O novo

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Cada segundo pode ser um novo começo sempre. Cabe à você escolher.

Flávia Abib

Conhecimento
O que aprenderes em novo, em velho não te fará falta

Quando você muda tudo ao redor precisa encontrar um novo lugar.

⁠" Cada dia um novo amor
o sabor ?
nenhum...

⁠⁠ Sempre te deixarei partir,
mesmo sabendo que o novo caminho,
pode estar cheio de grandes e ótimas novidades,
o que não me permito,
é te ter ao meu lado,
sem ver em teu semblante,
o sorriso bonito e fácil da felicidade...

Dá pra pintar um novo amanhã, mas as tintas e pincéis não podem ter memória...

Entre o medo e a intensidade: amar de novo assusta


Estou tendo crises de ansiedade por causa do amor. Não exatamente do amor em si, mas do que ele carrega: o medo de não ser recíproco, o medo de depositar tudo na pessoa errada outra vez. Já aconteceu antes. A leonina levou minhas energias como quem apaga uma luz sem aviso e deixou o coração em pedaços, tantos que reconstruí-lo pareceu um trabalho manual, lento, quase solitário. Voltar a acreditar foi um ato de coragem silenciosa.


Agora existe a dúvida. E a dúvida cansa. O que sinto é real ou apenas um eco da própria carência? Ainda mais quando a escorpiana, dona absoluta dos meus pensamentos, mora a 888 quilômetros de distância. A distância cria fantasmas, amplia sentimentos, confunde certezas. O que parece destino às vezes soa como invenção da mente. E, ainda assim, algo insiste, como se o universo tivesse empurrado os fios do acaso e colocado tudo exatamente nessa linha tênue onde tudo pode ser verdade ou não.


Há também o excesso. Deposito demais, sinto demais, calo demais. As palavras se acumulam até virarem peso, e falar parece sempre um risco. Existe o medo de não ser aceita, de parecer intensa demais, emocionada demais. Mas isso não é um desvio de caráter, é essência. Sou de Aquário, sim, mas feita de extremos. Oito ou oitenta. Ou tudo, ou nada.

Senhor Romeo

Senhor Romeo,
eu fiz isso de novo.
Um ano em cada dez
consigo lidar com isso.
Sou uma espécie de milagre ambulante
minha pele ainda intacta,
como se não tivesse aprendido
a lição do fogo.
Diga-me:
quantas vezes se pode morrer
dentro da mesma casa
sem que a vizinhança desconfie?
Colecionei pequenas mortes
como quem guarda cartas não enviadas.
Dobrei cada tentativa frustrada
e a escondi na gaveta do criado-mudo,
junto aos comprimidos
e aos retratos
onde ainda corríamos
como dois atores mal pagos
ensaiando eternidade.
Você dizia:
“amor é resistência.”
Eu resisti
até virar ruína.
Sempre havia um copo quebrado na pia,
uma frase suspensa no ar,
um silêncio armado
apontando direto para o meu peito.
Tentei ser um incêndio manso.
Tentei ser água morna.
Tentei ser o homem que não sangra
quando cortado por palavras.
Mas cada tentativa
Era um ensaio de funeral.
O primeiro amor morreu de frio
faltaram cobertores e coragem.
O segundo morreu de excesso
amor demais é veneno doce,
colherada de açúcar
numa garganta já em chamas.
O terceiro?
Ah, Senhor Romeo
o terceiro fui eu.
Enterrei minha voz no jardim.
Plantei rosas sobre os gritos.
Aprendi a sorrir de dentes cerrados
para que ninguém visse
a hemorragia discreta
escorrendo pela alma.
Quantas vezes se pode voltar?
Quantas vezes se reconstrói
uma casa incendiada
com os mesmos fósforos?
Você me chamava dramático.
Eu me chamava de sobrevivente.
Havia espetáculo na minha dor,
confesso.
Eu me levantava das cinzas
com as roupas ainda fumegando,
a barba desgrenhada
como se fosse condecoração.
Olhem
eu ainda estou aqui.
Mesmo depois de vocês.
Mas sobreviver
não é o mesmo que viver.
À noite
deito ao lado do vazio
e ele respira melhor que qualquer amante.
O vazio não promete.
Não mente.
Não diz “para sempre”
com a boca cheia de vento.
Senhor Romeo,
há um cemitério em meu peito
onde cada “nós” fracassado
Tem uma lápide discreta.
Aqui jaz
a tentativa de diálogo.
Aqui jaz
a paciência.
Aqui jaz
o homem que acreditava
que amor era salvação.
Aprendi tarde demais:
amar não ressuscita ninguém.
Amar não cura abismos.
Amar não transforma homens
em porto seguro.
Às vezes,
amar é apenas outro nome
para se oferecer em sacrifício
num altar que ninguém pediu.
E ainda assim
olhe para mim, Senhor Romeo
eu me levanto.
Com as mãos queimadas.
Com o coração em carne viva.
Com a dignidade remendada
como roupa antiga.
Eu me levanto
não por eles,
não por você,
mas por essa centelha obscena
que insiste em pulsar
mesmo depois de tantas mortes pequenas.
Talvez eu seja feito
de matéria reincidente.
Talvez eu goste
do gosto metálico do recomeço.
Ou talvez
apenas talvez
eu tenha descoberto
que a única relação que não fracassa
é esta:
entre mim
e o homem
que se recusa
a permanecer enterrado.

