O Amor tem que ser Alimentado
Tem gente que quer uma sombra no quintal, mas não tira uma folha da varanda. Tem preguiça até para olhar o sol.
Você não tem ideia do poder que você tem nas mãos, uma flor que você oferece a alguém, você ajuda a consertar meio mundo, isso é amor.
Caminho por ruas tranquilas,
com as mãos cheias de esperança,
e cada passo que dou
tem o ritmo de uma dança.
Para estarmos felizes,
por um número maior de vezes
em nossa vida,
é imprescindível que tenhamos
temperança com os nossos desejos.
Há momento na vida que o homem, o vi sem perceber a importância que o mesmo tem, porque ele nao aprendeu a enxergar o valor que há no viver em momentos que para maioria das pessoas é apenas uma rotina.
Se sua primeira mensagem pelo WhatsApp já tem preço, talvez você tenha pulado a parte mais importante da venda: entender o cliente.
A dor tem ouvidos finos, escuta o som exato do teu medo. Ela percebe quando você hesita, quando sorri por educação, quando diz “tá tudo bem” só para não mostrar o caos por dentro, ainda que a verdade escape pelos dedos.
A dor tem instinto, não tem pena. Sabe onde você se esconde quando finge estar forte. Aparece de mansinho… num silêncio, num sonho, num arrepio que não se explica. E cresce ali, no intervalo entre o que você sente e o que ousa admitir. Você pode mudar de cidade, trocar de corpo, de cama, de assunto. Pode se embriagar de vozes novas e promessas antigas. A dor não se apressa, ela sabe esperar o momento em que o barulho cansa.
No fundo, ela só quer ser reconhecida. Quer um nome, um rosto, um espaço pra existir. E quando, enfim, você a encara, percebe: ela sempre foi tua. Uma mensageira indesejada, mas sábia, apontando o que ainda pulsa mal curado.
Fugir dela é correr de si — e quanto mais rápido vai, mais se encontra. Há uma beleza triste nisso: descobrir que até a dor te ama o bastante pra não desistir de te ensinar. Encare-a, ela só quer que você saiba quem tu és e te mostrar o que você insiste em evitar.
(Douglas Duarte de Almeida)
O raso tem essa crueldade: parece fácil, parece seguro, parece até bonito quando o sol acerta o ângulo. Mas não acolhe. Não sustenta mergulho. Quem vive de superfície se acostuma a respirar ofegante, como quem teme o próprio fôlego.
O tempo — esse animal indomável — merece ser gasto em abismos que valham o risco. Em encontros que te façam perder o chão, mas te devolvam o sentido. Em silêncios que não te afoguem, mas te ensinem a ouvir.
Não desperdice seus minutos em quem tem medo da correnteza.
Não negocie sua profundidade com quem só sabe molhar os pés.
Porque, no fim, a vida não é sobre colecionar respirações, é sobre o raro instante em que falta o ar e, ainda assim, você sente que valeu a pena.
Tem noites que parecem dia, e são justamente nelas que, nas minhas madrugadas insones, o céu imenso deixa de ser silêncio para se tornar companhia.
