O Dom de cada Pessoa
Na vida cada curva é uma incerteza.
No mar cada onda é um perigo.
No jardim cada flor é uma beleza
No mundo cada amigo é um tesouro
A felicidade é criativa e diversa, e nunca terá a mesma face para duas pessoas distintas.
Para cada um de nós felicidade é coisa diferente.
Eu o amei, eu lhe amo e sempre te amarei
Pois tudo que há em mim, me lembra você
Cada pensamento ou memória,
Cada sorriso ou olhar,
Cada satisfação em minha alma
Ou cada loucura que vivi
Em tudo há você
Você me fez querer ser eu mesmo e a cada dia me faz ficar mais forte. Há muito mais poder em você do que imagina.
Sinto meu coração desacelerar cada vez que penso em ti. É como se ele não quisesse mais bater, é como se ele soubesse que não existe mais nada depois de você.
Sentir e saber tudo é estranho descrever o que se passa é complicado, há um tempo para cada momento, para tudo e muito tempo para nós.
A cada dificuldade que a vida me apresenta...
Mais forte eu fico e minha coragem
para enfrentá-la aumenta
pois, acredito que pode estar difícil
mas não, impossível.
O Bom do face q nos trás lembranças maravilhosas... Vc percebe o crescimento em cada detalhe... Mas, vou confessar q eu queria q ficasse sempre com jeitinho de 2 anos... Eles vão crescendo e suas prioridades vão sendo outras, vontades, desejos. Agora com quase 7 anos perceba q sua carinha não está tão a vontade para a foto kkkk, mas fez só para me deixar feliz. Acompanhando sempre de perto, pois se algum dia ele disser: "pai estou indo embora"... Eu vou dizer: "vai filho e leve com vc tudo aquilo q vivemos juntos". Te amo ainda é pouco.
Boa noite vida.
A POESIA DE CADA UM
Levantem-se, poetas!
Por que esconder tanta beleza
Lacrada em ignoradas escrituras?
Há um poeta em cada homem!
Poesia não é a linha escrita
As frases montadas
As palavras difíceis
O sentido oculto.
Poeta não é o escolhido
O culto
O esquisito
O admirado
O discutido.
Poesia não é a face voltada
Ao pobre
Ao rude
Ao oprimido;
É algo simples,
Universal!
Poesia é do operário
Do pedreiro
Do Lixeiro
Do marceneiro
Do agricultor!
Como é dos médicos
Dos advogados
Dos engenheiros
Dos psicólogos
Dos professores!
Nas mãos do culto
É nota afinada;
Nas mãos do rude
É nota dissonante,
Sem deixar de ser poesia!
Poesia é a oitava do maestro
O tinir de instrumento do ferreiro.
Está nos livros adornados a ouro
E no papel de embrulhar pão;
Na eloquência do orador
E na mudez do flagelado.
Poesia é a flor do jardim imperial
E a flor do túmulo sem nome;
Está nos teatros
E está nos campos;
É a chuva
O sol
O arco-íris;
É a lama
A escória
O temor!
Quanta poesia há
Num mendigo que olha pro céu!
COSTA, Sergio Diniz da. Etéreas: meus devaneios poéticos. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2012.
IMPRESSÕES DA PRAÇA
Velha praça de imortal nome!
Encruzilhada de destinos
Que correm paralelos
Ou se entrecruzam
Em eventuais encontros.
Velha praça de imortal nome!
Onde os pássaros sufocam gorjeios
Ao alarido de veículos céleres;
Onde o trágico e o cômico se revezam
Aos olhos transfixos dos transeuntes.
Velha praça,
De novas emoções!
Em seu solo vicejam
Plantas e flores,
Pegadas e frases
Que Éolo mistura
Em algaravias
Que somente a brisa entende.
Os homens se esbarram,
Mas não se tocam;
Trocam ideias
Ou falam a si mesmos.
As árvores cumprem seus destinos:
Sombreiam, farfalham,
Tingem a paisagem cinza citadina
Com cores vivas;
Mantêm colóquios misteriosos
Entre si;
Brincam com anciões
Recostados em alvos brancos,
Derramando-lhes folhas soltas.
Velha praça de imortal nome!
Ao dia, é vida e burburinho;
À noite, é escura e melancólica;
É abrigo de aves gárrulas;
É repasto de pombos...
E de sonhadores!
Santos, Praça Rui Barbosa - 1980
COSTA, Sergio Diniz da. Etéreas: meus devaneios poéticos. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2012.
Sei que não deveria pensar em você, mas a cada minuto do meu dia lá esta você em meus pensamentos. ..
Sei que deveria não ter me apaixonado por você, mas sim eu me apaixonei e passo o dia a esperar um sorriso teu, uma ligação, uma mensagem algum sinal de que você também pensa em mim.
À cada curva da vida possuímos medo, medo não sei do que, do desconhecido talvez. E isso é o mais impressionante, temos pavor de coisas que não existem e nunca aconteceram. Duvidamos da nossa sanidade e nos encolhemos num cantinho esperando que tudo fique bem. Um bem que não faria mal, um mal que não faria bem. Um pôr do Sol que você perdeu, um abraço que se foi, aquele eu te amo que tanto esperou. Mas é assim, nessas curvas da vida, cada um encontra seu meio de se perder e ser perdido.
Já deixei pessoas partirem e a cada despedida não dita, fui me sentindo mais leve como se pedras fossem removidas dos meus ombros. Pensei que isso era algo bom, mas descobri que de coração em coração lançados para longe, as pedras que eu tanto presumia como pesos foram me deixando mais leve, até que eu me senti sem chão. O vazio me embalava em seus braços.
Perdidas ontem, em algum lugar entre a aurora e o sol poente, duas horas douradas, cada uma feita de sessenta minutos cintilantes como diamantes. Nenhuma recompensa nos é dada, pois se foram para sempre
