O Copo Nao esta meio Cheio

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⁠No meio da sua dor, você pode viver o extraordinário de Deus!

Há verdadeiros amigos ainda nesse mundo meio desnorteado.Isso fica evidenciado quando sentimos no peito o aperto de uma saudade agonizante.O reencontro torna-se um momento onde esse sentimento é substituido pela alegria.
Devemos valorizar verdadeiros amigos,aqueles que correm nos pensamentos e em momentos tão incríveis da vida.

O Direito é uma promessa de racionalidade em meio à imprevisibilidade humana.

⁠Quando a gente compreende que TUDO, absolutamente TUDO, é composto por ciclos (início, meio e fim), a gente aprende a estar em paz.
Aprende a AGRADECER, ENTREGAR, CONFIAR e a seguir.

O INTERIOR



O céu,
o inferno,
ou o meio-termo,
estão dentro do próprio coração.


Antes de crer na grandeza do universo,
é preciso ponderar o que existe dentro da própria cabeça.


Fazem-se perguntas para as quais ainda não se está pronto para as respostas.
Criam-se expectativas que, muitas vezes, rasgam as próprias entranhas.


A vida boa é no passo do gado:
pastando, remoendo,
na sombra, vendo o sol se pôr.


A eternidade, a doce eternidade,
é assunto da crença de cada um.


Se não crê no inferno,
mas não destrua o céu dos outros.

Boa tarde. Aceite o convite, feito por mim; para uma prosa e apanhar uma rosa. no meio do jardim.

Busco a paz dentro de mim,
em meio à profunda dor.
Milhares de pensamentos,
uma guerra interna.
Sinto-me sobrecarregado;
só desejo paz na alma.

É em meio à multidão que se percebe o quanto somos iguais, mas é a partir de uma ideia individual que se constrói o verdadeiro elo da fraternidade.

A cigarra pode até fazer sucesso em meio ao relento, mas é a formiga que tem o verdadeiro abrigo para assistir de camarote quando vem a tormenta.

Árvores frutíferas sempre fazem sua própria sombra em meio ao sol bravio.

Descanse em meio às pradarias e ao acordar te mostrarei os lírios do campo.

A partir do momento em que se percebe a manipulação e a sucção de energia por meio do medo, o sistema colapsa. Ensinaram-lhe que você deve ter medo do sistema, mas é o sistema que tem medo de você. Não tenha medo, eles se alimentam desse medo. Você também é Deus e o sistema não é nada quando você percebe isso. Faça sempre o bem e mantenha a sua energia limpa, tudo será recompensado e você perceberá o quão fraco é esse sistema sujo. NÃO TENHA MEDO DO SISTEMA, ELE TEM MEDO DE VOCÊ.

⁠Às vezes, as respostas só surgem quando estamos dispostos a correr riscos, e, em meio ao caos, o destino nos chama para a verdadeira jornada.

O conhecimento científico só se sustenta quando confrontado com a realidade por meio da evidência empírica.

Danças Vespertinas


Em meio à névoa vespertina,
surge a dançarina, delicada como o mais puro ar...
Seus passos deslizam, um suave remanso,
no doce embalo de um amor a se desvendar.
Candura em cada volta, cada giro encantado...
Seu olhar reflete estrelas que no céu estão a pirilimpimpar,
E, no silêncio da noite, o coração aflito
encontra nesse amoroso e afetuoso bailado seu modo de amar.
No sussurrar do vento, uma melodia eterna...
as sombras sombrias se rendem a esse delicado traçar...
E, assim, na penumbra, entre risos e ternura,
o amor se revela, tão leve, a flutuar... em cada momento suavemente ase revelar.

O mundo pode até oferecer momentos de alegria por meio de seus bens e prazeres, mas somente Deus concede a felicidade plena, mesmo àqueles que não possuem o que o mundo oferece.

14 de novembro de 2022


É. Só hoje tive tempo pra escrever esse sonho confuso e meio louco.
Estava eu em pé diante de uma porta fechada.
Havia um homem que eu não conhecia, ele estava segurando um machado.
O machado era novinho!
Talvez tivesse acabado de sair de uma loja.
Eu olhava pra ele como se quisesse abrir a porta então ele pegou o seu machado e começou a bater com o objeto com muita força na porta.
Ela não quebrava, nem abria.
Ele e eu nos olhavamos com olhares de frustração.
Então eu acordei, e a porta não havia sido aberta.
Bem estranho esse sonho.
Ultimamente, estou tendo cada sonho maluco.
Parece tudo fazer parte da realidade, pra me impor medo e insegurança nas minhas realizações.
Mas, isso não depende de sonhos, nem mesmo do que eu desejo.
Deus, se ele quiser ele me honra.
Porquê eu me conheço, sou uma pessoa de coração puro.
Deus me conhece.
E no momento certo, ele me dará tudo o que ele achar que seja necessário na minha vida.
Preciso muito de um milagre na vida dos meus pais...
Mas, tudo isso, pertence ao Pai.
E, ele sabe o que fazer no momento exato.

