Frases sobre o medo e suas consequências

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Não deixe o medo te dominar, porque ao mesmo que te domina, também te prende a rotina e suas consequências.

Um dia quando era criança ousava, corria sérios perigos, e no meio disso tudo me divertia. Podendo hoje expressar que tive uma infância magnífica, por ter vivido tantas coisas. E depois de uma certa idade até me questiono como ainda estou viva por inúmeros perigos que corri sem saber. Andei pensando e acho que o erro do adulto é saber demasiadamente das coisas e das suas consequências, e com isso descobrir o medo e viver em torno dele.

Inserida por BillaPontes

É impressionante o que deixamos de fazer pelo simples medo. Às vezes queremos muito algo, almejamos por tempos, mas quando iremos executar, travamos. O que antes parecia ser tão certo, começa a parecer errado, ou não tão certo assim. Começamos a pensar nas consequências, nas mudanças que poderá trazer, nos erros, mas esquecemos que também podem haver acertos.

Inserida por aguiaazul

Em Silêncio

Às vezes em silêncio
Paro e penso
Penso em tudo
E no silêncio
Nada me vem
Procuro respostas para as minhas perguntas
e... Eu as não encontro
É tudo muito confuso
Tenho dúvidas
Muitas perguntas
Poucas respostas
E na dúvida
Acabo por não fazer nada.
Muitas decisões a tomar
Mas o medo das consequências...
Me deixa maluca.

Inserida por ElaneLopes

Algumas pessoas passam a vida inteira sem conseguir tomar muitas decisões, sem querer se comprometer, sempre com medo das consequências de tentar algo novo. É claro que essa própria postura é, em si, uma decisão. Sempre chegamos a algum lugar, por resultado do nosso esforço ou pela falta dele. Contudo, fazer algo novo é muito difícil.

Inserida por pensador

'⁠Podemos fugir do medo o resto da vida e não "construir" nada. Ou podemos encarar, sair da zona de conforto e criar algo inimaginável para nossa versão do presente. A escolha é 100% nossa!'

Inserida por AlexandreWeimer

O homem sensato evita a guerra não porque tem medo dela, mas porque sabe guerrear e tem a total consciência das consequências disso.

Inserida por danmelga

⁠Todos queremos nos proteger de algo, mas cuidado, algumas atitudes são mais perigosas do que não fazer nada.

Inserida por LeonardoBrelaz

Às vezes temos medo da mudança, e das consequências que podem surgir com algumas escolhas nossas.

Não existe atitude sem coragem e não existe coragem sem consequências, o medo nos faz pensar, refletir e nos faz calcular os riscos, mas, sem atitude, a engrenagem não funciona e seremos apenas pensadores incapazes de saber se nossas conclusões realmente fazem ou farão sentido.

O medo das consequências faz com que o homem utilize de meios dissimulados para não sofrer com seus próprios atos!

O que importa se não tens medo, afinal não é preciso temer para sofrer as consequências.

⁠Os homens desta terra iniciaram as suas próprias guerras, e por consequência dos seus atos e medo do fracasso iniciam a sua própria paz.

(Josi JL)

Se mulheres vivem com medo,
é porque ainda existem homens vivendo sem consequências.

"Será que você não faz o mal porque é bom, ou apenas porque tem medo das consequências?"

Somos controlados e manipulados através do medo das consequências.

Quanto mais medo tem das consequências, mais controlável você é pelos outros.

O medo das consequências de viver o que quer obriga as pessoas a viver presas no que não quer, por medo.

Quando o caráter é definido pelo medo das consequências, não é caráter, é medo.

As pessoas, geralmente, só não fazem o "mal" pelo medo das consequências — seja a consequência que acreditam ter após a morte ou a consequência que recebem em vida mesmo. Já outras pessoas são naturalmente boas por natureza, não fazem o mal, mesmo se houvesse a oportunidade. Então, é sempre bom rever o próprio caráter, a própria personalidade, as próprias intenções, o próprio ser, e desenvolver em si mesmo aquilo que você de fato é ou quer ser, mas não por medo de consequências, e sim por vontade, por coração, por si mesmo.

Tem pessoas que só fazem o "bem" por interesse — interesse de ser "privilegiado", de "receber", de "ganhar", de "conseguir" dos outros. E isso não é, interpretamente falando, uma pessoa "essencialmente boa", entre aspas, quando só se faz com esse objetivo, e sim uma "pessoa interesseira", fingindo ser boa ou mostrando ser interesseira mesmo. Ou seja, não desenvolveu naturalmente o sentimento puro, leve, doce, amoroso de ser. Não percebeu que, pra isso, não precisa da expectativa de receber algo em troca ou temer as consequências se não fizer, e que basta, essencialmente, seguir o próprio sentimento, deixar fluir naturalmente as intenções, enxergar os próprios comportamentos, respeitar a própria vibração pessoal sobre qualquer situação, parar de se controlar e apenas ser, indiferente dos atos. Pois a essência de si mesmo é fluxo, natural, espontâneo, se desenvolve assim, e não se controlando pra não ser.

Por exemplo, tem pessoas que têm o ato de ajudar alguém a se levantar, mas têm a intenção de ajudar a levantar porque têm como objetivo ter algo em troca depois...

Tem pessoas que têm o ato de ajudar alguém a se levantar, mas a intenção era apenas ajudar a levantar, pois não têm como objetivo algo em troca...

Então, existe uma diferença entre uma pessoa "boa" e uma pessoa "interesseira", que só faz o "bem" por interesse.

A "boa" tem como intenção o ato do momento, e mesmo que receba algo em troca, a intenção era o ato, não a expectativa em receber.

A "interesseira" tem como intenção receber algo depois do ato, e se ela não recebe em troca, cobra, pressiona, joga na cara, abandona, larga, chantageia, diz que não fizeram por ela.

Não que eu esteja julgando ou definindo o que é "bom" ou o que é "ruim", o que é "interesseiro" ou o que "não é". Até porque, pessoas mudam. Às vezes, estão em um dia bom, às vezes, em um dia ruim. Não é uma regra, é uma análise do momento. Às vezes, a pessoa fez de coração agora e, daqui a cinco minutos, por interesse, no qual irá cobrar em seguida. Novamente repito: não é uma regra, é uma análise do momento. Apenas uma interpretação rasa de uma situação hipotética pra você discernir a diferença de quando alguém é e quando finge ser pra dizer que é. Pra você discernir a diferença de quando alguém fez por interesse e quando fez por vontade própria, por coração.

Às vezes, somos ruins; às vezes, bons; às vezes, interesseiros; às vezes, não. Porém, é bom ter o olhar aprimorado nas situações desses momentos, saber quem finge, saber quem é. Pois, quando nosso olhar é turvo, embaçado, cego, a gente acaba olhando apenas quem não era pra olhar, apenas porque a "aparência", as "miragens" vistas dos nossos olhares cegos aparentavam ser verdadeiras, boas de coração. E nisso, nos iludimos com quem não deveríamos, por ser fingimento, falso, e deixamos de ver quem era pra enxergar: os verdadeiros de bom coração.

E quem olha é o próprio sentimento, não a impressão dos olhos.

Pois os olhos têm o interesse de olhar o que aparenta ser.

O sentimento sente o que de fato é.