O Poema eu sei que Vou te Amar Inteiro

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⁠Não possuo memória romântica, nunca fantasiei amar.

Amar é presente que se dá com tempo, é rotina de carinho a pele.

Sentimento que não se compra ou vende.

Cada um sabe como seu coração se sente.

Inserida por Diogovianaloureiro

Pelo dia dos filhos
⁠
FILHOS
Diariamente, alimentamos
Prazerosamente, cuidamos
Seriamente, educamos
De suas conquistas, nos orgulhamos
Quando sofrem, choramos
Quando erram, orientamos
E incondicionalmente, amamos.

Inserida por TATISISA

Se tem uma coisa que não tenho medo,
É de dizer o que sinto.
Não tenho tipo ideal,não sou uma pessoa constante.
De tempos em tempos mudo de cantor/banda favorita.
Prefiro esmalte vermelho ao invés de rosa.
O que nunca mudou foi meu jeito de amar.
É de alma, me entrego sem receio.
Se der certo bem, se não der;
O importante é que não me privei de sentir, nem expor.

Inserida por irusca

RECOMEÇAR ...

É TEMPO DE RECOMEÇAR E PARAR DE OLHAR PARA TRÀS..

ESQUECER O QUE PASSOU,

PESSOAS,BENS MATERIAIS, TRISTEZAS E DECEPÇÕES,

PRATICAR O ‘ DESAPEGO”,

SE LIBERTAR DAQUELES (as) PESSOAS OU COISAS QUE NÃO NOS PERTENCIAM,

MAS INSISTÌMOS E TEIMAMOS, EM ‘TOLERAR’ E MANTER EM NOSSAS VIDAS,

E QUE MUITAS VEZES NOS TRAZEM INFELICIDADE E DESILUSÃO.

CHEGOU A HORA...CHEGOU O TEMPO DE MUDANÇAS,

ESQUECER E DEIXAR PARA TRÁS O QUE PASSOU,

QUEBRE O RETROVISOR DA SUA VIDA,

E NÃO SE DEIXE, SER ESQUECIDA,

PELA FÉ E ESPERANÇA...

MAS PRINCIPALMENTE PARA O AMOR.

É HORA DO SEU ‘ RECOMEÇO”,

E ESSA DECISÃO NÃO TEM PREÇO,

OLHE PRA FRENTE E TENHA NA MENTE...

É TEMPO E HORA DE RECOMEÇAR A VIVER ,AMAR E SONHAR!
SER FELIZ,SÓ DEPENDE DE NÓS,
MAS É PRECISO ' RECOMEÇAR"...

Inserida por Gilbraga

⁠Simplificar.
Decidi simplificar minha vida,
deixar de lado preconceitos e conceitos,
e abrir meu coração,
escancarar as portas e janelas do meu coração.
Decidi viver uma nova vida,
vida que jamais vivo,
deixar felizes a minha alma e meu coração.
Quero simplificar o dia,
deixar a noite leve,
sentir o gosto de um beijo, de uma paixão
e transformar em amor o que sinto por você.
quero me dar a oportunidade.de te dar a oportunidade,
de amar e ser feliz.
Vamos nos dar a chance e a oportunidade
do amor como a gente sempre quiz .
Simplificar a vida é abraçar,beijar, sentir e ser feliz.
Simplifique ainda dá tempo.
Gilberto Braga.
outubro 2020

Inserida por Gilbraga

⁠Não nos lembramos de dias, lembramos de momentos.

Viva o momento, se você tem uma pessoa que você ama, fale para ela pois não sabemos o dia de amanhã e pode ser tarde demais e tudo acabar, então viva o agora e fale que ama essa pessoa pois esta pessoa pode gostar de você também, você pode está perdendo o amor de sua vida então aproveite cada momento ao lado da pessoa que você ama.

Inserida por ThallyssonMF

⁠Amar!

Amar é dá sem pedir,
é fazer sem esperar,
é querer sem questionar,
é viver sem remediar,
é desejar sem exigir,
é lutar sem parar.

Inserida por joseni_caminha

⁠O amor de pai para filho,
não é apenas amor,
é devoção,
é entrega,
é anulação,
é amar com verdadeira animação,
de quem ama com veneração.

Inserida por joseni_caminha

⁠Amar não é anular-se
em prol da pessoa amada,
é construir com ela⁠
uma fortaleza de realizações.

Inserida por joseni_caminha

⁠⁠Amar não é ceder sempre,
pois quando se cede sem se impor
nega-se ao seu próprio amor.
E quem não tem amor-próprio,
não pode ter o próximo como seu amor.

Inserida por joseni_caminha

Amar é agir sem pensar
no que ⁠pode conseguir
com o ato.
É pensar como pode agir
conseguindo atuar
amando tudo que faz
para quem dedica o seu amor.

