O Homem que Nao se Contenta com pouco
A vida não se explica: se sente.
Qualquer tentativa de definir a vida é pequena diante da experiência de vivê-la.
É no sentir, e não no explicar, que descobrimos o verdadeiro significado da existência.
Para escalar a vida não é preciso cordas, basta a mão de um amigo.
Porque há montanhas que não aparecem no mapa. Elas surgem dentro do peito. São feitas de medo, de cansaço, de silêncio acumulado.
E a gente tenta subir sozinho.
Procura técnicas, livros, fórmulas, atalhos. Amarra nós imaginários na própria coragem. Finge que sabe escalar o que nunca foi treinado.
Mas a vida não é parede de pedra. É travessia de afeto.
Quando o terreno fica íngreme demais, quando os pés escorregam nas próprias dúvidas, não é a força do braço que salva. É o calor de outra mão segurando a nossa.
Amigo não é quem sobe por você. É quem sobe junto. Quem respira no mesmo ritmo. Quem diz calma quando o mundo inteiro parece gritar pressa.
Há mãos que são mais firmes que cordas, mais seguras que qualquer equipamento, porque são feitas de presença.
E presença é o que impede a queda de virar abismo.
No fim, a montanha continua alta. O vento continua forte. Mas quando a gente sente que não está só, até o medo aprende a ter menos altura.
Escalar a vida é isso. Não é chegar ao topo sozinho. É descobrir que a amizade transforma precipícios em caminhos compartilhados.
E às vezes a maior conquista não é alcançar o cume. É perceber que alguém escolheu segurar a sua mão justamente quando você achava que precisava provar que conseguia sozinho.
Viver é colecionar verdades pequenas.
A vida não se revela em grandes teorias, mas em pequenas certezas do cotidiano.
Cada detalhe, cada gesto, cada encontro é verdade guardada. Juntas, essas verdades formam a história de quem somos.
Abraços não mofam.
Eles resistem ao tempo. Não se estragam, não vencem, não perdem valor.
Um abraço guardado na memória aquece até décadas depois. É o presente que nunca se deteriora.
Quem guarda rancor perde espaço pra flor.
O coração não consegue florescer quando está cheio de mágoa. O rancor sufoca o que poderia nascer.
Ao perdoar, abrimos espaço para que a vida plante novas alegrias em nós.
O agora é sempre o maior presente.
O ontem já foi, o amanhã ainda não chegou. Só o agora está nas mãos.
Quem aprende a viver o presente descobre que todos os dias são dádivas.
Medo do amor?
Bobagem ter medo de algo capaz de nos fazer voar com os pés no chão.
Não fuja.
Não pense.
Apenas sinta!
As vezes um vazio me ronda..
Um não sei o que, porque, onde,
quando, ou quem...
Um sentimento chamado "sei lá".
A mudança real não nasce nos livros. Ela nasce na carne, no convívio, no confronto silencioso consigo mesmo.
A felicidade não é uma dívida que os outros têm com você. Ninguém é obrigado a preencher suas lacunas. A chave é valorizar o que já se tem e, acima de tudo, construir sua própria felicidade.
Gratidão e autossuficiência são o caminho.
Rosinei Nascimento Alves
Ótimo dia!
Deus abençoe sempre 🙏🏾
Tenhamos fé!
Não é sobre correr mais rápido que os outros, é sobre não parar de correr por mim ♥️
Insta: @elidajeronimo
Pois o guarda não empunha a espada apenas para o combate, mas para que o justo repouse em paz sob a sombra de sua vigília; serei a sentinela que não dorme enquanto a cidade descansa.
Pâmela nunca foi metade.
Era decisão, intensidade, excesso.
Cabeça dura, dessas que não recuam,
dessas que ensinam sem pedir licença
onde a gente precisa mudar.
Você sonhava alto demais…
e eu sempre com os pés presos no chão,
vendo o copo meio vazio
enquanto você insistia em transbordar.
Eu via maldade em tudo,
você via beleza onde eu já tinha desistido de procurar.
E talvez por isso a gente tenha se perdido.
Porque você também era fogo
e fogo não sabe ficar parado.
Gostava de flertar com o mundo,
de viver no limite,
de sentir tudo no máximo…
até quebrar o que não podia.
Você quebrou.
Sem grito, sem aviso.
Só quebrou.
Mesmo assim, tem coisa que fica.
A gente na estrada,
Formosa passando pela janela,
e o Salto do Itiquira despencando
como se tudo fosse eterno naquele instante.
E olhando o Salto do Itiquira cair,
eu pensei…
talvez eu nunca tenha sabido saltar.
Sempre fui chão,
enquanto você era queda.
E talvez tenha sido isso
que nos quebrou.
E talvez tenha sido.
Porque mesmo depois de tudo,
mesmo depois de você ter sido
tudo o que me construiu
e o que me destruiu…
ainda tem um pedaço de mim
que lembra de você
como se não soubesse
como deixar de lembrar.
O Não do Não
Não é “não”.
E sempre deve ser
Respeitado.
Mas o meu coração insiste
Que deveria existir
Um “não”
E outro “não”.
O “não” que encerra.
E o “não” que resguarda.
Ah, se eu soubesse...
Se o teu não fosse o segundo,
Eu ficaria.
Não contra ele,
Mas dentro
Do tempo
Que o separa
Do sim.
