O Impossivel So Existe no Vocabulario dos Fracos
Você é meu sonho bom.
Só tenho olhos pra você.
Não aguento mais sofrer.
Eu quero ser feliz,
Mas não sei se a minha
Felicidade está do seu lado.
Quero muito que ela esteja,
só assim meu sofrimento vai
embora. E eternamente estarei do seu lado...
Acho engraçado como a poeira está no ar o tempo todo, mas a gente só a enxerga de verdade quando existe um feixe de luz.
Ser amigo significava compartilhar coisas nas quais se acredita, e não fazer o
papel de quem só está ali para satisfazer as vontades de uma ou mais pessoas. E,
se você não consegue perdoas as fraquezas dos seus amigos, é melhor ficar sem
eles.
Sei la as vezes parecem que tão me engano, pressentimento quem sabe, só queria respostas pra todas essas perguntas que veem na minha cabeça, é só medo de ser enganado, medo de ter uma decepção, o tempo passa e as perguntas aumentam, o medo e a angustia também. Espero que meus pensamentos estejam errados, só espero.
Aforismo 2 - Tao Te King e comentário
"Só temos consciência do Belo
quando conhecemos o feio.
Só temos consciência do bom,
Quando conhecemos o mau.
O grande e o pequeno são complementares.
O alto e o baixo formam um todo
O tom e o som se harmonizam.
O antes e o depois seguem-se um ao outro.
O passado e o futuro geram o tempo.
O longo e o curto se delimitam
O ser e o não ser geram-se mutuamente.
O sábio executa sua tarefa sem agir.
O sábio tudo realiza - e nada considera seu.
O sábio tudo faz e não se apega à sua obra."
...
Tao Te King.
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No verso 2, Lao Tsé fala do Principio da Polaridade. Trata-se de um dos sete Princípios Herméticos básicos, que pode ser aplicado a todas as coisas.
O Mestre consciente da polaridade deve saber como agir. Compreende que tudo gera o seu oposto.
A obsessão em ser mestre produz o inverso. O Mestre é aquele que não deseja sê-lo.
O mestre deve compreender o Principio do Gênero, Mestre num momento e discípulo no seguinte, pois não existe aquele que não tem algo a ensinar assim como o que não tem algo a aprender. Mestre num momento discípulo no seguinte e assim sucessivamente. Aquele que se diz mestre apenas é um discípulo a mais.
Só no Absoluto estão contidos todos os conhecimentos por isto somente existe UM Mestre.
Uma atitude demasiado resoluta produz o seu oposto
" A obsessão de viver insinua preocupação com a mente " - John Heider
A obsessão de ser o primeiro mestre leva à condição de ser o derradeiro discípulo.
O Mestre ciente da polaridade da natureza não pressiona para que as coisas aconteçam, deixa que o processo se desenvolver espontaneamente. Forçar ser Mestre gera o não mestre, pois aquele que quer ser o primeiro acaba sendo o derradeiro... esta é a lei da polaridade. Disse Jesus: " Os últimos serão os primeiros"...
O mestre cônscio sabe que constantes intervenções geram resultados inversos.
" O sábio executa sua tarefa sem agir."
O Mestre deve estar invisivelmente presente em suas obras e visivelmente ausente de todas elas, porque ele age pelo seu Ser muito mais que pelo seu Fazer o Dizer. Rhoden
O Mestre deve ensinar pelos seus atos porque o "O mestre é o espelho dos discípulo" e não uma máquina impulsionadora.
Como a inação pode gerar a ação? - Parece paradoxal, mas isto resulta do Principio da Polaridade.
O Mestre ensina com exemplo e não com preleções sobre como deveriam ser, pois cada um tem sua linha própria de compreensão.