Sonhei com duas alianças entrelaçadas no céu, eu estava no meio de um deserto, vi as alianças ao olhar as nuvens acima de mim. Eram lindas, e os elos eram gigantescos!!
Na madrugada de 15/10/2023

Eu sempre penso nisso como quem toma café no fim da tarde olhando o mundo acontecer, meio silencioso, meio barulhento, aquele tipo de silêncio que conversa com a gente por dentro. Eu amo a Deus de um jeito que não cabe muito em prédio, em regra rígida, em etiqueta de quem pode ou não pode sentir. Não é rebeldia, é mais como quem percebeu que a fé não mora num endereço fixo, ela mora no peito da gente, respirando junto com a gente. E quando eu digo que Deus vive em mim, não é frase bonita para postar, é quase uma constatação prática da vida, dessas que a gente aprende apanhando um pouco do mundo e ainda assim levantando com uma certa teimosia elegante.


Eu olho para a história de Jesus e encontro ali um tipo de coragem que não depende de plateia. Ele me inspira a continuar existindo quando o caos parece aquele vento que bagunça tudo na mesa, derruba até a xícara de café imaginária que eu estava segurando agora pouco. Porque existir às vezes é isso, um ato meio filosófico e meio cotidiano, tipo escolher respirar fundo e seguir, mesmo quando o roteiro não ficou como eu esperava. E tem dias em que eu percebo que amar viver é quase um protesto silencioso contra a desesperança. Uma forma de dizer para o universo que eu ainda estou aqui, ainda acredito que algo dentro de mim conversa com algo maior.


Não dependo de religião para sentir isso, e ao mesmo tempo respeito quem precisa dela para organizar a fé, porque cada pessoa encontra Deus por um caminho diferente. O meu é mais interno, mais parecido com aquela sensação de descobrir uma janela aberta dentro de mim quando eu achava que só havia parede. Às vezes eu rio sozinha pensando que o divino talvez goste desse jeito espontâneo de amar, meio humano demais, meio imperfeito, cheio de perguntas e ainda assim cheio de gratidão.


E no meio do caos do mundo, das histórias complicadas, das memórias que a vida deixa na gente como marcas de chuva na estrada de terra, eu continuo caminhando com essa certeza tranquila. Deus não está distante de mim, Ele pulsa aqui dentro, e Jesus é como aquela lembrança constante de que a vida vale a tentativa. Eu amo viver porque, no fundo, cada dia é uma conversa nova com o mistério de existir. E eu sigo, com fé, com humor, com aquela coragem discreta de quem aprendeu que acreditar também é um jeito bonito de permanecer.

Te conto uma coisa que às vezes me pega no meio do dia, quando estou fazendo algo banal como mexer numa xícara ou olhando a janela sem motivo nenhum. Eu paro e penso que já não reconheço mais aquela pessoa indecisa que eu era. Parece até estranho falar assim, como se eu estivesse descrevendo uma conhecida distante, alguém que já dividiu a mesma casa comigo dentro da cabeça, mas que hoje mora em outro endereço emocional. E não foi uma mudança organizada, dessas que a gente planeja numa agenda bonita. Foi no meio do caos mesmo, naquele período meio insano da existência em que tudo parecia acontecer ao mesmo tempo, como se o universo tivesse resolvido testar a resistência da minha alma numa maratona que eu nem sabia que estava inscrita.

Houve dores que eu não tinha vocabulário para explicar. Aquelas que não cabem em frases simples, que fazem o corpo cansar antes mesmo do dia começar. E houve acontecimentos imprevisíveis, daqueles que chegam sem pedir licença, quase arrancando o fôlego da vida, como se o ar ficasse curto por dentro. Eu lembro de pensar, em alguns momentos, que talvez eu estivesse atravessando uma daquelas fases em que o mundo fica meio opaco, meio silencioso demais, e a gente começa a sentir a fragilidade dos dias como quem segura um copo de vidro muito fino. Qualquer movimento parece arriscado.

E tem algo que pouca gente fala com calma. Quando a doença passa perto da gente, ou quando o corpo decide lembrar que é limitado, os dias ficam diferentes. Existe uma melancolia leve pairando no ar, uma espécie de reflexão constante que chega sem ser convidada. O relógio parece ter outra lógica. O tempo ganha peso. Eu comecei a observar coisas que antes passavam despercebidas, como o valor de simplesmente respirar fundo e perceber que ainda estou aqui, ainda existindo nesse caos organizado que chamamos de vida.

Só que, curiosamente, foi exatamente ali, naquele cenário meio turbulento, que eu comecei a me encontrar. É quase paradoxal. Enquanto tudo parecia instável, alguma coisa dentro de mim começou a ficar mais firme. Como se a vida estivesse dizendo, com aquele tom filosófico que às vezes ela usa sem avisar, que viver não é um caminho reto e confortável. Viver é esse conjunto de provas inesperadas, dessas experiências que nos desmontam um pouco para depois nos reorganizar de um jeito mais verdadeiro.

Hoje, quando penso naquela versão indecisa de mim, eu não sinto vergonha nem vontade de negar que ela existiu. Eu olho com certa ternura, na verdade. Aquela pessoa estava tentando sobreviver com as ferramentas que tinha na época. E agora eu percebo que tudo aquilo, até as dores e os momentos em que eu quase perdi o fôlego emocional, foram parte do processo de me tornar mais humana. Mais consciente, talvez. Mais real.

Porque ser humana não é ser forte o tempo todo. É atravessar fases frágeis, sentir a melancolia de alguns dias, aprender com o próprio corpo e com as surpresas da vida. E mesmo assim continuar caminhando. Não perfeita, não invencível, mas mais inteira do que antes. Às vezes eu até sorrio sozinha pensando nisso, como quem descobre que a própria história, apesar de bagunçada, faz um sentido bonito no final das contas.


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