O Poema eu sei que Vou te Amar Inteiro
Rio de quedas grandes,
nascido em Dionísio Cerqueira,
precioso rincão catarinense
és da nossa Pátria Brasileira.
Divino Rio Peperi-Guaçu
profundo que cruza a fronteira,
e se divide com outra Pátria,
agradeço a sua existência!
Rio de beleza imensa que
merece todo o amor
de mais de um protetor.
Enquanto ele e qualquer
outro rio existir,
a vida seguirá a fluir.
Quando o entardecer desce
sobre o Pico do Montanhão
com a sua nave madrepérola,
Presenteia o nosso coração
com paz e serenidade poética;
Trazendo assim inspiração
na nossa Cidade de Rodeio
em pleno Médio Vale do Itajaí
com as vibrações de junho no peito.
Os apelos de um tempo desafiam
os olhares a não perder o encanto,
os nossos corações do tamanho
do mundo devem sempre atentos,
porque neste tesouro nós vivemos.
(Com alma e o coração gratos
voltados para o céu do Hemisfério,
e os nossos pés nesta Terra
abençoada do Sul do nosso Brasil).
No constante renascimento
do magnífico Rio das Antas
em Dionísio Cerqueira
trago esta poética brasileira.
Como todos os rios nasceu
como o Sol. o Luar e as estrelas
pars desaguar no Rio Uruguai
e celebrá-lo com meus poemas.
Trago o rio com minhas letras
com clareza porque não o quero
adivinhado, e sim por você sentido.
Para que seja por amor preservado
como tesouro que é de fato,
e merecedor de ser por nós cuidado.
A minha roupa de caipira
foi lavada e perfumada
pelo Sol, pela Lua e estrelas.
Porque sob as bandeirinhas
coloridas de São João
alegrias irão se encontrar.
Eu e você iremos dançar,
e adivinhando no que vai dar
o meu coração está a cantar.
Pau de Fitas
Na auge da Festa Junina
quero ser a ventania que
enquanto dança o Pau de Fitas
balança as bandeirinhas
e nossas expectativas meninas.
Cruzar o seu encantador olhar
e com jeitinho de acarinhar,
quando a gente se encontrar
no Tramadinho ou no Trenzinho,
perceberá que és o meu amorzinho.
No Zigue-Zague não deixar
para depois assim será
quando no Zigue-Zague a dois
o calor do meu toque
carinhoso com o teu encontrar.
Quando a hora chegar
da Feiticeira a gente dançar,
a tua atenção despertar,
para a Rede de Pescador
encantar de vez o seu amor.
Junho é tempo de lanço
para pescar Tainha
no mar de Santa Catarina,
Todo o dia faço algo
parecido só que é poesia.
De lanço em lanço fisgar
no seu coração o oceano
é a assumida ambição,
Só para a gente fazer
arraial com fogo e paixão.
É contigo que desejo unir
os nossos oceanos,
E facilmente revelo planos
de fazer o melhor
para pertence aos seus dias.
Ter corações apaixonados
no Dia dos Namorados
é somente para os que
são de fato privilegiados.
Na Era que o romance
se tornou escasso,
trago a recordação que
o amor requer cuidado.
Ter alguém do seu lado
te faz comprometido,
não ter alguém te faz poeta.
Quando o amor buscado
por cada um for encontrado:
melhores serão os dias lado a lado.
Roda das Rendeiras
Na roda das rendeiras
as canções da Ratoeira,
Rendem inspirações
para os meus poemas
e os nossos corações,
De canções em canções
vamos revivendo emoções.
Dança Ratoeira
Dança da Ratoeira
que o mar acompanha,
Viva está a lembrança
que o peito alcança
da herança açoriana
da época que a gente
era feliz e criança.
Aru-Apucuitá nas mãos
experientes cruzando
o Rio Negro,
E quando o resto
vira cinzas para trazer
a Mãe da Mandioca
para nos alimentar,
Com a tradição não
se deve brincar.
Aruaru vai mostrar
quem não para por
um só segundo
da própria língua afiar
E não haverá um que
por aí estará a avistar,
Avisado todo mundo está,
e depois não adianta reclamar.
Aruá em águas doces
criados por Deus
para alimentar e curar,
Dizem que também
foi o nome de uma
tribo extinta,
Não sei é verdade,
mas não custa falar,
Para quem sabe
alguém recordar.
Aprendi a fazer
o Arroz de Aussá
de outrora,
Traga Banana Prata
para a nossa
sobremesa,
Porque é assim
que se escreve
a dois: o poema.
Todos os dias tenho
feito a rota andina
que me faça alcançar
o seu coração com poesia.
Sob a benção da Cinchona
do Equador nesta Pátria Grande,
em silêncio escreve sobre
nós sempre um novo romance.
Porque dizer que não te quero
estaria mentindo para mim,
não vou desistir tão fácil assim.
No fundo eu sei que você
também não porque não
existe outra melhor combinação.
Inocência de Anujá
na beira dos igapós,
Tempo que gostaria
que parasse ali,
e que infelizmente
não vai mais voltar,
O céu é confidente.
Cada um nasceu
para a sua própria
água e correnteza,
Cada um tem
a sua própria sorte,
O Aramaçá é peixe
de água salgada,
E tem gente que
não é diferente.
a imaginação me leva
amorosa para a bela cena
nos vejo plantando uma
muda de Palma de Cera
para fazer uma cerca viva
para proteger a nossa casinha
num lugar paradisíaco
da Colômbia desta Pátria Grande
a Palma de Cera que alimenta
as aves, inspira a construção
e o bonito espírito do artesão
há também de proteger
e de fazer História no lugar
onde moram o amor e a paixão.
Divina Cattleya trianae divina
que suas cores a Colombia
inteira, inspira e fascina
e como Orquídea cativa.
Das tuas mãos cheias
de amor quero receber uma,
Do teu coração pleno
de Pátria Grande quero ser sua.
Como quem recupera
a inocência perdida,
assim também ser sentida.
Em alguma praia escolhida
ficaremos na beirinha do mar
desfrutando da nossa companhia.
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