O poder
O poder autêntico é o direito de desabar em lágrimas, para então, da própria lama, emergir por escolha e não por obrigação.
O passado só tem poder sobre você se a sua memória for mais forte do que a sua vontade de seguir em frente.
O verdadeiro poder é não ter que provar nada para ninguém, exceto para a sua consciência silenciada.
O dia chuvoso tem o poder alquímico de lavar a poeira da alma que a luz do sol insiste em manter visível.
A Ganância dos políticos-influencers pelo poder é proporcional ao medo dos asseclas descobrirem que podem pensar.
Essa ganância toda não nasce apenas da vaidade em brincar de governar, mas da necessidade de manter intacta a ilusão de que seus seguidores não precisam pensar por conta própria.
O combustível desse projeto é a entrega constante de mais do mesmo: discursos previsíveis, inimigos de ocasião e soluções fáceis para problemas complexos.
Já nem se trata de convencer, mas de reafirmar.
A cada frase repetida, a cada promessa reciclada, alimenta-se o viés de confirmação que sustenta a lealdade cega.
Os seguidores não buscam novidade — esperam ouvir aquilo em que já acreditam, embalado em palavras que reforcem a sensação de estar no famoso caminho das pedras.
Nesse círculo vicioso, o medo dos políticos-influencers é que um dia, seus asseclas percebam que a Liberdade de Pensar por conta própria vale muito mais do que qualquer discurso pronto.
Porque quando a mente se abre para além das trincheiras, a dependência do “líder” deixa de fazer sentido.
E é justamente aí que a fragilidade do poder deles se revela.
Jesus Cristo, Sócrates e Confúcio são os únicos viventes que têm o poder de serem dignos da minha admiração.
_____Sim__
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Às vezes, o que mais dói ao estar numa guerra é não poder gastar energia noutras guerras.
Porque o que mais dói ao estar numa guerra não é apenas o confronto em si, mas a renúncia silenciosa que ela nos impõe.
Toda guerra consome foco, tempo, fôlego e até alma.
E, enquanto lutamos para sobreviver a uma, somos forçados a abandonar outras batalhas que também nos chamam…
Afrontas ignoradas ou engolidas, goela abaixo, sonhos adiados, causas esquecidas ou abandonadas, afetos que entram para a fila de espera…
Há dores que não nascem do ataque do inimigo, mas da consciência de que nossa energia é finita.
Escolher lutar uma guerra é, inevitavelmente, desistir de muitas outras.
Não por covardia, mas por limite.
O corpo cansa, a mente sangra, e o coração aprende, a duras penas, que não dá para estar inteiro em todos os fronts.
Talvez a maturidade não esteja em vencer todas as guerras, mas em reconhecer qual delas precisa, agora, da nossa presença de corpo e de alma.
As demais não deixam de importar; apenas aguardam um tempo mais habitável, quando lutar não seja apenas resistir, mas também voltar a viver.
Que possamos e saibamos escolher nossas guerras.
O poder de uma mãe é tão influente quanto um rio que corre em direção ao mar, até tornar-se um só com ele.
O abuso de poder sera uma falha de conduta ou uma amostra do estado psicológico.
E no estado de que se encontra o abuso torna se a tolerância religiosa ou racial ou ate mesmo intolerância sexual.
Para todos veredito é mesmo aplicação jurídica interna.
Então para todos efeitos são dados corretivo para isso não se repita.
Se um outro lado a penalidade jurídica seria dura com reclusão.
Então reflita antes de tudo..
Somos vítimas das circunstâncias.
O explorador de voto
E a falta do intelecto no julgo da politica.
Denota o poder do voto?
Compreende que o poder pode mudar suas vidas?
Monopólio familiar e seus benefícios de enriquecimento político!
A verdade deles e a sua verdade?
A sua escolha é sua da família que enriquece a cada instante no poder!
Suas experiências te jogam na ruas como um joguete político.
Quem é sábio obedece e quem desobedecer é um tolo que sofrerá as consequências...!
As prática da sobrevivência recolher lixo e reciclar.
Neste contexto a pobreza escolhar e a falta de oportunidades são pontos de dificuldades, do ensino, e a saúde pública precária entre outros problemas.
Fazem a cartilha do bom gestor,
O retro do desapego político.
O desligamento social
O abandono social.
Desordem mental..
São conjecturas do aspecto de alienação social e moral.
A festa da eleições no estado inerte político.
O favorecimento político surge...
Farra dos bois...
Novos capítulos de velhas práticas.
Fila do bom osso.
Esse moço boa gente ... !
Tem muito que trabalhar pela gente...
Muita conversa e poucas ações de cidadania.
Quatros anos se passam seus filhos abandonados pelo estado.
Sera obstáculo a vida melhor...?
País sempre será de uma dia tudo sera melhor?
o inferno esta vazio e os demônios estão no poder.
o povo é voz do povo o diabo está no poder,
os filhos da nação estão na guerra para que senhor da guerra ganhe um prêmio Nobel da paz.
quantas mães choram pelos seus filhos.
e filhos que nem nasceram vão conhecer...
os órfãos das guerras quem ira alimentar e criar essas crianças... filhos da ignorância de um homem.
sua ganância e luxuria viram paginas da história.
um líder ou imperador de mundo de fantasias...
nação soberba sobre outras nações libertador ou pirata do mundo a a que custo?
mais sangue e lágrimas?
essa é cara da liberdade?
um pais forte que sangra...
o símbolo da América é um corvo em cima de lápide escrito jas a democracia.
seus atos serão lembrados nas páginas da história.
