O Copo Nao esta meio Cheio

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0349 "Podem apostar (e irão ganhar): Homem saindo do banheiro com a camisa meio pra fora, meio pra dentro, foi o 'número 2'."

Para fazer poesia é preciso:
um pacote de alfabeto, meio drama,
dois copos de criatividade e fedepoeta...
acrescentado todos os ingredientes...
bata palmas pra você, acrescente
mais alfabeto... leve à imaginação
por quantas batidas do coração!
e leia bobo os seus próprios versos...
Quem cozinha e quem escreve
sabe a mão que tem...

O governo Lula prioriza a população de renda de base por meio de políticas de transferência de renda, valorização do salário mínimo, com políticas públicas de acesso a serviços que em outros paises seriam estremamente caros no Brasil é de Graça, acesso à moradia, educação e redução da vulnerabilidade social, formador de coalizões e resolvedor de conflitos!

de MEIO em MEIO termo (s), NUNCA
SERemos INTEIROS…

Vamos repensar?

Albert Camus:

“No meio do inverno, descobri que havia dentro de mim um verão invencível.”

Carlos Eduardo Balcarse:

“O homem que encontra sua força interior deixa de depender das estações externas da vida. Existem pessoas cercadas de abundância vivendo em uma eterna tempestade, enquanto outras atravessam desertos carregando dentro de si uma fonte. O verdadeiro clima da existência não está fora; está na consciência.”

''A solidão esconde tesouros que só podem ser encontrados em nós mesmos. É no meio da solidão que você é genuíno e autêntico''.

A omissão sempre beneficia um dos lados de qualquer questão... Em meio à uma guerra velada todos são soldados, gostem ou não.

#EuQueroMaisÉverOcircoPegarÁgua! Se eu dissesse isso nos tempos de Noé, ia soar meio estranho....

Dúvidas

Porque apagaste por alguns tempos e reascendeste?
Porque me deixou perdido no meio daquela escuridão?
Porque deixou a tristeza invadir meu peito e desapareceste?
Porque deixou a dor invadir meu peito e me deixou na solidão?
São tantas as perguntas que me perco no meio das respostas,
Diante de vários pensamentos e distante da conclusão,
Onde poderíamos estar somando, mas só encontramos a divisão,
Oh vida abençoada que nos conduz por tantos caminhos,
Uns muito bonitos e outros onde não conseguimos ver nada,
Só sei que o tempo passa velozmente e eu sigo essa caminhada,
Sei que a distância é longa e que preciso estar preparado,
Como poderei entender a diferença entre o crime e o pecado?
A minha única saída tratando-se de um crime é ser julgado,
Mas prefiro que seja pecado, pois assim poderei ser perdoado,
Desta forma irei refrescar a mente e em viagem descansar,
Só me resta decidir em qual cidades me hospedar,
Se decidir ir para o sul com certeza ficarei no Paraná,
Mas se de tudo for para o nordeste sempre ficarei em Apiacá.

Du’Art 21 / 01 /2015

O ser humano é o resultado de uma criação e do meio em que vive; e o meio em que vive é o resultado do ser; mais ou menos humano.

⁠Na Seara Política, quase tudo que se diz em meio ao desespero é prosopopeia flácida para acalentar bovinos apaixonados.


Há momentos em que a política deixa de ser o território das ideias e passa a ser o palco das ilusões.


Quando os argumentos escasseiam, a realidade se torna incômoda e o futuro parece pouco promissor, surgem as palavras grandiosas, as promessas redentoras e as narrativas cuidadosamente embaladas para alimentar a esperança de quem já escolheu em que acreditar.


O desespero político tem uma característica muito curiosa: transforma desejo em previsão, torcida em certeza e discurso em suposta evidência.


O que deveria ser analisado com prudência passa a ser celebrado com euforia.


E quanto maior for a distância entre o que se deseja e o que os fatos permitem esperar, mais sofisticada precisa ser a retórica para preencher o vazio.


É nesse terreno miseravelmente fértil que prospera a prosopopeia flácida — frases que parecem profundas, metáforas que soam épicas e declarações que, examinadas mais de perto, não sustentam sequer o peso da própria linguagem.


Não se pretende convencer pela consistência; pretende-se acalentar.


Nem se busca esclarecer; busca-se manter acesa a chama da paixão.


Mas a política do espetáculo não deveria ser religiosamente recheada de resultados previamente escolhidos.


