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O Poema eu sei que Vou te Amar Inteiro

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Sou movido por duas filosofias principais, sei mais sobre o mundo hoje do que eu sabia ontem. E diminuir o sofrimento dos outros. Você ficaria surpreso quão longe que você recebe.

Sei que ele gosta de mim, só não sei se ele sabe o quanto eu gosto dele, o quanto eu me entreguei ao escuro, aos passos largos.

Coisas que eu sei...
Que é muito bom receber flores,chocolates,beijos,carinho e cafuné...que é bom ter amizades para tudo o que der e vier,que a vida só é boa para quem sabe viver,que sonhar é bom mas realiza-los é melhor ainda...Coisas que eu sei...Que Deus está em tudo que até hoje realizei.

Você me conquistou joguei com a sorte, eu sei o que eu fiz, abri mão eu te perdi, mas só a dor nós ensina, que não adianta falar amor se não acreditar, espero estarmos outra vez juntos pois só você me fez querer sonhar, leve com você o sol se lembre de tudo que passou
Pois sem duvida na sua vida não existira alguém tão importante especial.

A perfeição é algo impossível. Eu vejo que estou fazendo uma coisa que sei que não deveria, mas estou tentando ser o que todos esperam que eu seja, e é cansativo.

Eu não sou o tipo de fã que "morre" pelo ídolo. Não sei o que eles comem, onde moram. Só quero apenas ouvir o som e sentir o prazer da melodia que me compõe, sem mais.

Eu não tenho muita sorte nesse negócio de par ou ímpar, mas uma coisa eu sei, eu sou é muito bom de briga!

⁠Se tem uma coisa que eu sei é que seu lugar é aquele que te faz se sentir confiante, importante e bem.
Se aquele lugar (música, pessoas, livros, ambientes) te faz se sentir mal, insuficiente e pequeno, então, não é seu lugar.

Dizem que toda pessoa deve plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro. Eu não sei qual a cronologia dessas realizações, mas de uma coisa eu sei... Em breve não haverá nem livros, nem filhos por falta de árvores.

Eu consigo ser a melhor ou a pior pessoa do mundo.
Não sei porque vivem escolhendo a segunda opção.

Eu te amo. Você é a unica coisa pela qual vale a pena morrer. E eu sei disso, porque você é a única coisa pela qual eu vivo.

Eu sei de muita coisa porque vejo, mas só não falo, afinal, sou tímida não cega.

Toma cuidado! Porque eu também sei machucar, sei ser fria, sei ignorar, sei esquecer, sei ser indiferente, sei fingir, sei brincar com o coração de alguém, sei como fazer ciúmes, sei ser grossa, sei demorar de responder, sei como ignorar, sei errar feio, aliás, essa é minha especialidade, mas digo errar propositalmente. Eu sei tudo, sei ligar pra um garoto e ficar horas no celular elogiando o sotaque dele, a voz, o jeito de falar, assim como você faz com suas amigas. Sei fazer ciúmes, sei provocar, sei como matar aos pouquinhos, sei torturar. Cuidado, eu sei como machucar um coração, pisar, maltratar, assim como você faz comigo. Assim como eu também sei cansar e ir embora, e meu bem, se eu cansar é tarde demais, eu não volto mais.

Pai, não sei por quantas lutas eu passarei, mas sei que nelas todas, tu estará comigo.

Me sinto vazia, sozinha, angustiada, e eu acho que gosto disso... pra falar a verdade eu não sei de nada.

Sempre gostei de ser verdadeira, mas não sei até onde isso me leva. Não, eu não quero levar vantagem em nada. Só quero a reciprocidade, a sinceridade do outro como recompensa. Ando frustrada ao constatar que amigos verdadeiros posso contar apenas em uma mão. E, ainda assim, não sei se posso ser verdadeira com eles. Uma palavra atinge, fere, frustra, repele.

Sim, sou exatamente o que tu queres. Porque sei ser o eterno oposto do que você espera que eu seja.

O poeta dizia que era trezentos, trezentos e não sei quantos. Eu sou apenas duas: a verdadeira e a outra, tão calculista que às vezes me aborreço até a náusea. Me deixa em paz! peço e ela se põe a uma certa distância, me observando e sorrindo. Não nasceu comigo mas vai morrer comigo e nem na hora da morte permitirá que me descabele aos urros, não quero morrer, não quero! Até nessa hora ela vai me olhar de maxilares apertados e olho inimigo no auge da inimizade: “Você vai morrer sim senhora e sem fazer papel miserável, está ouvindo?” Lanço mão do meu último argumento, tenho ainda que escrever um livro tão maravilhoso... E as pessoas que me amam vão sofrer tanto! E ela, implacável: “Ora, querida, as pessoas estão se lixando. E o livro não ia ser tão maravilhoso assim”.
É bem capaz de exigir que eu morra como as santas.

Lygia Fagundes Telles
Um coração ardente. São Paulo: Companhia das Letras, 2012.

Nota: Trecho do conto O dedo.

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É que eu não sei gostar em segredo, por isso te conto todas as bobagens que sinto.

Eu sinto saudade de você, sinto vontade de te ver, e não sei como evitar; você não se importa comigo, diz que eu não ligo, só pra me julgar.