O maior Gesto de Amor
Platônico - nome esquisito para o mais puro sentimento, o amor sem pele, sem interesse, sem jogos, só completude da alma.
O amor nunca morre, nunca se vai embora, nunca esmorece, desde que não o deixemos partir.
Escrevo-te, reescrevo, tri escrevo na esperança de alongar o meu amor e fazer com que ele te alcance.
Apesar de suas doces loucuras
Das brigas tão tolas, tão absurdas
Nosso amor se supera
É constante é de pedra.
A medida que a noite se aproxima,
faz-me de novo lembrar
que a alma que caminha no amor,
não descansa nem se cansa.
Eu quero você pra mim, eu juro que te farei feliz meu amor, mesmo que isso custe a minha felicidade, minha vida é você, mesmo que eu não queira, mesmo que eu lute contra isso, eu já não posso mais seguir sem você. Por favor, me dê um chance de provar o quão eu posso te fazer sorrir, eu quero estar ao teu lado; nos bons e maus momentos. Eu quero te beijar, te abraçar, eu quero ter você. Dormir e acordar ao teu lado. Sentir teu cheiro, sentir o sabor do teu amor. Ser pra você a melhor coisa que já aconteceu em sua vida. Nunca te fazer sofrer, chorar talvez, mas apenas de felicidade. Calar uma de nossas brigas com um “eu te amo” ou com um beijo. Usar teu casaco e te abraçar para também não sentir frio. Te chamar de meu amor, meu pequeno, meu lindo, meu bebê, minha vida, meu neném. Meu, eternamente meu. Te amar, simplesmente te amar imensamente.
Há pecado até na nossa santidade, há incredulidade na nossa fé; há ódio no nosso próprio amor; há lama da serpente na mais bela flor do nosso jardim.
Prefiro não me apegar ao amor de ninguém, amor pra mim tem prazo de validade, hoje a pessoa diz que te ama, amanhã arruma uma pessoa melhor e não fala mais com você.
Não te Amo
Não te amo, quero-te: o amor vem d'alma.
E eu n 'alma – tenho a calma,
A calma – do jazigo.
Ai! não te amo, não.
Não te amo, quero-te: o amor é vida.
E a vida – nem sentida
A trago eu já comigo.
Ai, não te amo, não!
Ai! não te amo, não; e só te quero
De um querer bruto e fero
Que o sangue me devora,
Não chega ao coração.
Não te amo. És bela; e eu não te amo, ó bela.
Quem ama a aziaga estrela
Que lhe luz na má hora
Da sua perdição?
E quero-te, e não te amo, que é forçado,
De mau, feitiço azado
Este indigno furor.
Mas oh! não te amo, não.
E infame sou, porque te quero; e tanto
Que de mim tenho espanto,
De ti medo e terror...
Mas amar!... não te amo, não.
Quando se trata de coração sou exigente e assumo, só aceito se for amor, qualquer outro derivado eu dispenso.
