O meu Amor foi em Vao
ama o Algoz
Num reinado, longe, mundo de Oz , uma donzela rejeitou o amor da sua vida que ela tanto sonhou e pediu.
Deus lhe deu maior bênção, a ela, que era o seu primeiro namorado,seu primeiro amor, que ela amava tanto.
Estranhamente ela ignorou, abandonou,e fez outra escolha, por medo, esquecendo que a vida e uma só, e que poucos teriam essa oportunidade na vida de ter uma pessoa a amando assim, de verdade a oportunidade de recomeçar, simplesmente ignorou tudo!!!
Paz e amor!!!
Autor desconhecido
Depoimento de um desconhecido, amor sem fim.
Eu não sabia que aquele era um bonito dia de sol! Até conhecer minha primeira noite escura e fria sem você, você foi...
A tua presença, que de mim não sai.
Sinto o cheiro doce da tua boca
Nascente pura do teu beijo molhado.
Que triste noite
Fria e chuvosa
E tudo estava tão escuro
E vazio
E triste
E não havia ninguém pra me escutar
O silêncio permanecia,
Olhava para um lado
Olhava para o outro, não via você.
Mesmo se eu tentasse gritar
Não iria ouvir as palavras que eu queria
Quantas lágrimas caídas
Embutidas dentro da minha face.
Parecidas com a chuva fina
Quantos gritos calados na noite
O sangue em minha ferida aumentava.
Escorre por entre as mãos
O futuro incerto
Me recordo, e ficou na minha mente.
Meu primo me falou...
"Se vc estiver vivo,
Ela poderá voltar prá você
E ser sua".
O tempo passou
Você veio cheia de dúvidas
E indagou
Se eu senti alguma coisa por vc no passado
Em conversa demonstra
Que ainda você quer viver pra mim.
Autor desconhecido.
AMOR
Um amor que não é presente não tem laços, nem nós, nem fitas que o prenda, a embalagem é suspeita, logo não tem data especial. E o que seria? Uma invenção do coração que sempre anda a espreita achando que tudo pode suportar.
Amor é neve em avalanche sobre piso de sal, o desfecho derrete, lágrimas, enchente e destroços trás ao coração.
Em meus pensamentos uma invasão desordeira sem gestão e livre, inflama este fio de amor em discrição, meu riso silencioso escapa e me compromete: Enigma em ventos de observação não se rir.
Nosso amor nasceu na distância e ao tempo sobrevive, por que nasceu primeiro no céu, em noite de lua e estrelas impossíveis...
Um amor...
Um amor que chegou como ventania de outono, nada espalhou mas juntou tudo dentro de mim, até as cinzas das antigas ilusões, este amor as soprou e no palco do meu coração as fez dançar.
Um amor que chegou em noite de primavera em um estender de mão, derrubou as portas da minha desabitada morada, dobradiças e fechaduras em ferrugem tiniram ao chão. Quem ousaria entrar neste coração em ruínas?
Coração adormecido despertou, viu entrar pelas portas e janelas o clarão de um luar sem reserva, estrelas de prata se davam em bandeja a outro céu. Era você, era o amor.
Hoje o coração arredio baila, vendo as ruínas levantadas, as veses chora sem consolo vendo o amor em ventania ensaiando suas asas para voar.
FIQUE! Mas por favor, só fique se ficar por inteiro.
Nunca mais ACREDITO no amor, desde o dia em que apressada em marcha ré fui chorando o adeus. Aquele adeus que não pôde dizer parada olhando o seu rosto.
POR ELE
Por ele não quero sentir amor e nem ódio, não quero ser juíza, promotora sequer defensora desses dois impostores.
Por ele não quero sentir paz e nem guerra, não levanto bandeira branca como perdedora e nem bandeira vermelha em regulamento interno confidenciado.
Por ele não há mais lágrimas e nem sorrisos, as lágrimas em estado gasoso suspensas no diário dos sonhos se negam ao processo neste rosto fechado que se esconde no negrume da noite.
Por ele não quero o ontem nem o amanhã, preferiria o hoje com a liberdade de não lembrar aquelas paisagens, momentos e legendas que permitir acontecer. Quero o hoje de graca, sem preço algum para desmontar os castelos que criei fundamentado num amor que se foi sem explicação. Queria hoje anular os planos que fiz para o amanhã, aventuras desenhadas na linha mais rara do horizonte em fantasias de prosa e verso. Hoje quero me achar, me amar e flutuar isenta daquele prefácio e desse tédio que não sei decifrar.