Democracia exige a capacidade — cada vez mais rara — de reconhecer que o adversário pode estar certo, que o aliado pode estar errado e que a realidade não se curva às nossas preferências.


O problema não está em ter esperança…


A esperança é uma virtude quando caminha ao lado da lucidez.


O problema começa quando a esperança precisa ser protegida dos fatos, quando qualquer evidência contrária é tratada como conspiração e quando o eleitor deixa de avaliar acontecimentos para simplesmente defender uma narrativa.


No fundo, toda paixão política desprovida de senso crítico corre o risco de transformar cidadãos em plateia e políticos em personagens.


E uma sociedade que troca reflexão por aplauso acaba acreditando não naquilo que é verdadeiro, mas naquilo que gostaria desesperadamente que fosse.


Talvez a maior maturidade política seja justamente esta: aprender a ouvir discursos inflamados sem se deixar incendiar por eles.


Porque, na política, nem toda frase de efeito anuncia uma vitória, nem todo discurso de esperança revela um caminho — às vezes, é apenas o desespero procurando palavras bonitas para não admitir que está perdido.

"Perecerão os que, mesmo em meio à fartura, buscam o declínio do semelhante. Contudo, prosperará aquele que, ainda que em privação, mantém sua confiança em Deus e dedica suas preces ao próximo."

"O traidor sempre acredita que o fim justifica o meio — até descobrir que ele é o meio do próprio fim."

⁠No meio polarizado, é preciso ponderar que ambos os extremos são capazes de comportamentos ardilosos
em prol das agendas.


Talvez o maior engano do nosso tempo seja acreditar que a distorção da realidade pertença apenas ao lado oposto.


Como se a manipulação fosse sempre uma ferramenta do “outro”, nunca nossa.


No entanto, quando a convicção se transforma em identidade, a verdade deixa de ser um compromisso e passa a ser um recurso — moldável, conveniente e estratégico.


Nos extremos, o objetivo raramente é compreender; é vencer.


E, para vencer, vale simplificar o complexo, omitir o inconveniente, amplificar o medo e, sobretudo, reforçar certezas.


Não se debate para construir pontes, mas para erguer muros mais altos.


Cada argumento vira munição, cada dúvida é tratada como fraqueza, cada concessão como traição.


O problema não está apenas na existência de opiniões divergentes — isso é saudável —, mas na disposição de distorcer a realidade para sustentá-las.


Quando a narrativa importa mais do que os fatos, qualquer meio parece justificável.


E é aí que o ardil se instala: na edição seletiva da verdade, na escolha calculada do que mostrar e do que esconder.


No fim, o que se perde não é apenas o diálogo, mas a própria capacidade de reconhecer quando estamos sendo conduzidos — ou quando somos nós que estamos conduzindo os outros por caminhos tortuosos.


Porque admitir isso exige um exercício muito raro: desconfiar não só do que vem de fora, mas também do que pode nascer ou florescer em nós.


Talvez o verdadeiro equilíbrio não esteja em escolher um lado, mas em preservar a honestidade intelectual mesmo quando ela contraria até as nossas próprias convicções.


Afinal, em um cenário onde todos querem convencer, a integridade de pensar por conta própria se torna, paradoxalmente, um ato de profunda resistência.

⁠Com tanta consciência esvaziada no meio polarizado, para alugar cabeças de parte considerável de um povo, basta comprar algumas.


E talvez seja justamente esse o retrato mais inquietante do nosso tempo: a opinião deixou de ser construída para ser terceirizada.


Poucos pensam, muitos repetem.


Poucos lucram, multidões defendem.


E, no meio desse comércio invisível de narrativas, convicções passaram a ser tratadas como produtos de campanha — embaladas com medo, raiva, pertencimento e inimigos convenientes.


As lideranças populistas entenderam algo perigoso: não é necessário convencer uma sociedade inteira; basta capturar emocionalmente grupos barulhentos, disciplinados e permanentemente indignados.


A polarização faz o restante do trabalho.


Quando tudo vira disputa entre “nós” e “eles”, a verdade deixa de ser importante.


O que importa é vencer, humilhar, viralizar e manter o próprio lado em estado contínuo de alerta.


Nesse ambiente, a coerência se torna descartável.


Pessoas que antes condenavam autoritarismos passam a relativizá-los quando praticados por quem defendem.


