O Amor tem que ser Alimentado

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⁠Somente Deus Tem Poder Para Mudar e Transformar as Pessoas.

Todo mundo sofre
Todo mundo erra
Todo mundo tem
As suas próprias guerras
Quem somos nós pra ditar

O valor de alguém?
Somos pó
Não podemos julgar ninguém... Marcela Tais

Nas horas escuras da vida, Jesus tá lá
Quando ninguém tem tempo pra mim
Só há alguém que eu conheço, Jesus
Nas horas amargas da minha vida, Jesus tá lá
O único que, conhecendo minhas falhas, meus defeitos, ficou
Jesus Nair Nany.

Não se culpe por se sentir mal. Sentir-se mal com o erro alheio demonstra que você tem valores firmes. P.G

Valide seu sentimento: Ninguém tem o direito de julgar o que você sente.

A Vida Não Tem Graça Sem Deus.

A Bíblia mostra que Deus prefere usar quem tem um coração simples e humilde, e não os orgulhosos. Ele olha para a pureza e a obediência, e não para a idade, a força ou a fama que alguém possui.


Grace to You

Maturidade significa entender que cada pessoa tem uma Jornada diferente.

A Maioria Não Consegue Entender as Pessoas Pois Não Tem Sabedoria Nem Empatia.

Somente Quem Tem Amigo Entende.

Jesus Ainda Não Voltou Pois Ele Tem Compaixão e Misericórdia.

A tentação tem como objetivo afastar a pessoa da Vontade Divina, gerando angústia espiritual, perda de paz e divisão interior. P.G

Aprendamos a cuidar dos que nos querem bem. Nada é tão valioso quanto aqueles que não têm preço.⁠

Os moleques não têm outras ferramentas, senão as falaciosas, para debater com Homens.

⁠Talvez não haja falta de sentimento mais tacanha e equivocada que a pessoa acreditar que só ela tem sentimentos.

⁠⁠O Vício de Brincar com as Palavras e as Imagens, tem seus Riscos: às vezes são elas que se juntam para brincar com a gente!


Brincar com Palavras e Imagens sempre parece um gesto inocente — quase infantil.


Mas quem se arrisca nesse ofício sabe: nada é tão simples quanto parece.


Porque, palavras têm memória!


Imagens têm humor.


E ambas, quando percebem que estamos distraídos, fazem complô.


Às vezes se juntam para dizer o que não ousamos.


Por vezes até revelam o que tentamos esconder.


Às vezes devolvem à nossa própria mente uma pergunta que nem formulamos…
mas que, de alguma forma, já nos habitava.


Brincar com elas é um vício, e sim, — do tipo que não pede perdão.


E cada frase escrita, cada imagem criada ou editada, leva um pouco de nós…
mas também devolve algo que não sabíamos termos entregue.


No fundo, talvez o risco maior não seja brincar com elas.


O risco mesmo é quando elas resolvem brincar conosco —
e, sem pedir licença, sem medo e sem culpa, revelam aquilo que nós estávamos evitando descobrir.

O político influencer tem o direito de considerar idiotas seus asseclas apaixonados, mas não mais que ele.⁠

⁠
Tem dias que a gente precisa esperar nossa alma reencontrar o corpo.


Há dias em que seguimos funcionando por inércia, enquanto algo essencial em nós ficou para trás.


O corpo cumpre agendas, responde a estímulos, atravessa compromissos; a alma, porém, ainda caminha devagar, tentando compreender o peso do que sentiu, do que perdeu ou do que ainda não conseguiu dizer.


Nesses dias, é preciso muita paciência.


Não como quem desiste, mas como quem respeita o próprio tic-tac interno.


Esperar a alma encontrar o corpo é aceitar que nem toda ausência é fraqueza e que nem todo silêncio é vazio — às vezes é só recomposição.


Quando enfim se reencontram, não há alarde.


O passo volta a fazer sentido, o olhar se assenta no presente, e o respirar deixa de ser apenas um reflexo.


Até lá, caminhar mais lento também é uma forma de cuidado.


Porque viver não é apenas estar de pé; é estar inteiro.


Há dias em que o corpo deita e a alma dorme de joelhos.

⁠⁠Num mundo onde quase tudo se polariza, são os asseclas que têm o líder que merecem, não todo um povo.


Pois, onde quase tudo se polariza, tornou-se muito comum culpar povos inteiros pelos desvarios de alguns.


É um erro bastante confortável, porém recheado de injustiça.


Povos são plurais, contraditórios, cheios de silêncios e consciências que não gritam.


Quem grita costuma ser minoria — mas faz barulho suficiente para parecer maioria.


Os Asseclas Apaixonados, esses sim, escolhem.


Escolhem seguir sem questionar, repetir sem compreender, defender sem ponderar.


Não são conduzidos apenas pela falta de opção, mas pela abdicação do senso crítico.


O líder que os representa não surge do nada: ele se molda à conveniência dos que preferem terceirizar o próprio juízo em troca de pertencimento.


Já o povo… o povo trabalha, sofre, discorda em silêncio, resiste como pode.


Nem sempre tem voz, nem sempre tem palco.


Generalizá-lo é repetir a injustiça que a polarização produz: reduzir a complexidade humana a rótulos fáceis.


Por isso, quando um líder se revela pequeno, autoritário ou ruidoso demais, não é todo um povo que ele traduz — são apenas os que o seguem de olhos fechados.


A Responsabilidade não é coletiva por conveniência; é individual por Escolha.


E é essa distinção que impede que a crítica vire preconceito, e que a lucidez se perca nos ruídos dos extremos.

⁠Quem prefere guardar dinheiro do que recorrer à medicina particular, certamente tem muito pouca vida para tentar salvar.


Há uma diferença sutil — e muito profunda — entre economizar por prudência e economizar por medo de viver.


Os que preferem guardar dinheiro a recorrer à medicina particular, mesmo quando a urgência bate à porta, talvez não estejam apenas protegendo o bolso; talvez estejam, sem perceber, revelando a dimensão da vida que acreditam merecer preservar.


O dinheiro, em si, é ferramenta.


Pode comprar conforto, segurança e oportunidades.


Mas quando ele passa a ocupar o lugar da prioridade absoluta, a saúde vira detalhe contábil — e a existência, uma planilha.


A pergunta que fica não é sobre cifras, mas sobre valores: que tipo de futuro alguém imagina ter quando hesita em investir no próprio presente biológico?


Há quem acumule recursos como se estivesse comprando tempo, mas se esquece de que tempo não se negocia, apenas se vive.


Guardar dinheiro pode ser sinal de responsabilidade; negligenciar cuidados essenciais por apego ao saldo pode ser sinal de que a vida já está sendo vivida pela metade.


No fim, não se trata de julgar escolhas individuais — cada realidade tem suas dores e limitações —, mas de refletir sobre prioridades.


Quem trata a própria saúde como gasto supérfluo, talvez esteja dizendo, ainda que em silêncio ensurdecedor, que sua existência é adiada, que seu corpo pode esperar, que sua história não é tão urgente.


E a vida, quando não é urgente para quem a vive, torna-se insignificante demais para ser salva.


Quando a segurança financeira supera a autopreservação, o indivíduo deixa de ser o senhor do seu patrimônio para se tornar o vigia de um tesouro que ele mesmo não usufruirá.