Inserida por joseni_caminha

⁠Estar feliz é agir como se somente você
fosse o responsável pelo
seu destino.
É fazer do seu destino
uma caminhada agradável
para você e para quem está próximo de você.
É amar a si para poder
ser capaz de amar o próximo
e consequentemente ser amado.

Inserida por joseni_caminha

⁠Amar é ver o que os seus olhos não conseguem enxergar,
é ouvir o que seus ouvidos não conseguem escutar,
é pegar o que suas mãos não conseguem tatear,
é sentir o aroma que suas narinas não consguem inalar,
porque o amor é querer sem nada desejar.

Inserida por joseni_caminha

⁠O que pode ser o amor?

Amar sem limites, não é amor! É aceitação!
Amar não respeitando, não é amor! É enganação!
Amar com posse, não é amor! É anulação!
Amar sem cumplicidade, não é amor!
É individualidade!

Inserida por joseni_caminha

Carta Lenta à Velocidade do Mundo.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

meu bem,
há em caligrafar uma carta
um gesto arcaico que resiste
como se a mão, ao traçar o contorno das palavras,
buscasse recuperar o antigo rito
em que a mensagem era também oferenda
e cada sílaba repousava
no silêncio atento de quem a enviava

mas o tempo, esse senhor impaciente,
anunciou a nova ordem
em que a pressa submete o afeto
e o correio, outrora cortejo cerimonioso,
foi mutilado pela urgência
até que a missiva, privada de sua demora,
se converteu em míssil
um projétil que fere aquilo que tenta alcançar

sendo assim
pergunto a mim mesmo o que fazer
como seguir escrevendo
num mundo que desaprende a espera
e teme a profundidade dos gestos?

ainda assim, e talvez por isso mesmo
insisto em lhe escrever
uma salva de ternuras
que não busca destino
mas presença,
uma pequena convocação ao eterno
para que saiba que, entre ruínas e ruídos,
há alguém que continua a lhe querer
na paciência do que é verdadeiro, e que cada palavra enviada
mesmo que perdida no vento
é uma centelha acesa
contra o desaparecimento, pois só o que escrevemos com a alma, perdura e segue respirando
na vastidão luminosa do que cremos.

Inserida por marcelo_monteiro_4

A ROSA QUE NASCE NO INTERIOR DO AFETO.

Do Livro: Primavera De Solidão. Ano: 1990.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

Há um instante em que o coração compreende o que a razão sempre hesitou em admitir: ninguém se inclina a decifrar outro ser se não houver, dentro de si, uma chama que o mova. Conhecer alguém não é um gesto automático; é um desvelo que exige paciência, vigília, escuta, quase uma peregrinação íntima. E quando alguém percorre esse caminho para dentro de você, não o faz por curiosidade, mas por ternura silenciosa.

É por isso que a rosa única tem força maior do que todas as demais. Há muitas espalhadas pelo mundo, mas apenas aquela que recebeu nossas mãos, nossas dúvidas, nossos cuidados e nossas noites insones adquire sentido verdadeiro. Ela não é rara por natureza, mas torna-se insubstituível pela intensidade com que a amamos.

Assim também acontece com as pessoas: o mundo está cheio delas, porém só uma toca a alma naquela profundidade em que o tempo perde peso e a memória se converte em abrigo. São essas almas que nos aprendem, que nos escutam por dentro, que se detêm em nossos medos e tentam compreendê-los como se fossem seus.

No fim, amar é escolher uma só rosa num jardim infinito, e conhecê-la até que o perfume que dela brota passe a perfumar também o que somos. É essa escolha que transforma o ordinário em destino e o encontro em promessa de permanência.

Inserida por marcelo_monteiro_4

A GEOGRAFIA SECRETA DO DESEJO.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

O convite não é súbito nem vulgar. Ele nasce da lenta consciência de que o corpo do outro não é apenas matéria oferecida ao toque, mas território onde a própria identidade reorganiza-se. Aproximar-se é um ato filosófico,estranho e secreto. Cada centímetro revelado desmonta antigas certezas e reconstrói-se o pensamento a partir da carne sentida.

O corpo amado deixa de ser limite torna-se linguagem. A pele já não conserva cor porque a cor pertence ao olhar comum e aqui não há superfície. Há profundidade. Há uma psicologia na ampulheta do gesto e uma ética no toque. O desejo não invade. Ele interroga. Ele escuta. Ele compreende antes de possuir.

Neste encontro não existe pressa. A tradição clássica desse desjo conhece o valor da espera e da contemplação. O olhar percorre como quem lê um tratado silencioso. O toque argumenta. O corpo responde. Cada aproximação formula-se como uma tese sobre o que significa existir para além de si no corpo de alguém amado, mesmo sem anular a própria essência.

