O Homem mais Sortudo do...

Cerca de 36133 frases e pensamentos: O Homem mais Sortudo do...

Nenhum homem deveria ser elogiado pela quantidade de horas que passa em oração, mas sim pela maneira como cuida de seus filhos e esposa.

Inserida por wellington_cleiton

Há duas coisas das quais o homem deveria ter vergonha e uma da qual ele deveria ficar longe: do fingimento, da inveja e da mulher adúltera.

Inserida por wellington_cleiton

Assim como o galo canta na vigília
da noite e o leão ruge durante o dia, o
homem, ao amanhecer, sai em busca do que comer.

Inserida por wellington_cleiton

A ira Santa pode até levar um homem ou uma mulher de Deus a corrigir você, mas nunca a odiá-lo.

Inserida por wellington_cleiton

— E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança. Mas, como o ser humano é ingrato, ele preferiu ser a imagem do diabo na Terra.

Inserida por wellington_cleiton

Duas coisas que levam o homem a tropeçar e uma que leva o ser humano a cair: a presunção, o orgulho e a soberba.

Inserida por wellington_cleiton

Três coisas necessárias que farão um homem suportar o seu processo de libertação: o amor por Deus, o amor por sua esposa e o amor por si mesmo.

Inserida por wellington_cleiton

O homem precisa falar. Daí surgiu a oração!

Inserida por wellington_cleiton

O ânimo é o motor do homem. Se esse motor se quebra, o homem também se quebra.

Inserida por wellington_cleiton

Existem três caminhos que levam um homem sábio à oração: o sofrimento que o quebra, o desejo de ser cheio do Espírito Santo e a luta constante contra os desejos da carne. Evocê, o que tem te levado a orar?

Inserida por wellington_cleiton

Se todo homem compreendesse a profundidade espiritual que existe no casamento, não abandonaria sua família.

Inserida por wellington_cleiton

O homem sem domínio próprio culpa o inverno para se embriagar com o que queima, e usa o verão como desculpa para se entregar ao que gela. Mas o sábio governa seus desejos; apenas o tolo faz do clima o senhor das suas escolhas."

Inserida por wellington_cleiton

Lado a lado à uma mulher, ou o homem torna-se capaz de ser melhor, ou ele consegue desgraçar-se em seu mero troféu

Inserida por Loren_Esmeralda

⁠O poder inteiro do homem não é o agir, é o pensar antes.
O que você pensa, se torna o que você é.

Cuidado com isso..

Inserida por Loren_Esmeralda

⁠Poucas coisas podem derrubar um homem: uma gripe e uma mulher;
Quanto à mulher, nada pode derrubá-la, elas têm batalhas para vencer todos os dias

Inserida por Loren_Esmeralda

A história e origem do homem branco carrega uma maldição no sangue, porque onde passa, destrói, mata e faz desgraças para eles e quem está perto. Essa é a maldição do homem branco, ser usurpador e morrer através do propio veneno e das desgraças que trás pra si mesmo

Inserida por Loren_Esmeralda

" A Prosperidade de um homem não esta em seu poder aquisitivo más em seu espírito."

Inserida por Misaelsouza

Thomas Barnardo: O Homem que Não Trancava o Amor.

Thomas John Barnardo (Dublin, 4 de julho de 1845 — Surbiton, 19 de setembro de 1905) foi um filantropo irlandês.

Nas ruas frias de Whitechapel, onde a neblina parecia esconder a própria compaixão dos homens, caminhava um jovem médico com os olhos marejados de fé e um coração inquieto. Thomas John Barnardo não buscava glória nem fama. Buscava um sentido.
Chegara a Londres com o sonho de ser missionário na China queria curar corpos e salvar almas. Mas bastou-lhe uma noite nas vielas de miséria para entender que Deus o chamava de outro modo, em outro idioma, mais silencioso e urgente: o idioma das lágrimas infantis.

