O Homem se Apaixona uma Só vez
A morte é coisa do homem branco, para o indígena brasileiro, a alma é imortal e quando chega o momento certo,pega a grande canoa e sobe o rio contra correntena sua ultima viagem ate a terra dos ancestrais.Lugar sagrado de onde veio.
O homem e a mulher amáveis predestinados a paternidade e a maternidade tem por obrigação natural manter saudáveis, livres, acolhidos e diferentes todos os filhotes, todas as sementes e todas as crianças do universo. Mesmo que não tenham a oportunidade genética de te los.
Um homem pobre e comum, sem a mínima instrução é mortalmente bem mais perigoso diante a uma injustiça, do que a mesma imposta a um cidadão, intelectual ou um politico, conhecedores das leis.
Albert Einstein, certa ocasião disse " Não tentes ser bem-sucedido, tenta antes ser um homem de valor ". Não alcancei o sucesso, ate por que costumo pensar que o apogeu cobra a queda mas reconheço, bem o sentido da expressão usada, pois por mérito, conhecimento e generosidade fui agraciado com o diploma de Homem de Valor, em Nova York concedido a mim, pela maçonaria americana.
Ainda hoje vários intelectuais e cientistas do mundo inteiro dizem que a chegada do homem a lua, não passou de uma filmagem com efeitos especiais realizada pela NASA, numa base no Alaska. Ainda dizem mais que a indústria cinematográfica de ficção é uma forte aliada e subvencionada pela CIA, para espalhar homeopaticamente verdades escondidas pelos maiores governos mundiais.
O Homem Vitruviano ou Homem de Vitrúvio é um desenho de Leonardo da Vinci (1452-1519) que foi produzido em 1490 a partir das proporções ideais. Arquitetado por meio dos conceitos expostos na obra “De Architectura” do arquiteto romano Marcus Vitruvius Pollio, a ilustração representa o ideal de beleza, harmonia e equilíbrio nas proporções mas alguns teóricos gnósticos afirmam que seja uma preposição oculta sobre o mistério histórico, sobre a crucificação, meio de tortura romana que por falta de registros historicamente até hoje pouco se sabe.
Que obra de arte é o homem, que mesmo sem um pingo de pudor, consegue se satisfazer diante da solidão.
QUEM É ESSE HOMEM
(Nepom Ridna)
Todo ano, fazem festa em seu nome,
Mas ninguém sabe quem é esse homem.
Se enfeitam, como espantalho, meninas viram mulheres, meninos viram homens,
Mas ninguém sabe quem é esse homem.
Se embriagam, dançam, brincam, gritam viva! em seu nome,
Mas ninguém sabe quem é esse homem.
Melhor destino; é caminho da roça, queimar madeira, pisar no chão... ...antigamente podia até soltar balão,
Mas queimava floresta, isso não pode não!
Encontro de culturas, primos, tios, amigos, irmãos,
Hora de dançar agarrado, fazem um barulho desgraçado,
Isso não muda não.
Fazem do milho o rei, e ainda podem soltar rojão,
Mas ninguém sabe quem é esse homem,
Que todos chamam de; "São João".
(Nepom Ridna)
“O Homem é o único ser vivo que se entrasse em extinção não faria falta alguma nos ciclos de vida, cadeias alimentares do planeta Terra e no Universo, ao contrário de qualquer outro ser vivo, com certeza sem o homem o planeta entraria em harmonia natural... Somos o único ser que mata, destrói, devasta, produz lixo (inclusive até além do planeta que devasta) e aprisiona outros seres para seu bel prazer... Acredito que o homem nunca pertenceu ao Planeta Terra, a Terra lhe foi presenteada para habitar e à está destruindo... E o Homem ainda se autointitula como criação divina!”
(Mário Luíz)
Poema - Homem Do Campo
Antes do galo cantar
Preciso acordar
Tomar café
E seguir na fé
De Nossa Senhora Aparecida
Que ilumine a minha vida
Em mais um dia de batalha
Coloco meu chapéu de palha
Se adiantar
Preciso plantar
Para poder colher
E a nossa mesa encher.
Daqui que sai toda fatura
Açúcar, cachaça e rapadura
Feitas da cana
Que plantamos
A mistura, arroz e feijão
Da nossa plantação
A carne, o leite e o requeijão
Da nossa criação
Até os bens materiais
Surgem das zonas rurais.
As roupas então
Feitas do algodão
O dinheiro e os móveis do seu lar
Das árvores de lá
Do nosso campo
Do nosso trampo
Que precisa ser valorizado
Também respeitado
Reconhecer a nossa parte
Bem antes da cidade.
Poema - Liberdade
O homem preto
Pode ter mil acertos
Apenas um erro
Mas será apontado pelo erro
Exemplo tem de monte
Todo instante
Inclusive pela lei
Na de Deus que confiarei
Resolvo meus BO
Antes só
Do que mal acompanhado
Exceção para quem é chegado.
Liberdade não tem preço
Aprendi no berço
Quem se reencontrou com as grades
Aproveita a segunda oportunidade
Que ainda vai chegar
Qualquer um pode errar
Mas continuar no erro
Que é feio
Quando a liberdade cantar
Aproveita para mudar
Inicia uma nova vida
Que ainda será escrita.
Existem segredos que jamais revelados aos olhos do homem. Eles nasceram e permanecerão ocultos até o último dia de vossa existência.
Varanda
Na varanda sobre a rede verde oliva
Descansa o corpo cansado do homem
Que sobre ela observa o céu nublado
Do mês de janeiro tão esperado
Na boca o doce refrescante sabor
De morango derrete ligeiramente
Sobre o vento que bate sem nenhum pudor
Deixando sobre as mãos apenas o vazio.