Somente os que Pensam com a própria cabeça gozam do privilégio de poder Errar. Só eles podem rever seus Pensamentos.
Errar, nesse caso, não é sinal de fraqueza — é prova de autonomia.
Quem pensa por conta própria aceita o risco de se enganar, porque sabe que a verdade raramente se entrega pronta e definitiva.
Ela costuma surgir aos poucos, no atrito entre convicções, dúvidas e revisões.
Já os que apenas repetem ideias herdadas, emprestadas ou impostas, quase nunca se permitem errar.
Não porque estejam mais certos, mas porque não foram eles que pensaram.
A convicção, quando terceirizada, vira armadura: protege da vergonha de mudar, mas também aprisiona na incapacidade de evoluir.
Pensar com a própria cabeça exige coragem — a coragem de sustentar uma opinião sem aplauso imediato e, principalmente, a coragem de abandoná-la quando ela se mostra frágil demais.
É um exercício permanente de humildade intelectual, onde o orgulho não está em nunca falhar, mas em nunca se recusar a aprender.
No fundo, revisar um pensamento é um gesto muito raro de liberdade, enquanto os que tropeçam na ilusão da convicção, alugando suas cabeças, não podem sequer repensar.
Porque só quem constrói as próprias ideias possui também as chaves para reconstruí-las.
É muito mais do que projeto de poder, dinheiro e dominação, é sobre alugar as cabeças dos asseclas e ainda ser idolatrado por eles.
Porque o domínio mais eficiente não é o que se impõe pela força, mas o que se instala silenciosamente na mente.
É quando a narrativa substitui a realidade, quando a lealdade deixa de ser escolha e passa a ser reflexo condicionado.
Nesse estágio, não é preciso vigiar todos os passos — basta moldar a forma como as pessoas enxergam o mundo.
Quem controla o significado das coisas, controla também as reações a elas.
Há algo de profundamente inquietante nisso: a transformação de indivíduos em extensões de uma vontade alheia, repetindo discursos como se fossem pensamentos próprios.
A crítica vira traição, a dúvida vira fraqueza, e a obediência é celebrada como virtude.
Não se trata apenas de convencer — trata-se de ocupar o espaço interno onde antes — talvez — existisse questionamento.
E talvez o ponto mais perturbador seja justamente a idolatria.
Não basta seguir, é preciso admirar.
Não basta obedecer, é preciso defender com fervor.
A figura central deixa de ser apenas líder e passa a ser símbolo, quase intocável, blindado por uma devoção cega que dispensa evidências e ignora contradições.
Nesse cenário, o poder já não precisa se justificar — ele se sustenta pela fé.
No fim, a questão não é apenas quem exerce o controle, mas por que tantos se oferecem a ele.
O que leva alguém a abrir mão da própria autonomia em troca de pertencimento, de identidade, de uma sensação de certeza?
Talvez seja mais confortável habitar um mundo simples, com respostas prontas, do que enfrentar a complexidade incômoda da realidade.
E é aí que reside o verdadeiro risco: quando pensar se torna opcional, e sentir-se parte de algo maior substitui a necessidade de compreender.
Porque, nesse ponto, o poder já não precisa conquistar espaço — ele já está instalado, silencioso, dentro de cada cabeça alugada.
Aí o cansaço vem e toma conta, e o que o a alma mais quer é poder descansar e enquanto balança seu corpo na rede do tempo, seus sonhos viram desenhos nas nuvens do céu.
Na vida tudo tem uma razão muito forte. Precisamos entender o seu significado para poder compreender o mistério envolvido ao nosso redor.
A Voz interna
Há dentro de mim uma voz que me chama sem cessar. Essa voz tem o poder de me tirar do eixo e me deixar fora de mim. Tento me conectar a ela e entender o que está acontecendo. Tento reorganizar minha vida. Tento interiorizar tudo que me atormenta.
Tento eleger um guia para me ajudar a caminhar sem me perder no meio do caminho; tento compreender essa voz e negociar com ela. Sentar em um lugar tranquilo e perguntar o que ela quer de mim.
Esta pressão é uma loucura. São tantas provocações, tantas buscas para entender todo o processo. Sei que algo está confuso, mas é difícil olhar para dentro. Quero ser alguém sem fantasmas. Alguém menos complexa. Ter o poder de comandar a própria vida sem que essa voz interfira.
As idas e vindas são um mistério. Todos os dias tem novidades. Há algo que pressiona minha cabeça de tal forma que, por instantes, penso que a morte chegou para me buscar. Quero muito entender esse emaranhado que mais parecem fios e mais fios – como aqueles que vemos nos postes de ruas: olhamos e não conseguimos compreender como funcionam.
Todos os dias, antes de entrar em casa, deixo para trás tudo o que pesa. Tiro os calçados, as roupas, e me banho de paz e harmonia. Depois do banho, visto roupas leves e, com os pés descalços, caminho pelo jardim. Observo os verdes vales naturais formados entre as montanhas e me delicio com tanta beleza.
Diante de tudo isso, fico mais calma. Parece-me que a voz se afasta – ou talvez tenha se cansado de mim. É somente com a mente vazia que consigo me libertar e seguir em frente.
Quando me entrego de alma e espirito, limpo a mente e faço a voz se calar. Ela sai de dentro de mim, e eu me sinto leve. Consigo enxergar além da carne. Consigo entender muitas coisas e caminhar pelos verdes vales apenas sentindo o aroma do fim de tarde.
Rita Padoin
"A fama pode te dar o melhor lugar à mesa, mas só a Riqueza Trilionária te dá o poder de ser o dono do banquete e convidar quem você ama para compartilhar a abundância."
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