O Poema eu sei que Vou te Amar Inteiro
As almas mais escuras não são aquelas que existem no inferno do abismo, mais sim aquelas que vagam silenciosamente entre nós.
Desejar o passado não irá trazê-lo de volta. Só existe um presente que se constrói, enquanto o passado se retira.
Hoje o nosso " BOM DIA" Especial vai para você, Parabéns pelo seu Aniversário, que Deus Abençoe você e sua Família com tudo de Bom que a vida tem pra oferecer, com muita Saúde, Paz e Prosperidade.
As flores são frágeis. São ingênuas. Tentam se assegurar como podem. Julgam-se terríveis pelo seus espinhos.
Cada um carrega dentro de se uma angústia primordial, que deriva da falta de respostas para as perguntas essenciais: de onde eu vim? para onde eu vou? e porque estou aqui?
Empatia é fraqueza. Fraqueza é vulnerabilidade. A cada passo do caminho, pergunte a si mesmo: "O que eu ganho com isso?"
‘’Retrovisor nos mostra o que ficou, o que partiu, o que agora só ficou no pensamento
Retrovisor mostra meus olhos com lembranças mal resolvidas
Mostra as ruas que escolhi
Calçadas e avenidas...
Retrovisor é o que passou e muitas vezes ninguém viu.
Deixa explícito que se for pra frente, coisas ficarão pra trás
A gente só nunca sabe que coisas são essas!’’
Verdade de minha alma.
A melhor maneira de viver,
É viver em Ti.
Que é a fonte do amor,
E que me faz prosseguir.
É a verdade de minha alma.
Essência do meu existir.
Criaste-me por amor,
Para eu amar em Ti.
Se vivo é porque
vives em mim.
E hoje vejo que
meu maior desejo
é repousar em ti.
"No meio da euforia
Aquele alguém me protegia
Mas não foi por acaso
Que o encanto se quebrou
O tempo foi gastando
O que não era pra durar
Como se eu soubesse
Não era amor pra todo dia."
Poetry
Poesias de velho
Uma canção para poucos
De amor sofri quase nada
De dor foi um terror.
Amor meu, criança dengosa.
Minha chata apetitosa
Beije-me, amenos me olhe.
Mais meu bem, meu bem, não vá mais sem dizer adeus.
Poesias para poucos
Uma canção de velhos
De amor jamais sofri
Mais das dores tive todas
Pequena minha, minha outra vez amada.
Não diga nunca, diga sempre, e nunca o fim.
Ser forte é a única saída para os fracos.
Tudo se opõe, todos estão contra,
E simplesmente nasce um sorriso, rasgando todas as divergências,
Mostrando para o mundo que por mais
Que ele consiga causar feridas,
Ele jamais irá parar essa curtição chamada Vida.
"PROCURA-SE: Jesus de Nazare, galileu, 33 anos, moreno, barba e cabelo ao estilo hippie, cicatrizes nas mãos e nos pés. Acompanhado por doze marginais, leprosos e um bando de mendigos, escandalizado as massas com frases tão revolucionárias como:
amai-vos uns aos outros e
perdoai a seus inimigos.
Quem encontrar siga seus passos.
Recompensa: a eternidade."
Que mundo é esse tão cruel que a gente vive?
A covardia superando a pureza
O inimigo usa forças que oprimem
Oprimem
É, vai na paz, irmão, fica com Deus
Eu sei que um dia eu vou te encontrar
Valeu menor, espera eu chegar!
o fato é que, quando dois covardes se encontram
e se amam
o mundo chora
deus chora
por ter que enxergar
de perto
o emaranhado da paixão se desfazer
até virar pó.
não coexistiremos jamais.
Folha Morta
A manhã de outono, varrida pela ventania, anunciava o inverno que daqui a pouco chegaria, o salgueiro quase desfolhado, um estranho "Ser" parecia, já era tardinha e sua última folha caia.
Outrora verde, macia, agora, sem vida, sem cor, a última folha morta, do salgueiro se despedia, sem destino certo, levada pelos ventos, perdida entre prados e cercanias, uma nova história escreveria.
Nessa viagem que a vida é, nas breves paradas, transformada, muitas coisas viveu, a folha morta, da chuva o besouro protegeu, um casulo em sí, a lagarta teceu, com outras se juntou, o ninho da coruja se formou.
Folha morta largada ao léu, entre a terra e o céu, se fez leito pro viajante errante que sua amante deixou, amanheceu o dia, o vento que nada sabia, pra longe a levou, a folha morta, do salgueiro lembrou.
Nessas andanças, arrastada de lá pra cá, a folha morta seus pedaços, aos poucos perdia, não reclamava, ela sabia que outras vidas servia, lá no fim da tardinha, solitaria, em algum lugar se escondia.
Ela mesmo morta vivia, levada pelos ventos pra casa voltou, debaixo do salgueiro, em mil pedaços se deixou, adubando a terra, o salgueiro alimentou, na sombra frondosa sua história terminou.
Autor
Ademir de O. Lima
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