Quem exigia ética aceita corrupção “do bem”.


Os que gritavam por liberdade apoiam censura seletiva.


Não porque mudaram seus valores, mas porque trocaram princípios por torcida.


E talvez o maior triunfo dessas lideranças não seja eleitoral, mas psicológico: transformar cidadãos em soldados emocionais incapazes de admitir a manipulação.


Porque a manipulação mais eficiente não é aquela percebida como imposição, mas a que é confundida com identidade.


Quando alguém acredita que questionar um líder é trair sua própria existência, o pensamento crítico já foi derrotado.


A polarização também produz um fenômeno cruel: o esvaziamento moral coletivo.


O adversário deixa de ser humano e passa a ser tratado como ameaça absoluta.


Com isso, desaparecem o diálogo, a nuance e até a honestidade intelectual.


Restam apenas caricaturas.


E caricaturas são mais fáceis de odiar do que pessoas reais.


Enquanto isso, os verdadeiros problemas sobrevivem confortavelmente no caos.


Desigualdade, violência, corrupção estrutural, precarização, desinformação e abandono institucional seguem existindo — muitas vezes alimentados pelos mesmos grupos que dizem combatê-los.


Afinal, uma população permanentemente dividida dificilmente se une para cobrar mudanças concretas.


O mais alarmante é perceber que muitos já não querem compreender; querem apenas confirmar.


Não buscam informação, mas validação emocional.


E, quando uma sociedade passa a consumir narrativas como quem escolhe times, a democracia começa a perder sua essência e ganha contornos de espetáculo.


Talvez a resistência mais revolucionária hoje não seja gritar mais alto, mas pensar com mais honestidade.


Ter coragem de criticar o próprio lado.


Recusar idolatrias políticas.


Desconfiar de quem lucra com o ódio permanente.


E lembrar que nenhuma liderança deveria valer mais do que a consciência individual de um povo.


Porque, quando cabeças são alugadas por conveniência ideológica, cedo ou tarde o preço é pago pela sociedade inteira.

⁠No meio polarizado quem se enverniza de moral para usar o nome de Deus para se esconder, aparecer e se promover consegue vender até a chave do céu.


Em tempos de paixões acirradas, a aparência de virtude muitas vezes vale mais do que a própria virtude.


Não são poucos os que descobriram que vestir a linguagem da fé, da moralidade e das boas intenções pode ser uma estratégia poderosa para conquistar seguidores, blindar críticas e ampliar influência.


Quando a polarização domina o ambiente, o julgamento sereno costuma ser substituído pela identificação emocional.


Nesse cenário pervertido, basta que alguém se apresente como defensor dos “bons” contra os “maus” para que muitos deixem de avaliar suas ações e passem a consumir fervorosamente suas narrativas.


A coerência perde espaço para o espetáculo, e a devoção à verdade é frequentemente trocada pela devoção à personalidade.


O problema não está na fé, nem na espiritualidade, muito menos em Deus.


O problema surge quando o sagrado é transformado em ferramenta de marketing pessoal, escudo contra questionamentos ou palanque para ambições humanas.


Afinal, quem utiliza o nome de Deus para servir ao próprio ego não está elevando a fé; está instrumentalizando aquilo que deveria inspirar humildade.


A história repetidamente nos mostra que os maiores abusos raramente se apresentam como abusos.


Eles costumam chegar embalados em discursos nobres, promessas redentoras e certezas absolutas.


Por isso, a prudência recomenda observar menos os slogans e mais os comportamentos; menos as declarações de pureza e mais os frutos produzidos.


Talvez uma das formas mais maduras de preservar a própria consciência seja desconfiar daqueles que fazem questão de anunciar constantemente a sua superioridade moral.


A verdadeira integridade não precisa de holofotes permanentes, nem de certificados públicos de santidade.


Ela se revela silenciosamente na coerência entre palavras e atitudes.


No fim, quem aprende a distinguir fé de propaganda, convicção de fanatismo e espiritualidade de autopromoção torna-se menos vulnerável aos vendedores de certezas.


Porque, no mercado das paixões humanas, sempre haverá alguém tentando vender até a chave do céu.


Mas a sabedoria começa quando percebemos que aquilo que tem valor espiritual genuíno jamais pode ser transformado em mercadoria.

⁠Suponho que, em meio ao avanço exponencial da informação, manter um tabu será, muito em breve, uma escolha — e não uma imposição.


