O Poema eu sei que Vou te Amar Inteiro
Amar é compartilhar as certezas da vida com as devidas felicidades;
Amar é gentileza sobre-humana que transparece a pureza da alma;
Amar é respeito à flor da pele que desabrocha o pecado aceitável;
Amar é sensibilidade e importância que o próprio limite possa dar ao próximo;
Amar é admiração a vida no qual engrandece o coração alheio;
Teu jeito de me amar e me querer é surpreendente, me faz te querer mais e mais.
Amo o teu carinho e teu jeito singelo de ser.
Amo sua paciência e do jeito que me olha, querendo me ter muito mais do que posso imaginar.
Amo o teu silêncio, a segurança que infinitamente me transmite.
Amo suas certezas inevitavelmente certas e amo o seu amor que me faz sentir-me grande.
Quero te roubar para mim te amar com tudo que tenho a lhe oferecer;
Não vejo ninguém para competir a sua mão, porém não me digas que não há espaço ao meu querer;
Tento transpassar pelas barreiras que você cria para dificultar minha entrada e gerar moradia em teu coração;
Nasci em um harém... Nasci para amar
Sensibilidade é o meu forte
E a minha virtude é gostar
Sou amante de sorrisos abertos
Enlouqueço com loucuras
Em exagero preciso
De apenas uma noite
Com uma donzela
E não mil para provar
Que tanto você me quer;
Se você descobrir que consegue amar lembre-se de que estarei sempre aqui;
Ou então se você abrir as portas do seu coração não se esqueça de que posso aquecê-lo;
Se sentir-se sozinha me chame em silêncio que logo estarei em seus pensamentos;
Te amar assim não é por querer e sim por você, felicitar o seu viver, cortejar o teu ser;
Deixe-me aproximar bem próximo dos seus sentimentos, me deixa seguir o teu regimento para que o meu coração tenha o seu seguimento;
E é pelas rosas que brotam a sua tão formosa face, és a primeira nas minhas conclusões para acalentar minhas ansiedades pelo amor e pela dor para me fazer máster;
O meu cálculo para amar era:
1 + 1= Casal feliz
Ai me vem o amor e impõe
1 + 1 elevado a potência da paciência
Subtraindo o expoente do ciúme
E multiplicando pela quantidade de vontade
Que se tem um pelo outro;
Ninguém fala que amar também dá nojo.
que tem dias em que lembrar da pessoa não dói, irrita.
que a saudade às vezes não vem como falta,
vem como humilhação.
porque você se pergunta
como conseguiu sentir tanto
por alguém que ficou tão pouco.
e aí não é amor que machuca,
é o fato de você ainda sentir
enquanto o outro já seguiu.
quando eu pensava sobre a saudade, achava brega.
achava que esse tipo de pessoa era "pateta"
até chegar a minha vez.
é como se fosse um vazio, um frio que congela a alma.
o calor existe,
mas nunca é meu.
me deixa congelando do lado de fora.
a saudade aparece em momentos variados
momentos apertados, falados, criados.
sabe aquela sensação estranha de que aquilo nunca existiu, mas você sente falta?
como se tudo tivesse sido exagero da sua cabeça,
como se você tivesse sentido demais sozinha.
você começa a se perguntar
se foi amor mesmo
ou só carência boba bem disfarçada.
mas se não existiu,
por que ainda pesa?
por que ainda dói lembrar,
por que ainda irrita sentir?
talvez a saudade não seja da pessoa,
mas de quem eu fui enquanto amava.
daquela versão que acreditava,
que se entregava sem medo,
que achava que ficar era uma escolha simples.
e talvez seja isso que mais doa.
Aprendi a me amar no limite exato da dignidade,
onde o silêncio vira resposta
e a ausência, proteção.
Não me curvo à arrogância disfarçada de poder,
nem alimento egos que se nutrem da minha luz.
Amor próprio é escolher ficar inteiro,
mesmo que isso signifique partir.
Quem é narcisista exige palco;
eu escolho a paz.
NOSSO VÍCIO
depois de qualquer outra dependência,
a nossa maior, era se amar.
estranho era tentar te ajudar de todas as formas
e você nunca conseguir largar.
mas não, não vou jogar essa culpa em você.
a vida não se resolve tão fácil
como uma novela clichê,
porque eu sei que até você lutava contra teu próprio ser.
tá doendo tanto,
que você nem consegueria imaginar
o tanto que eu te amava,
por mais que não dê pra contar
as tantas vezes que eu te falava.
vou estar contigo para todo sempre,
por mais que agora,
eu não possa segurar a tua mão
como eu segurei
quando você estava no chão.
poderia te cuidar quantas vezes for necessário,
pois pra mim, o significado de amor
era estar ao teu lado.
sei que esses vícios não são fáceis de largar,
você sabe que eu passo por algo similar.
nós somos tão um do outro
que eu queria que você vivesse mais um pouco.
por aqui, tá vazio.
restou só eu e os nossos frutos que o frio cobriu.
foi quando você lembrou do meu nome,
quando eu pedi para você me olhar,
quando chegou a tua ressaca,
no hospital, naquela maca.
quando veio a notícia que me desabou,
um forte silêncio me cortou.
vai ser difícil aguentar.
mas sempre que eu chorar, vou lembrar
daquilo que ninguém poderia imaginar,
que o nosso vício sempre foi se amar.
meus sentidos descobriram que te amar é perigoso,
nossas carícias ultrapassam um beijo no rosto,
longe de você é como sair das férias e chegar em agosto.
