O Homem e seus Instintos
O homem comum não especula sobre os grandes problemas. Ampara-se na autoridade de outras pessoas, comporta-se como um sujeito decente deve comportar-se, como um cordeiro num rebalho. E é exatamente essa inércia intelectual que caracteriza um homem como homem comum.
O homem que conhece melhor a sua pecaminosidade, conhece melhor a graça de Deus. O homem que pensa que há muito pouca coisa errada nele, também acredita que pode endireitar-se facilmente, e com isso mostra que tem pouco, se é que tem algum, entendimento da graça.
“As memórias mais marcantes de um homem não são aquelas que se consolidam ao longo do tempo, mas aquelas que são subitamente recordadas, por alguma razão, como que puxadas de um abismo.”
A partir do dia em que o homem começa a falar em primeira pessoa, ele passa a pôr seu querido eu na frente de tudo, e o Egoísmo progride incessantemente, sub-reptícia ou abertamente.
Pecado é rebeldia. Em outras palavras, o pecado é a recusa do homem em se submeter à Palavra de Deus.
O homem não pode diminuir a glória de Deus, recusando-se a adorá-Lo, assim como um louco não pode apagar o sol rabiscando a palavra "escuridão" na parede de sua cela.
Mais poder tem o sábio do que o forte, e o homem de conhecimento, mais do que o robusto.
O velho ditado sobre dar a um homem um peixe contra ensiná-lo a pescar foi atualizado por um leitor: Dê a um homem um peixe e ele vai pedir molho tártaro e batatas fritas! Além disso, algum político que quer o seu voto irá declarar que todas essas coisas estão entre os seus "direitos básicos".
Na realidade, viver como um homem significa escolher um objectivo e dirigir-se para ele com toda a conduta, pois não ordenar a vida a um fim é sinal de grande estupidez.
Hoje você pisa quem já te ajudou, e vem falando mal de quem já te fortaleceu. Mas um homem de verdade não se faz só com palavras, você perdeu a moral e quem perdeu, perdeu.