Já vivemos tempos em que Tudo — desde que alicerçado na sinergia da Maturidade, Responsabilidade, Sensibilidade e Respeito — pode ser dito, mas quase nada pode ser realmente escutado.


A informação se multiplica, enquanto a escuta se fragmenta.


É mais fácil focar na liberdade de expressão irrestrita que calar para escutar!


O excesso de dados não nos libertou dos preconceitos; apenas os sofisticou.


Hoje, romper um silêncio é fácil — o difícil é sustentar um diálogo.


E, entre certezas inflamadas e convicções fabricadas, o pensamento sereno passou a ser visto quase sempre como provocação.


Talvez o verdadeiro desafio da era da informação não seja aprender mais, mas aprender a pensar sem medo e sem culpa, a questionar sem ser condenado, e a permitir que o outro exista, mesmo quando ele pensa diferente.


Porque, sem transpor a zona desconfortável de se questionar, talvez seja mais fácil apodrecer que amadurecer.

⁠Espero que em meio de tanta (Cão) fusão, onde — quase sempre — a Arrogância, a Prepotência e o Autoritarismo se confundem com Bravura, a Vingança com Justiça e o Discurso de Ódio com Liberdade de Expressão — a Desumanização não se confunda com Demonização.

⁠A Polarização rachou o Brasil no meio, levando seu povo ao ápice da Efervescência Social: metade se vale da música, metade se vale do Santo Nome de Deus — e todos protestam.


Essa “coisa medonha” não apenas dividiu opiniões — ela partiu afetos, rachou mesas de família e transformou a praça pública num coro dissonante.


O Brasil ferve, e na ebulição cada metade encontrou seu próprio idioma para gritar: uns cantam ou fingem que cantam, outros oram ou fingem que oram.


Uns erguem cartazes ao som de refrões, outros levantam as mãos clamando o Santo Nome de Deus.


E todos protestam, embora uns nem saibam o porquê… e outros só acham que saibam.


A música vira trincheira, o louvor vira escudo.


O palco e o púlpito disputam o mesmo espaço simbólico: o de dar sentido ao caos.


Mas, enquanto cada lado acredita falar em nome do bem maior, o país sangra nas frestas do diálogo que não acontece.


O grito abafou a escuta; a convicção atropelou a compaixão.


Talvez o problema já não esteja na canção nem na oração, mas na incapacidade de reconhecer que ambas nascem do mesmo desassossego.


Às vezes há dor nos acordes e às vezes há medo e até arrogância nas preces.


Mas também há um pouco de esperança em ambos, ainda que deformada pela raiva de não ser ouvido.


Quando a fé vira slogan e a arte vira arma, perde-se o sagrado de ambas.


Deus não cabe na guerra palavrosa do palanque, e a música não foi feita para silenciar ninguém.


O Brasil não precisa escolher entre cantar ou ajoelhar — precisa aprender, urgentemente, a caminhar junto.


Porque enquanto metade canta para resistir e a outra ora para vencer, o país segue dividido, protestando contra si mesmo, esquecendo que nenhuma nação se salva quando transforma sua própria alma em campo minado de batalha.


Nós contra eles não dialogam…


Não há diálogo possível entre os cheios de Certezas e os cheios de Dúvidas, ambos se demonizam…


Quando não fazem pior: se desumanizam.


Tropeçamos quase todos nos infortúnios da polarização.

⁠As Palavras Impensadas, ditas em meio à euforia, podem inviabilizar a calmaria de alguém.


Às vezes, não é o que sentimos que machuca — é o que deixamos escapar sem passar pelo crivo do silêncio.


Palavras ditas na euforia nascem sem freio, sem cuidado e sem escuta alguma.


Carregam o peso do instante, mas podem pousar na vida de alguém como sentença duradoura.


O que para quem fala é só excesso de emoção, para quem ouve pode ser o início de uma inquietação que não pediu para carregar.


A calmaria de alguém é frágil como água parada: qualquer pedra jogada sem intenção cria ondas que demoram a se desfazer.


E há palavras que, mesmo ditas sem maldade, afundam fundo demais.


Por isso, nem toda verdade precisa ser dita no calor do momento.


Há silêncios que não são covardes — são cuidados.


Porque preservar a paz do outro, muitas vezes, é um ato de maturidade muito maior do que vencer qualquer euforia passageira.