O Homem Ruivo e o Passarinho
você já parou pra pensar como seria o mundo sem difamação? sem homem difamando mulher, sem mulher difamando homem, um entendesse o lado do outro, como seria o mundo?
12 atividades e momentos que o casal pode usufruir juntos.
01- passear no park, shopping, praças, locais públicos e praias com a esposa , faz com que o casal saia da rotina.
02- Massagem no pé, e nas pernas da esposa ou esposo, com algum creme ou óleo específico, enquanto assistem alguma coisa interessante na tv depois de um dia estressante.
03 - Simplesmente comer pipoca no mesmo recipiente assistindo um bom filme;
04 - Ficar abraçados em um igarapé de águas geladas, recordando o passado, vivendo o presente e planejando o futuro do casal e da família.
O5- ficar sentado em algum lugar onde se possa contemplar o entardecer e as cantorias pássaros.
06 - Deixar uma carta misteriosamente, com duas ou três notas, de 50 reais, ou duas de 100, pode ser quantia a gosto, mais tem que se colocar em baixo do travesseiro, para quando a pessoa for se deitar tenha a surpresa.
07. Ficar abraçados em um ambiente aconchegante e frio, aquecendo um ao outro
08- Ir a um hotel os casal e pedir uma ótima refeição, acompanhada de uma boa bebida da escolha dos dois
10. Uma viagem de barco a noite contemplando o céu estrelado
11. Ir para um resort por um fim de semana pelo menos 2 ou 4 vez ao ano a sós.
12. Tendo uma boa condição, os dois podem por um ano morar em uma outra cidade de aluguel, junto as crianças para conseguirem descontrair a vida.
A plena consciência. - O homem não consegue esconder sua linguagem inconsciente de um observador avisado... e nem mesmo dele mesmo!
Ache uma criança que realmente entende a diferença entre o certo e o errado. E eu mostro um homem que não lembra por que isso sequer tem importância.
Homem que é Homem faz de tudo para ver sua amada feliz ( Sorrindo ), mas o covarde nem se importa e faz ela chorar.
Há muitos anos, existiu um homem muito rico que no dia do seu aniversário convocou a criadagem a sua sala para receberem presentes.
Colocou-os a sua frente na seguinte ordem: cocheiro, jardineiro, cozinheira, arrumadeira e o pequeno mensageiro. Em seguida, dirigindo-se a eles, explicou o motivo de os haver chamado até ali e, por fim, fez-lhes uma pergunta, esperando de cada um a sua própria resposta. Essa foi a pergunta feita:
- O que prefere você receber agora: esta Bíblia ou este valor em dinheiro?
- Eu gostaria de receber a Bíblia - Respondeu, pela ordem, o cocheiro - Mas, como não aprendi a ler, o dinheiro me será bastante mais útil!
Recebeu então a nota, de valor elevado na época, e agradeceu ao patrão. Esse pediu-lhe que permanecesse em seu lugar.
Era a vez do jardineiro fazer a sua escolha e, escolhendo bem as palavras, falou:
- Minha mulher está adoentada, e por esta razão tenho necessidade do dinheiro; em outra circunstância escolheria, sem dúvida, a Bíblia.
Como aconteceu com o primeiro, ele também permaneceu na sala após receber o valor das mãos do patrão. Agora, pela ordem, falaria a cozinheira, que teve tempo de elaborar bem a sua resposta:
- Eu sei ler, porém, nunca encontro tempo para sequer folhear uma revista; portanto, aceito o dinheiro para comprar um vestido novo.
- Eu já possuo uma Bíblia e não preciso de outra; assim, prefiro o dinheiro. Informou a arrumadeira, em poucas palavras.
Finalmente, chegou a vez do menino de recados. Sabendo-o bastante necessitado, o patrão adiantou-se em dizer-lhe:
- Certamente você também irá preferir dinheiro, para comprar uma nova sandália, não é isso, meu rapaz?
- Muito obrigado pela sugestão. De fato estou precisando muito de um calçado novo, mas vou preferir a Bíblia. Minha mãe me ensinou que a Palavra de Deus é mais desejável do que o ouro. Disse o pequeno mensageiro.
Ao receber o bonito volume, o menino feliz o abriu e nisso caiu aos seus pés uma moeda de ouro. Virando outras paginas, foi deparando com outros valores em notas. Vendo isso, os outros criados perceberam o seu erro e envergonhados deixaram o recinto.
A sós com o menino, disse-lhe comovido o patrão: “Que Deus o abençoe, meu filho, e também a sua mãe, que tão bem o ensinou a valorizar a Palavra de Deus.”
Pense agora: “O que pode ser mais valioso do que a palavra de Deus?”Tudo aquilo que nós precisamos, Deus tem e deseja que tenhamos.A nós, basta aceitar o que Ele nos oferece.
O Sonhador
Ser ou não ser
Eis a questão?
