Eu também tenho inseguranças, sonhos, amores, amizades, motivos para chorar e para sorrir, tristezas, medos, e fraquezas. Eu também sou humana. Eu posso não ser forte todos os segundos, de todos o minutos da minha vida, mas por maiores a dificuldades, eu enfrento o mundo com um sorriso no rosto, eu não culpo ninguém pela minha infelicidade, eu sei viver sem amigos, mas não posso viver sem amor. Eu vivo tudo o que me vem para viver. E eu sei que um dia, o que virá, será somente felicidade.
Preciso aprender a não me importar tanto, só assim também não será tanto meu sofrimento, quando eu me deparar com o tormento do desprezo. A chave para isso tudo é o desapego do torpor que nos causa o tal do amor.
Sinto saudade da minha infância, quando brincava de bonecas. Agora só consigo lembrar por fotos. Hoje penso na minha juventude, que será uma esperança.