É melhor tentar algo novo do que ficar sempre fazendo as mesmas coisas e nunca descobrir algo novo.

A mais importante tarefa da liderança se constitui em mobilizar pessoas para inventar um novo futuro.


Líderes transformadores constroem novas visões que servem como fios condutores para que o futuro não seja uma simples repetição do passado.


Nessa dinâmica se assentam todas as grandes transformações vivenciadas pelas sociedades.

⁠Um novo dia, uma nova chance. Que tal tirar do papel os seus sonhos, a hora é agora.
Força, foco e fé.

⁠O futuro da humanidade depende de um novo planeta, está nas mãos da NASA.

Ano novo não é só mais um ano. É terreno fértil pra planos que ficaram guardados, projetos que pediam coragem, decisões que só você pode tomar. Acredite no processo. Confie no caminho. Siga em movimento. Faça acontecer.

Quando olho as estrelas, vejo meu reflexo. A alma tão brilhante me revela um novo aspecto. Ao meu redor, a música flui, suave e serena. Uma tarde tranquila, o aroma de café envevena. E junto a tudo isso, uma poesia no ar, um instante perfeito, pronto pra eternizar.

Essa busca por independência acabou criando um novo tipo de solidão. Os homens, muitas vezes inseguros, têm medo de serem traídos. As mulheres, mesmo sendo mais livres e fortes, podem se sentir presas pela pressão de ter que ser perfeitas em tudo. Mas, o que as pessoas mais querem é uma conexão de verdade. Sente-se falta de coisas simples: andar de mãos dadas, um abraço sem pressa, uma conversa que não vire uma competição. A vida ficou focada demais no trabalho e na imagem, e isso nos tornou pessoas eficientes, mas com o coração vazio.
O maior desafio hoje em dia é se permitir sentir. É não ter medo de parecer diferente. A felicidade está nessas coisas simples que a gente esquece no dia a dia.

Que o novo ano seja radiante como o seu sorriso e lhe traga alegrias tão intensas quanto a felicidade que sua amizade semeia em meu cotidiano. Que esta fase se inicie com muita saúde e com caminhos abertos para realizar seus maiores desejos.


Que a felicidade seja sua companheira constante e que a força superior guie sua trajetória, clareando seus caminhos e inspirações.


Que seu carisma toque muitos corações, pois seu brilho singular merece ser espalhado pelo mundo.


Jamais duvide do quanto você é valioso para mim e para todos que têm a sorte de cruzarem seu caminho.

Neoliberalismo: novo liberalismo sem a sabedoria e a eficiência do velho, mas com a falta de compostura que caracteriza a acumulação primitiva do capital e as pilhagens depois que a terra foi arrasada e a ética morreu, o que permite taxas de acumulação diretamente proporcionais à barbárie usada.

⁠Os valores não se acumulam: uma geração só produz algo novo pisoteando o que havia de único na geração precedente.

Senhor, se for preciso que eu me quebre de novo, que seja. Pois é nos estilhaços que descubro o homem que devo me tornar.

Sabedoria é esquecer tudo que já aprendeu e começar de novo; todos os dias.