UM AMOR QUE SOBRESSAI
No outono é ventania, levanta as folhas e desnuda o improvável, seu gemido é uma canção que faz bailar a emoção e sobressai.
No inverno é esperança da mais atrevida e ácida, meu pé de hortelã em concorrência cobre-se de puro ardor, vendo meus olhos prostrados na estrada esperando seu retorno sem sucesso. Meu lábios no frio rachados em dor, eleva-me a ilusão de viajar no peito seu e sobressai.
Na primavera a fragrância das flores desce com o amor deslizando no rio cego da noite, segue a risca a correnteza transborda de desejo o coração e sobressai.
No verão entre os pingos pesados da chuva o amor chora e ninguém ver, na noite de lua prateada sonha, debaixo do pisca pisca estelar que torce incansavelmente para que, num dia de praia e sol, ouriço e arraia, vencida a guerra em posse de medalha, o amor não mais sobressaía será coroado.
Que a brisa suave da noite acaricie suas portas, e entre os dedos do amor passem toda esperança de um novo amanhecer, carregando em suas asas os raios de um sol dourado colorindo aos teus olhos a canção da vida.
E se o amanhã chegar, que eu me envergonhe desse amor choxo de hoje e possa amar com um amor mais solidificado.
Guardei os segredos da manhã, a musa inoscente á revelá-se. O amor chega em nau longínqua, arrasta tarde adentro sentimentos fugitivos que des culpado procura a escuridão da noite fecha os olhos a neutralizá-se.
Não podem prender o amor!!!
Se condensa no ar.
Acena pra fora.
Tem asas por dentro.
O melhor a fazer é deixá-lo ir, quando tomar impulso.Visto que nenhuma corrente pode sustê-lo, e permitir que fique espontaneamente, para que na vida misture as cores e defina os sentidos.
O respeito á natureza é patriarca, é carro chefe, é amor singular que protagoniza a vida. Sem ele não não existe outros respeitos.
Cada novo dia é um recomeço efêmero para quem ama.
Porque no amor não existe exatas...
Somente indefinidos
_____Leonice Santos
A caça:
Eu leoa sem alcatéia, sem estratégia, mirei-te na emboscada, neste amor campestre, embrenha-me em ti, a quilômetros de mim.
O Amor que Permanece
Amar quando tudo vai bem é simples. Quando os dias são iluminados, as risadas vêm fácil e as palavras fluem sem esforço, o amor parece leve, quase natural. Nos momentos de festa, nas viagens inesquecíveis e nas celebrações, amar é um prazer espontâneo. Mas e quando os dias se tornam nublados? Quando o outro se perde dentro de si mesmo? Quando as palavras machucam mais do que acolhem, e os silêncios gritam mais alto do que qualquer conversa?
É nesses momentos que o amor se revela. O amor verdadeiro não se prova na euforia, mas na tempestade. Ele não depende da reciprocidade imediata nem da perfeição do outro. Ele escolhe ficar quando a razão diz para partir. Ele entende quando o outro não consegue se entender. Ele permanece mesmo quando não há nada para oferecer além da própria presença.
O amor real não exige dias ensolarados para existir. Ele floresce nas noites mais escuras, cresce nos terrenos mais áridos e resiste ao vento forte das dificuldades. Ele não se abala diante das imperfeições do outro, mas as abraça. Ele não desiste quando o caminho se torna incerto, mas caminha junto, mesmo sem enxergar o destino.
Porque amar de verdade não é sobre ter sempre borboletas no estômago. É sobre ter raízes profundas. É sobre ser abrigo, ser paciência, ser fortaleza. O amor que resiste ao tempo e às dores é aquele que não se esgota na dificuldade, mas se fortalece nela. É aquele que cuida, que suporta, que permanece.
Porque amar, no fim das contas, não é apenas sobre sentir. Amar é decidir. Decidir ficar, decidir compreender, decidir lutar, mesmo quando tudo parece dizer o contrário. Esse é o amor que vale a pena. Esse é o amor que transforma. Esse é o amor que, acima de tudo, permanece.
