O Impossivel So Existe no Vocabulario dos Fracos
O diabo existe e tem suas filiais. A minha maior preocupação é quando identifico o que é diabólico em mim e é alimentado pela minha rotina – explicou. – Sobre exorcismo, eu digo não. Cada um que expulse o diabo que criou. O diabo é seu, somente você tem autoridade de tirá-lo da ação. Se eu fico pensando no diabo como uma instância, eu perco a responsabilidade de reconhecer em mim o que é diabólico. Eu tenho atitudes diabólicas, você tem também.
Existe uma frase em latim que me chama muito a atenção: "Carpe diem", ou seja, "aproveite o dia".
Aproveite ao máximo o agora, ou até mesmo aproveite o tempo presente, usufruindo dos momentos de agora antes que eles vão embora, sem pensar no mundo lá fora.
Existe sim, dor no amor. Mas não no próprio amor. O verdadeiro amor é intocável. Ele nasce, cresce e, sim, pode acabar. E é justamente nesse momento, que a dor aparece e em vários momentos.
Sentir a dor de se perder um amor é necessário, como tomar água para matar a sede.
Primeiro vem a dor de quando a relação acaba. O desejo acabou para a outra pessoa. Você tem que se acostumar com a ausência dela. Isso é difícil. Entender que os velhos costumes não vão existir mais. Que aquele restaurante que vocês frequentavam juntos ficou no passado. Que as conversas até de madrugada não vão acontecer mais.
Com o tempo, surge outra dor. A dor de perceber que a vida pode ser interessante novamente. Talvez com outro alguém, com novos amigos desse outro alguém, com a nova família desse alguém. Aí dói. Por que estamos acostumados ao amor daquela outra que amamos, que nos foi retribuído e vivido intensamente. E você acha que amor igual a esse nunca mais vai ter na vida. Por que era tão bonito, tão verdadeiro, impecável. Você não quer abrir mão daquilo que já viveu. Mas essa é a justamente a questão: já foi, já viveu.
E na verdade, é só o medo de recomeçar que assusta. Você já não ama aquela pessoa mais, como antes, mas gosta do amor que sentia por ela. Se admira por isso. Se admira por tudo o que viveu.
A última dor é a dor de sentir que esse amor já não está mais dentro de você.
Não existe humor pior do que o contínuo.
Há momentos para a alegria, mas o resto do tempo pertence à seriedade.
A fé move montanhas, mas é a coragem que move você. Portanto, não existe fé sem coragem! Ande na fé e acione sua coragem!
Difícil e doloroso é sentir-se vazio ou incompleto, mas ao mesmo tempo saber que ainda não existe espaço para complementos.
Eu acho que ser mulher é a coisa mais bacana que existe.
Nós somos complexas. Levemente malucas. Fofas. Temos obsessões por coisas que só nós entendemos.
Morremos de frio quando a temperatura desce míseros grau.
E viramos onças, quando preciso.
Eu tenho orgulho de ser mulher.
Amor não tem distância
Não existe amor à distância.
A distância está entre pessoas, coisas,
sentimentos não.
Portanto, há pessoas distantes que se amam.
Portanto, o amor é sempre o mesmo, inalterado frente ao espaço,
posto que à pessoas, à coisas, se medem distância
ao sentimento não.
Sentimento implica sempre presença,
e não distância, e nunca ausência.
E ainda bem que existe a memória, que nos traz de volta os dias bem vividos, os sonhos realizados, os velhos sorrisos dos bons amigos e as boas lembranças que não nos deixam mais.