Impor gera a desobediência, o mostrar gera o observar, o observar gera o imitar. Assim o mestre deve saber que o discípulo tende a desobedecer quando algo lhe é imposto, mas tende a imitá-lo quando apenas é observado. Forçar o criar discípulos gera anti-discípulos, não querer criar discípulo cria-os... esta é a lei da polaridade. Sabendo como funciona o princípio da polaridade ele o mestre não gera pressões, espera o fluir natural, aguarda o germinar da semente do exemplo. O Mestre planta e espera...
O mestre deve saber que muitas intervenções bloqueiam o discípulo, pois conhece que os ensinamentos são mais eficazes quando transmitidos sem palavras.
O mestre não deve buscar recompensas nem louvores, louvores gera invejas. Ele sabe que não pode dar pois nada lhe pertence propriamente, assim ele não deve ter apego à sua obra.
Não deixe a carência ser o começo da tua ruína. Não permita que o medo de ficar só decida os teus próximos passos.
Quando dois corpos se tornam um só corpo pela primeira vez, o amor até pode acabar, mas a conexão será eterna!
Triste nau do amor...
Muitas vezes, uma linda jornada termina em naufrágio.
Só nos resta sobrevivermos e procurarmos outra embarcação
Para seguirmos viagem!
O céu da minha boca é só desejo
Tá pedindo um beijo seu
Tá pedindo um beijo.
Beijo, que delícia beijo,
Sem malícia deixo você me beijar.
Um beijo que arrepie a pele
Que o amor se revele pra gente se amar.
Muitos só reparam a cobertura e a cereja do bolo, e acabam desprezando a festa. Esses nunca saberão o gosto da essência do recheio.
Só fanático pode imaginar uma sociedade com justiça social, porque produzir riqueza tem a ver com originalidade, inteligência, capacidade de disciplina, e nada disso tem a ver com "igualdade "(Hume).
A natureza não é igualitária em seus dons e suas dádivas, tampouco em suas misérias : poucos são sempre melhores do que a maioria. Isso não significa que devemos cultuar injustiças sociais (...)
Luiz Felipe Ponde
Dor.
A dor está presente em tudo,
Todas as fases da vida.
Não pode ser vista, só falada
E principalmente sentida.
Há dores de cabeça, do peito,
E aquelas que vem de dentro.
Mas com elas, a pergunta:
O que você tem feito?
A dor não é só sofrimento,
É também aprendizado.
Molda teu futuro,
Questionando seu passado.
"só aquele que permanece inteiramente ele próprio pode, com o tempo, permanecer objeto do amor, porque só ele é capaz de simbolizar para o outro a vida, ser sentido como tal. Assim, nada há de mais inepto em amor do que se adaptar um ao outro, de se polir um contra o outro, e todo esse sistema interminável de concessões mútuas... e, quanto mais os seres chegam ao extremo do refinamento, tanto mais é funesto de se enxertar um sobre o outro, em nome do amor, de se transformar um em parasita do outro, quando cada um deles deve se enraizar robustamente em um solo particular, a fim de se tornar todo um mundo para o outro."
É preciso que a gente seja sempre, um para o outro, duas deliciosas surpresas fecundas. Aquele mundo da fábula de La Fontaine "Os dois pombos", que aconselha aos amantes: "Amantes, felizes amantes, vocês querem viajar? Que seja pelas margens próximas/Sejam um para o outro um mundo sempre belo, sempre diverso, sempre novo./ Sejam um todo um para o outro, contem por nada o resto".
"Pois, nos seio mesmo da paixão, nunca se deve tratar de "conhecer perfeitamente o outro": por mais que progridam neste conhecimento, a paixão restabelece constantemente entre os dois este contato fecundo que não pode se comparar a nenhuma relação de simpatia e os coloca de novo em sua relação original: a violência do espanto que cada um deles produz sobre o outro e que põe limites a toda tentativa de apreender objetivamente este parceiro. É terrível de dizer, mas , no fundo, o amante não está querendo saber "quem é" em realidade seu parceiro. Estouvado em seu egoísmo, ele se contenta de saber que o outro lhe faz um bem incompreensível... os amantes permanecem um para o outro, em última análise, um mistério."