"Amar como Jesus amou é oferecer o ombro antes de oferecer o sermão. É um amor que não impõe condições para ser entregue."
- Dr. Diogo Sena
Amar, acreditar, inspirar, esperança, rir, viver, sentir, dar e sonhar: sentimentos, virtudes, empatia, isso...te faz viver, isso...te faz ser feliz.
Flávia Abib
Gosto de sentir, tocar, amo te amar
Teu cheiro é fragrância que não cabe em frasco
Teu doce os confeiteiros não tem
Essa arte o museu não possui
Você é arte mais doce que tive o prazer de experimentar
Reflexo
Como posso deixar de te amar
Se tens olhos somente para mim?
Chego perto de ti e sorrio
Tu sorris.
Faço caras e bocas
Todos os tipos de trejeitos
Alegrias, tristezas
Mostro-te as minhas rugas
e incertezas
E tu, imitas-me.
Dou-te as costas
Vou-me embora
Tu, nem tá aí.
Como posso deixar de te amar?
Se volto mais velha e sorrio
Tu sorris.
Amar também é ficar longe
Amar também é saber a hora de ficar só
Amar é não magoar
Amar é querer o bem
Hoje quis ficar sozinho
Quis dormir no sofá
Não quis nem tomar o banho
Pra um domingo ás 23h da noite depois do trabalho
Hoje eu só queria mesmo era me amar desse jeito
Odeio amar você
Odeio olhar e imaginar tudo com você
Odeio te sentir em cada gesto que faço
Odeio saber que você também sente o mesmo
Odeio que te quero, mas preciso me posicionar
Odeio saber que não me escolheu para vivermos nossa intensidade
Odeio ter esse sentimento que te ama e te mata todos os dias
Odeio olhar para as fotos e ter saudade do que não vivemos
Odeio saber que ia ser bom ter você
Odeio ficar imaginando você na minha casa, ou eu na sua é isso nunca ter acontecido
Odeio saber que queria ter filhos com você
Odeio ter que apagar da memória nossa vida no sítio de paz
Odeio ter prazer em você, pensando em te odiar, amando.
TESTAMENTO DO AMOR DE UMA MULHER (02/2001)
Mulher não pode amar
na essência da palavra
Somente pode ser amada
na fadiga doutrinária.
Por isso compreendo agora
o meu grande erro na vida
Erro ou experiência?
Erro, experiência é
a degradante escusa do desacerto.
Amei, então errei
na essência da palavra
No desacerto perdi
o amor da pessoa amada.
Quando a mulher ama
verdadeiramente
Torna-se cúmplice de
um amor decadente.
No âmago do ser amado
depois do alcance da conquista pleiteada
exaure da sua alma todo o amor , e logo depois
vulgariza sua amada.
Quer ele ser o caçador perpétuo
da pureza nunca conquistada
Que desatinado e exasperado é este ser
que jamais poderá ser amado?
Amei, então errei e sofro
na essência da palavra, mas
Sou feliz por ter amado
Mesmo sendo vulgarizada
por deixar-me ser conquistada.
“A ciência suave de amar”
Amar é um estado químico que aprende a ser humano.
Começa no corpo antes de virar escolha.
No início, o amor é dopamina em festa: euforia, foco absoluto, aquela vontade quase infantil de estar perto, de repetir o encontro, a conversa, o cheiro. É o cérebro dizendo “mais disso, por favor”. A pessoa vira ideia fixa, não por fraqueza, mas porque a serotonina cai e a mente passa a orbitar um só nome — como se pensar nela fosse um hábito involuntário.
Aí vem o frio na barriga: a noradrenalina e a adrenalina aceleram o coração, suam as mãos, deixam tudo mais vivo. O amor, nessa fase, é risco gostoso. É expectativa. É o corpo em alerta, como quem sabe que algo importante está acontecendo.
Com o tempo — se houver cuidado — a química muda de tom.
A paixão barulhenta aprende a falar baixo.
Surge a ocitocina, que não grita, mas fica. Ela constrói confiança, abrigo, vínculo. É o conforto do abraço que acalma, da presença que não exige performance. O amor amadurece quando deixa de ser só fogo e vira lareira: menos urgente, mais constante. A vasopressina entra em cena e sustenta a ideia de “nós” ao longo do tempo.
Então, pelas experiências humanas, amar é isso:
Um processo onde o corpo se apaixona primeiro
e o coração aprende depois a ficar.
Amor não é só química — mas também não existe sem ela.
É quando os hormônios acendem a chama,
e as escolhas diárias decidem mantê-la acesa.
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