O Amor tem que ser Alimentado
Os amores que vêm e vão nos corações dos terráqueos, são equiparados aos turistas que visitam de tempos em tempos determinados monumentos históricos, mas, nenhum deles se digna em lá habitar para sempre.
O bater de portas de gente que sofre nos últimos dias pela pressão da COVID-19, tem levado muitos políticos a tomar consciência de que o seu verdadeiro dever enquanto representantes do povo, passa por resolver os problemas que afligem a vida deste mesmo povo.
Quando uma NAÇÃO tem DEUS como fundamento da sua existência, mais tarde ou mais cedo, esta nação acaba por conhecer a prosperidade para o seu povo.
Os programas econômicos paliativos criados pelos Estados, para fazer frente a COVID-19 têm se mostrado pouco eficazes para manter a subsistência alimentar de muitas famílias pelo mundo, isto porque, até ao momento, o povo ainda não tomou consciência de que é parte necessária no combate deste mal que a todos oprime.
Os programas de governação têm um tempo determinado para serem cumpridos, a pandemia não tem tempo, nem previsão para desaparecer, por isso, politicamente, devemos estar preparados para adiarmos o ano 2020 e, consideramo-lo o ano de graça.
Muitos procuram perceber o motivo pelo qual, a lua tem varios momentos e várias formas, mas eu, apenas olho no fundo dos teus olhos e percebo que a lua reflecte a doçura e a sensibilidade dos teus lindos e maravilhosos olhos.
As mulheres são o doce mais puro e mais suave que existe, cuja doçura, sente quem tem sensibilidade no paladar e quem cultiva a essência de amar a mulher a quem se entrega em momentos mais cruciais da vida.
A corrupção tem como corolário a fraca capacidade que o cidadão tem, de adquirir meios básicos de subsistência para si e sua família, resultante da má remuneração salarial.
A mulher é a arte e canção que não tem tom, nem cor, é o vulcão em erosão que queima o coração apaixonado, mas, não causa estragos.
A gratidão não se espera que seja cobrada, ela tem de fazer parte do almanaque das pessoas honestas e gratas por quem um dia lhes estendeu a mão.
O 11 de Novembro, marca o nascer de uma Nação livre e independente, por isso, os angolanos têm de viver este dia, com honra e glória e, escusar-se de sair à rua de forma desordeira para atentar contra um dos maiores ganhos que este País conseguiu em mais de quinhentos anos de colonização.
A independência nacional não tem o rosto, nem o rótulo de um partido político; a independência é o tom mais alto e, que tem de ser harmônico entre todos os angolanos, porque é por meio dela, que ganhamos voz e vez, numa terra que era considerada de escravos.
Os combates enfrentados a cada dia em que vivemos, não devem significar o fim da nossa vida, têm antes de simbolizar, o início de uma nova luta que nos levará a alcançar a vitória.
As manifestações têm como fim último persuadir os Governos a adoptaren novos e melhores métodos de gerir os recursos da Nação, mas, em momentos de crise em que o bem vida esteja em causa, os Governos têm de priorizar primeiro a vida, pois, não se gere um País, com gente morta.
A fome e o desemprego têm levado muitas famílias a decretarem estado de pressão aos Governos, mas, a questão que não se cala, prende-se com o facto de, muitos os membros das famílias, nada fazerem para melhorar a sua condição de vida.
Cada povo mergulha no mar das suas próprias dificuldades, mas, este mergulho, tem de se transformar em progresso sócio-econômico na primeira oportunidade que os povos tiverem.
Quem não sufoca ao passar pelo deserto solitário do seu coração, não tem a pureza da sua mente a vaticinar sobre a vida.
O tempo consome as nossas certezas, quando a idade nos cobra por amizades sinceras, que nos têm sem competição, mas, que nos querem e têm-nos como parceiros da vida e para a vida.
Cada alma tem o seu propósito na terra, por isso, ninguem pode impor a uma criança que siga um caminho que ela não quer, para satisfazer o sonho frustrado de seus progenitores.
O agora não tem tempo, nem espaço, apenas se vive, mesmo que não tenhamos esperança, nem certeza que o amanhã chegará.
