sentisse vivo,
minha vida perderia a graça.
Minha mente, perdida,
se encontra vagando por praças.


A vida é bela —
e o contrário disso,
ninguém fala.
Me sinto perdido,
mares e oceanos
já não afogam minhas mágoas.


Mas sigo sorrindo.
Cresci acreditando em contos de fadas —
não o de Notre Dame,
mas o peso nas costas
me mata.


Tropeços nos fazem crescer,
não é isso que falam?
Então daqui uns anos
serei tão grande
que esses problemas
já não me param.


Até lá, vou levando.
São idas e vindas
de coisas tão rasas.
O barco balança...
mas poucas marés
realmente me abalam.




Por Gabriel Alves

Certo dia, eu estava assistindo a uma série e ouvi a seguinte frase:
“É isso que o abuso faz com a gente. Me transformou nessa isca grudenta pra todas essas pessoas esquisitas. Uma ferida aberta pra farejarem.”

Aquela frase me atravessou como uma espada enferrujada, rasgando todo o meu interior. Quantas vezes me peguei pensando exatamente isso, tentando encontrar uma resposta para, repetidas vezes, ser esse ímã que atrai pessoas capazes de abusar, aproveitar, machucar...

Muitas foram as vezes em que me questionei sobre quais atitudes minhas me colocavam nesse lugar de vulnerabilidade.
Quão frágil eu sou?
O quanto eu não sei impor limites?
O quanto eu mesma me abuso, por não saber dizer “não”, pelo medo de deixar o outro desconfortável?

Tem dias em que me sinto um amontoado de dor, amassada em paredes e invadida, como se eu não significasse mais nada a não ser um pedaço nojento e miserável de carne.

Como aquela pequena garota de cachos e olhos estatelados podia despertar algo além de pena? Eu só queria poder abraçar aquela garotinha e dizer que vai ficar tudo bem, que aquilo nunca mais vai acontecer, mas eu estaria mentindo.

Aquele acontecimento te marcaria como um gado, te fazendo lembrar todos os dias de que você é propriedade dessa trágica realidade.

É estranho pensar que a dor faz parte de mim, que eu preciso senti-la para saber que estou viva. Quantas foram as vezes em que me machuquei, me invalidei, apenas por sentir que não era digna de ter nenhum respeito.

Parece que não estou apta a ser feliz...

Questionamento do meu eu


Porque uma carne sente atração por outra carne ao ponto de colocar a língua principalmente em orifícios de evacuação?

⁠Quem está comprometido em nunca parar,
aprendendo e crescendo
sou "eu " e "você?" Muitas pessoas têm coragem de ganhar, mas não têm coragem de aprender. Você pode ganhar mais, mas se não aprender mais, perderá mais.

Diário 03/11

Faz muitos anos que eu não ia a um centro espírita de Umbanda… Hoje, fui. Fui acompanhada de amigos queridos e da minha esposa. Enquanto esperava, observei os sons, as velas, o cheiro de ervas… era como se um pedaço do que eu já fui me reconhecesse ali. O ambiente estava sereno, cheio daquela energia que mistura respeito, mistério e fé. Fui a sétima a ser atendida pela entidade espiritual. Fizemos oração juntas, e quando chegou minha vez, ouvi a pergunta simples, mas poderosa:

— O que posso ajudar?

Respirei fundo e pedi: “Me ajude. Cure-me de todas as dores emocionais. Me ajude a respirar melhor.”

A entidade me olhou por um instante e disse apenas:
“Cada pensamento é uma nuvem na sua pele… você está sozinha e precisa de ajuda.”

Essas palavras me atravessaram. Pediu para que eu me abrisse mais, pois as dores emocionais estavam se transformando em dores físicas. Disse para eu buscar ajuda psicológica, conversar mais com minha esposa — que relacionamento é partilha, é transparência — e que ela também precisa participar dessa cura.

A entidade explicou que não poderia fazer muito além, mas faria uma limpeza espiritual profunda, especialmente no meu coração e nos pulmões. Disse que eu dormiria bem naquela noite.

Assenti com lágrimas nos olhos, querendo mais respostas, mais direção… Ela olhou fundo em mim e perguntou:
— Vai seguir minha orientação para o banho?

Assenti de novo, silenciosa. Pediu que eu voltasse. Saí de lá meio desesperançosa, mas com algo dentro de mim insistindo em lembrar da mensagem da abertura: para curar, é preciso ter fé.

A orientação foi simples — um banho com folhas de Guiné, amanhã à noite.

Sigo ainda refletindo… talvez a cura não venha de fora, mas comece na entrega, no acreditar, no permitir-se sentir e confiar.

"A Jaula e o Espelho"

Eu era o problema que me fizeram crer,
Até que um dia me ousei conhecer.
As grades eram minhas, a chave também,
Quem as construiu, as pode desfazer.

A sombra que temia, agora é minha luz,
O caos que vivia, hoje é minha cruz.
Não sigo rebanhos, não busco lugar,
Sou meu próprio norte, meu próprio mar.

Calei mil vozes, carreguei mil dores,
Transformei em força todos os ardores.
Quisram que duvidasse, que baixasse a face,
Mas ergui meu espelho no mesmo espaço.

Não peço licença para ser quem sou,
Nem troco minha essência por nenhum vou.
Deus na minha estrada, eu no meu caminho,
Plantando verdades no mesmo carrinho.

Quem tentar invadir, encontrará fronteiras,
Não há mais feridas, nem velhas trincheiras.
Sou terra renascida, sou fênix de cinzas,
Escrevo minha história com letras mais linhas.

E se ainda me julgam, se ainda não veem,
Seguro meu silêncio — ele tudo saneia.
Pois aprendi na guerra, sangrando calado,
Que o trono mais alto é o que foi conquistado.

“Você por você”

Desde criança, eu me perguntava em silêncio,
por que os outros sempre partiam primeiro,
por que as mãos que eu segurava com afeto
soltavam tão fácil, sem olhar pra trás.

Fui leal — até nas horas que doíam,
e mesmo assim, vi portas se fecharem,
vi sorrisos trocados como moedas gastas,
vi meu nome se perder nas conversas alheias.

Cresci, e o eco se repetiu:
amores que se desfazem,
família que esquece,
ausências que doem mais que palavras.
Passei dias trancada em mim mesma,
com o mundo batendo à janela
e ninguém notando o som do meu silêncio.

Aprendi que laços também se rompem,
que o sangue nem sempre aquece,
e que a solidão pode ser casa —
quando o amor não é abrigo.

Hoje, caminho leve, mesmo ferida,
porque entendi o que a vida grita:
no instante em que o cordão umbilical é cortado,
é você por você —
sempre foi.