Ser um grande homem
Ou ser um grande vacilão?
A vida é feita de escolhas
Qual será a minha opção?
Ser um engenheiro
Ou ser um Artesão
Como disse o grande Beethoven
“Os músicos utilizam de todas as liberdades que podem”
Ou eles vivem
Ou eles morrem
Eu sou um sonhador
Neste poema eu venho recitar
Desde a minha infância
Meu sonho é me tornar
Um grande militar
Letras por: Brendon Santos e Caio Eduardo.
Visionário Solitário
Seria a mulher um objeto de submissão?
Seria o homem sem coração?
Seria o animal sem sentimentalização?
Seria o ser humano apenas exploração?
A natureza é exemplo de liberdade
E não temeridade.
Era de politicagem;
É o tal Antropocentrismo
Resultado de tanto Egocentrismo.
Pão e circo
Ciclo infinito.
Olha lá aquela mulher
Que engraçado ela está dirigindo um carro
Olha lá aquele homem,
ele está estendendo roupas,
como que pode?
E aqueles animais?
Que não estão sofrendo mais.
Mas que lugar estranho,
Será que é um sonho?
Não é não,
é a realidade
Que com o passar do tempo vamos conquistando a igualdade
E para isso acontecer,
basta estudarmos para nossa mente amadurecer.
Vamos todos florecer
E em um mundo novo viver.
- Luan Sousa e [K.F]
19 – Deus quando chama o homem para as Missões, ele o capacita de várias maneiras, com graça, paciência, fé, amor, inteligência, coragem. Pois no Campo lidamos com pessoas fracas, pobres e sem futuro. Pr. Teófilo Karkle.
“O homem fita o abismo. Nada olha de volta pra ele. Nesse momento, o homem encontra seu caráter. E isso é o que o mantém fora do abismo.”
Um amigo às vezes vale mais do que um amor,
amigos são para sempre,
um amor não,
mais o homem não sobrevive sem amor e o amor não existem sem amigos.
O Homem trilha seu próprio caminho, escolhas boas e ruins fazem a nossa história. Só não aprende quem não quer.
A FRAQUEZA DAS PALAVRAS DE UM HOMEM, SÃO APENAS O MERO REFLEXO DA SUA ALMA ENFRAQUECIDA E DESESPERADA.
O HOMEM DO COBERTOR VELHO
Todos os dias no mesmo horário eu descia do ônibus e subia a passarela para pegar a segunda condução em direção ao trabalho. Quase sempre estava atrasado e passava feito um foguete, sem olhar para os lados. Naquele local, entre o ponto e a passarela, desviava de algo que atrapalhava o meu caminho.
Certa vez me esqueci de mudar o horário de verão, e saí de casa com uma hora de antecedência - fui perceber apenas quando estava no ônibus. Estava mais tranquilo e sereno, andando com calma e olhando o caminho percorrido, o que nunca acontecia. Ao descer do ônibus, reparei o que era aquela coisa que eu desviava todos os dias entre o ponto e passarela. Tratava-se de um velho cobertor, cinza, áspero, com um volume por baixo. Curioso, levantei o velho cobertor e dentro havia um homem dormindo, que nem percebeu que o descobri.
O homem debaixo do cobertor velho fedia a cachaça. Talvez por isso não tenha percebido que levantei o cobertor. Em frente ao ponto e a passarela havia uma padaria. Fui até lá e pedi um chocolate quente e um pão com manteiga na chapa, e levei ao homem debaixo do cobertor velho. Mesmo receoso, o rapaz agradeceu.
Passei a fazer do ato a minha rotina. Todos os dias eu comprava um chocolate quente e um pão com manteiga, e levava ao homem que sempre estava no mesmo local.
Um dia eu entreguei o pão com manteiga e fiquei olhando o homem degustá-lo. Ele, com a boca cheia e deixando cair migalhas no velho cobertor, indagou-me:
- Por que me ajuda?
Fiquei refletindo por um tempo antes de responder:
- Acho que não preciso de motivo para ajudá-lo.
Ele então se levantou e saiu andando pela primeira vez desde que o conhecera. Todos os dias eu o aconselhava a sair daquele local, procurar algo melhor para a vida. Queria que o homem reagisse, pois tratava-se de um bom rapaz, porém perdido.
Em um certo dia que desci do ônibus, segui em direção à passarela, e só estava o cobertor velho no chão. Mesmo assim, comprei o achocolatado e o pão com manteiga e deixei no mesmo lugar de sempre. Ele nunca mais apareceu no local.
Escolhi, então, pressupor que o homem melhorou de vida, pois, caso contrário, ele teria o alimento naquele cantinho.
Na padaria o proprietário me questionou:
- Por que você ajudava aquele homem? Era apenas um bêbado de rua.
Respondi:
- Porque aquele homem precisava de mim, mesmo que por apenas um tempo. E eu preciso de pessoas melhores no mundo.
