O Homem que Nao se Contenta com pouco
É preciso ter cuidado ao entrar na vida de alguém por que não sabemos as feridas que este alguém trás na Alma.
Cheguei em um ponto da minha vida que não finjo nada para caber em lugares que não me aceitam como sou, minha liberdade em ser eu mesma não é negociável
Não fiques preso ao teu passado.
Ficar preso ao que já aconteceu não muda nada — só te impede de crescer.
O passado, quando mal resolvido, traz insegurança, medo e incerteza.
Faz-te duvidar do amor das pessoas ao teu redor…
E pior: faz-te acreditar que quem se aproxima de ti hoje pode te ferir como alguém fez antes.
Meu amigo, minha amiga…
Se continuares assim, vais afastar pessoas incríveis da tua vida.
Pessoas que não têm culpa do que te aconteceu — mas que podem fazer parte de algo muito melhor.
O passado ensina.
Mas não pode comandar o teu futuro.
"Eu amo o meu próximo sim!
Eu só não amo quando ele me enche o saco com algo que o Google pode resolver."
(Sou nem SAC)
Haredita Angel
26.04.26
Que a gente tenha coragem de arrancar algo bom até dos dias mais fodidos.
A vida bate… e não bate fraco!!!
Mas não importa quantas pancadas eu leve hoje, nem o tamanho da dor que tentem me impor, eu não fico no chão. No outro dia eu levanto. Sempre levantei.
Porque tem algo maior que me sustenta, me protege e nunca falhou comigo.
E enquanto eu tiver de pé, ninguém me derruba de verdade.
“Às vezes chateada demais não só com a situação… Mas perceber que o sentimento foi mal interpretado por quem mais deveria compreendê-lo, não é preciso concordar comigo ou me expor .
Entender minha posição meu desgaste sem ousar ofender meu interior ".
Tenho os meus limites!
Não celebramos os vivos com a mesma intensidade que velamos os mortos. Se pudéssemos comparar, quantitativamente, os que brindam nossas conquistas e os que estarão ao redor de nosso caixão, veríamos o tamanho da hipocrisia coletiva.
Bruno Soares
Não duvido que você já tenha relembrado as dores que lhe causaram. Mas já teve a ousadia de encarar a possibilidade de que, em algum capítulo da vida de alguém, você foi o vilão?
Não há prisão mais cruel do que aquela em que o carcereiro é alguém que te chamava de amor, de mãe, de pai ou de amigo.
Há dores que não pedem consolo, porque nenhum alívio superficial alcança aquilo que elas realmente querem dizer. Não nasceram para ser abafadas, mas para produzir consequência: ruptura, deslocamento, transformação. Certos sofrimentos surgem quando a vida já não suporta continuar na mesma forma. E, nesses casos, a dor deixa de ser apenas ferida — torna-se convocação silenciosa para que algo, enfim, mude.
“Meu amor não é de agora — ele atravessou séculos para me encontrar em você.” JULIANA HOFFMANN LISKA
O Diferencial da Sua Essência, O Sal da Simplicidade
Não importa o quanto o céu esteja cinza e que o ambiente esteja tomado pelo frio, formando um cenário aparentemente sem vida; ainda assim, a sua presença consegue sobressair, capaz de colorir o dia, de avivar determinados momentos, de ser motivo de muita alegria e de gerar nos outros, bons sentimentos, à semelhança de uma bela melodia.
Ela é a resiliência de um raio de sol entre as nuvens acinzentadas; bênção charmosa feita de amor; poesia de versos e alma; uma flor que se destaca mesmo quando não é primavera; um olhar profundo que fala em silêncio; É, portanto, uma luz de senso que faz enxergar alguns belos detalhes e outras cores presentes como o verde das árvores.
Assim, chega a ser imprudente dizer que ela não faz diferença. Traz, na sua resistência, o sal da simplicidade que aguça o sabor de certas vivências, as quais são facilmente memoráveis, contrariando aquelas fases de tristeza ou, no mínimo, desconfortáveis — peculiaridade que supera a sua beleza demasiadamente; logo, atraente desde a sua essência.
O castigo mais cruel não é a ausência do objeto desejado, nem a idealização utópica de si que jamais se realizou — é a proximidade eterna daquilo que se pode ver, sentir, imaginar, mas nunca alcançar. Há tormentos que não nascem da falta absoluta, mas da presença inacessível: aquilo que permanece ao alcance dos olhos e fora das mãos. E é justamente essa vizinhança impossível que prolonga o desejo até transformá-lo em prisão.
O sujeito não precisa do outro apenas como espelho que confirma sua imagem, mas como diferença que o desloca, confronta e amplia. É a alteridade que impede a consciência de fechar-se em circuito próprio. Sem esse encontro com o que escapa e contradiz, a identidade torna-se superfície repetida — lisa, estéril, incapaz de transformação. Toda subjetividade que não encontra diferença acaba apodrecendo dentro da própria imagem.