Foi ali, sob o fulgor pálido dos lampiões a gás, que encontrou Jim Jarvis um menino descalço, sujo de frio, esquecido do mundo.
Jim não lhe pediu nada. Apenas existia como uma pergunta muda à consciência de quem passava.
Barnardo ajoelhou-se diante dele e, num gesto que selaria o destino de milhares, ofereceu-lhe o que as ruas jamais dariam: uma mão estendida e um olhar que não desviava.

Daquele encontro nasceu uma obra de ternura revolucionária.
Ele abriu uma casa simples, com janelas pequenas e um letreiro singelo, mas onde nenhuma porta se trancava. A inscrição à entrada tornava-se lei moral:

“Aqui, nenhuma criança será recusada.”

Na Londres industrial, onde a caridade era privilégio e a pobreza, crime, Barnardo ousou contradizer o mundo. Alimentava quem tinha fome, ensinava quem ninguém queria educar, e amava os que o destino parecia ter esquecido.
Nas suas escolas, o alfabeto vinha acompanhado do pão; e cada palavra aprendida era uma escada erguida para o alto, um degrau rumo à dignidade.

Houve dias em que o desânimo o cercou. A indiferença das autoridades, o preconceito dos ricos, o peso da fome que não cessava — tudo o empurrava para o abatimento.
Mas Barnardo não se deteve. Dizia que “não há fechadura para o amor de Deus”, e caminhava outra vez pelas mesmas ruas, buscando novos rostos para acolher.
E, assim, foi multiplicando lares, como quem semeia abrigo no deserto.

Quando a morte o chamou, em 1905, mais de sessenta mil crianças haviam atravessado as portas que ele nunca trancou. Sessenta mil destinos que deixaram de ser sombras e voltaram a ser infância.
E quando a cidade dormiu naquela noite, talvez tenha sido o próprio céu que acendeu suas luzes para recebê-lo não como um missionário que partia, mas como um pai que voltava.

Hoje, a sua obra ainda vive, e o nome Barnardo ressoa nas escolas e abrigos do Reino Unido como um eco de misericórdia.
Mas a verdadeira herança que ele deixou não se mede em prédios, nem em números, nem em instituições.
Está gravada no invisível: no instante em que uma criança sente que alguém acredita nela.

" Alguns homens constroem monumentos de pedra. Outros, como Thomas Barnardo, edificam catedrais de ternura dentro da alma humana. "

Há quem diga que alguns seres se comprazem em cultivar a estima da pobreza, como se nela repousasse um símbolo de virtude ou redenção. Tais observações, lançadas com a frieza das conveniências humanas, soam muitas vezes como sentenças ditas sem alma e, quando atingem o ouvido de quem sente, doem profundamente.

A dor que nasce desse julgamento não é apenas pessoal: é o reflexo da incompreensão coletiva diante das almas que sofrem em silêncio. Enquanto uns observam de longe, outros carregam, nos ombros invisíveis, o peso de mundos interiores dores que não se exibem, mas que educam.

É então que se faz clara a urgência de criarmos núcleos de esclarecimento, não sobre a miséria material, mas sobre o amor ignorado. Esse amor que ainda não aprendeu a ver o outro sem medir-lhe o valor; que não sabe servir sem exigir aplausos; que ainda confunde compaixão com piedade.

Cultuar o amor ignorado é erguer templos de consciência onde antes havia indiferença. É ensinar o coração a compreender antes de julgar, a servir antes de censurar. É abrir, no deserto moral da humanidade, o oásis do entendimento.

Porque o verdadeiro amor aquele que transcende a forma e a posse não necessita de palmas, nem de discursos. Ele apenas é, e em sendo, ilumina.

E talvez seja essa a maior riqueza que possamos distribuir: a de transformar o sofrimento em escola, a crítica em semente, e o silêncio em voz do bem.

Inserida por marcelo_monteiro_4

Português é complicado:

O homem sem pelo pelo 2º dia montava o cavalo em pelo.

Inserida por zatonio

Português é complicado

O galo cantava em frente ao homem com um galo na testa.

Inserida por zatonio