A mente e o raciocínio não se ausentam. Pelo contrário. Eles observam o próprio abandono com lucidez. O prazer não dissolve-se do pensamento. Ele aprofunda-se. O outro torna-se espelho e amor de rendição. Nele a identidade expande-se sem perder-se. Nele o desejo alcança a dignidade da reflexão real.

Quando enfim o encontro completa-se não há triunfo nem posse. Há reconhecimento. Dois universos não fundem-se. Eles compreendem-se em silêncio e permanecem íntegros.

Amar assim é aceitar que o desejo mais elevado não quer consumir o outro, mas revelar aquilo que só existe quando dois corpos pensam juntos.

Inserida por marcelo_monteiro_4

A MULHER QUE TOCAVA ESTRELAS COM A ALMA.

Numa manhã fria de março de 1857, na cidade escocesa de Dundee, nasceu Williamina Paton Stevens Fleming — uma menina que, ainda antes de conhecer o céu, já carregava as estrelas dentro de si.

Aos 14 anos, já era professora.
Mais tarde, foi abandonada grávida pelo marido ao chegar aos EUA.
Sem opções, tornou-se empregada doméstica…
…na casa do diretor do Observatório de Harvard.

Frustrado com seus assistentes homens, ele disse:

“Minha criada escocesa faria um trabalho melhor que todos vocês.”
E fez.

Em 1881, Williamina trocou o avental pelas lentes astronômicas.
Sem diploma. Sem cátedra.
Mas com a mente brilhante e a alma determinada.

Foi pioneira entre as “Computadores de Harvard”, um grupo de mulheres que — nos bastidores da ciência — traçou os mapas do céu com os próprios olhos.

*Ela catalogou mais de 10.000 estrelas.
*Descobriu 10 novas.
*Identificou 59 nebulosas e mais de 300 estrelas variáveis.
*Criou o sistema de classificação estelar ainda usado hoje.

Num universo dominado por homens, ela se tornou a primeira mulher membro honorário da Real Sociedade Astronômica.

Williamina não apenas estudou as estrelas.
Ela se tornou uma.

Inspiração que atravessa séculos

Mesmo invisível aos olhos de seu tempo, ela redesenhou o céu.
E nos ensinou que é possível renascer das cinzas,
brilhar no silêncio,
e escrever a própria constelação — com coragem.

“Quando você sentir que está à margem da história, lembre-se: até as constelações só se formam depois de noites inteiras de paciência.”

Inserida por marcelo_monteiro_4

AMOR QUE VIVO NO ALTAR DA DISTÂNCIA.

"Se amas um anjo que nunca tocarás,
não é pecado — é arte.
Mas que tua alma e esse amor, mesmo assim,
não morra no altar do impossível.
Porque há infernos que só existem
quando esquecemos que somos dignos do paraíso."

Inserida por marcelo_monteiro_4

Entre Espinhos e Estrelas.

" Só senti as dores da minha rosa quando me feri nos seus espinhos. "
Antes disso, eu apenas a contemplava sem compreender que a beleza também pode ser uma forma de abismo.
Há perfumes que embriagam a alma antes de feri-la,
e há sentidos tão suaves que, quando se vão, deixam cicatrizes invisíveis.

A vida não se revela a cada dia mas a cada segundo.
Ela se insinua em lampejos, no intervalo entre um suspiro e outro,
quando o coração se distrai e o tempo aproveita para nos ensinar algo.
E o que aprendemos não é o que queríamos,
mas o que precisávamos para continuar respirando entre as dores.

Descobri que toda rosa carrega o peso do seu próprio espinho,
assim como cada amor traz consigo a possibilidade da perda.
Mas ainda assim quem recusaria o toque de uma rosa,
sabendo que ela é o instante em que o eterno decide ser belo por um momento?

Minhas lágrimas caem nas estrelas,
e o céu, compassivo, as recolhe como se entendesse o idioma do meu silêncio.
Há dores que não se dizem apenas cintilam.
Elas se transformam em luz quando a alma não encontra mais lugar para escondê-las.

E então compreendo: o que dói em mim não é apenas o espinho,
mas o amor que ainda pulsa, mesmo depois da ferida.
A rosa não me pertenceu e, ainda assim, foi minha,
porque me ensinou que a beleza é o instante em que o sofrimento decide florescer.

Há quem olhe para o céu em busca de respostas;
eu apenas observo as estrelas e choro nelas,
porque nelas reconheço o brilho das minhas próprias quedas.
E quando o vento passa, sinto que a vida
essa estranha combinação de dor e deslumbramento
ainda me sopra o perfume daquilo que perdi.

E é assim que sigo:
entre espinhos e estrelas,
entre feridas e perfumes,
aprendendo que amar é, talvez,
a mais bela forma de doer.

Inserida por marcelo_monteiro_4