O Amor tem que ser Alimentado
O niilista diz que nada tem sentido, mas passa o dia todo tentando convencer os outros disso, isso prova que até o "nada" precisa de plateia.
Não confio em quem tem todas as respostas, pois o mundo é feito de perguntas que ninguém ousa formular.
Meu silêncio costuma gritar verdades que minha boca não tem coragem de dizer para não estragar a noite.
Ao afirmar que sem deus a realidade não tem nenhum sentido, a base do niilismo se torna a necessidade de uma concepção de significado sobrenatural herdada de uma tradição religiosa
Já reparou que o diabo tem um gosto excelente? Segundo os crentes, ele inventou o rock, o comunismo, o prazer e o pensamento crítico. Se tudo o que é bom é dele, o céu deve ser um tédio insuportável.
O cristianismo é, na prática, politeísta: tem o Pai, o Filho e o Espírito Santo; tem o Diabo, os anjos, os santos; e ainda eleva ao sagrado o Papa, os cardeais, bispos, padres e pastores.
Como saber se todos os seres humanos tem cérebro? A única maneira será abrindo e olhando a cabeça de todos e nada impede que alguém seja um robô, ou tenha a cabeça oca!
A maioria dos religiosos não tem absolutamente nenhum propósito na vida; servem apenas como instrumento descartável nas mãos de líderes gananciosos.
A maioria dos humanos tem uma consciência tão vazia que caberia num pendrive velho. E ainda assim acham que merecem o paraíso. Ninguém faz backup de lixo.
Se deus existe, só a consciência dele é real; logo, só ele tem livre-arbítrio. O paraíso é exclusivo. O resto é simulação para fingir que não está sozinho!
Crentes e conservadores não tem consciência, a prova disso é que suas ideias nunca evoluem com o tempo!
Se deus tem um backup de todas as almas, então está liberado matar, porque ninguém destrói ninguém de verdade, só antecipa o encontro.
O cristianismo afirma que o sofrimento tem propósito, mas o propósito real sempre foi o controle dos mais fracos.
Tem um momento na vida em que a gente cansa de tentar caber na vitrine dos outros. Eu cansei. Cansei de olhar pro mundo como se ele fosse uma grande competição de quem ostenta melhor, de quem parece mais feliz por fora enquanto por dentro tá um caos parcelado em doze vezes sem juros. E foi aí, bem nesse ponto meio bagunçado da minha existência, que eu percebi uma coisa quase absurda de tão simples… eu nunca precisei de tanto assim pra ser feliz.
Porque a felicidade que eu encontrei não veio com etiqueta, nem com aplauso, nem com aquele olhar de aprovação alheia que muita gente persegue como se fosse troféu. Ela veio quieta, quase tímida, se instalando nos detalhes que ninguém posta, mas que sustentam tudo. Um momento de paz, uma mente leve, um coração que não vive em guerra… isso vale mais do que qualquer status que precise ser exibido.
E olha que curioso… quanto menos eu me preocupo em ter, mais eu sinto que já tenho. Já tenho o essencial, já tenho o suficiente, já tenho aquilo que dinheiro nenhum consegue comprar quando falta por dentro. Não é desprezo pelo dinheiro, é só maturidade pra entender que ele não manda em mim.
No fim, eu não quero ser rica de aparência e pobre de paz. Eu escolhi o contrário. E posso te dizer… essa escolha muda tudo.
