O Homem que Nao se Contenta com pouco
Folha Morta
A manhã de outono, varrida pela ventania, anunciava o inverno que daqui a pouco chegaria, o salgueiro quase desfolhado, um estranho "Ser" parecia, já era tardinha e sua última folha caia.
Outrora verde, macia, agora, sem vida, sem cor, a última folha morta, do salgueiro se despedia, sem destino certo, levada pelos ventos, perdida entre prados e cercanias, uma nova história escreveria.
Nessa viagem que a vida é, nas breves paradas, transformada, muitas coisas viveu, a folha morta, da chuva o besouro protegeu, um casulo em sí, a lagarta teceu, com outras se juntou, o ninho da coruja se formou.
Folha morta largada ao léu, entre a terra e o céu, se fez leito pro viajante errante que sua amante deixou, amanheceu o dia, o vento que nada sabia, pra longe a levou, a folha morta, do salgueiro lembrou.
Nessas andanças, arrastada de lá pra cá, a folha morta seus pedaços, aos poucos perdia, não reclamava, ela sabia que outras vidas servia, lá no fim da tardinha, solitaria, em algum lugar se escondia.
Ela mesmo morta vivia, levada pelos ventos pra casa voltou, debaixo do salgueiro, em mil pedaços se deixou, adubando a terra, o salgueiro alimentou, na sombra frondosa sua história terminou.
Autor
Ademir de O. Lima
Um Pouco
Eu lutei por você todos os dias calado sem esperar nada em troca, eu manchei seu amor com meu prazer barato, eu lamentei os dias que não passei contigo, eu suspirei, naquelas noites nossas que passamos em segredo, eu desejei lhe tocar quando minhas mãos a regeitava, eu vía futuro enquanto você se cansava, eu fiz planos e sonhei por tudo o que queriamos, Eu quebrei as telas pretas do meu passado para pintar as nossas vidas, eu sorria mesmo chorando só para te alegrar, Eu te mostrei caminhos aonde não havía trilhas, eu amei tudo o que você era, mesmo sendo nada pra ninguém, eu recomesei quando era somente o fim, eu esperava mais do que somente acusações, talvez um obrigado, quem sabe um coração.
Amar Assim
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Te amar é pouco eu sei, mas é tudo que tenho pra te dar, me faça todo seu, guarde esse pouquinho no teu olhar, é meu, não deixe o tempo levar.
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Abri caminhos, teu coração toquei, semeei o melhor de mim, sem medo me entreguei, é pouco eu sei, pra sempre te amarei.
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A cada dia um pouco mais colherá, continuarei a semear, não posso parar, o que sinto por você, me faz mais e mais te amar.
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Vem a primavera, o verão daqui a pouco vai chegar, outono é promessa, no inverno te aquecerei com o pouco que te dei.
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Amar, amor, uma flor, é pouco eu sei, se preciso, minha vida te darei, é assim que aprendi amar, é assim o meu amor.
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Aos pouquinhos, sem perceber, cresceu, já não cabe mais em nós, não vou parar de semear, amor é tudo que tenho, guarde esse pouquinho no teu olhar.
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Autor
Ademir de O. Lima.
Que tal, agora, parar um pouco, fechar os olhos, refletir e agradecer a DEUS, por todas as coisas maravilhosas que ele coloca em nossas vidas.
Algumas relações são que nem as flores na primavera, lindas perfumadas, mas duram pouco, as flores murcham fazendo com que seu perfume desapareça.
A pouco falei a mim mesmo... Que andarei por aí a esmo... E junto poesia, canção e verso... Dizendo ao universo... Como é imenso o que sinto... E Deus sabe que não minto... Quando digo que te amo... E quando teu nome eu chamo... E este amor tão bonito... Eu elevo ao infinito... Quando bem alto eu grito.
Para reduzir um pouco a tensão, depressão, irritação etc... a melhor maneira de tratar-se, é trocando preocupações por ocupações.
Eu acredito que nada acontece por acaso! Talvez seja por isso que faço pouco caso do que acontece comigo.
Assim como um pouco vale muito quando nada temos assim também uma moeda vale muito mais quando estamos sem nada.
H.S
Assim como um pouco de sal modifica o que é doce, assim também são as más conversação; corrompem os bons costumes.
H.s.
Conselheiro Hs
Se você está triste e sofrendo, medite e pense um pouco, pois existem quem sofre com problemas maiores que o seu, e portanto não vivem tristes.
