O Amor tem que ser Alimentado
“O raciocínio expresso diferencia o ser humano dos outros animais chamados de brutos, mas com nosso raciocínio muitas vezes nos igualamos ao mais selvagem dos animais.”
Não preciso me explicar
Preciso apenas ser
Tão pouco ter que provar
Eu tenho que acontecer.
Santo Antônio do Salto da Onça RN
26/03/2024
O que vem do ser humano
Às vezes me dar receio
Mas olhando friamente
O que me vem né alheio.
Santo Antônio do Salto da Onça RN
Terra dos Cordelistas
13/06/2024
Cada ser com sua mente
Errado ou sendo certinho
Cada um irá seguir
Pelo seu próprio caminho.
Santo Antônio do Salto da Onça RN
Terra dos Cordelistas
13/06/2024
Eu me esforço pra não rir
Das ações do ser humano
Eu queria criticar,
Mas entender é meu plano.
Santo Antônio do Salto da Onça RN
Terra dos Cordelistas
01/12/2024
O ser humano às vezes
Por interesses banais
Perde as suas virtudes
E não encontram jamais.
Santo Antônio do Salto da Onça RN
Terra dos Cordelistas
16/12/2024
Quando calamos para ouvir,
Ajudamos a elevar um outro ser.
Santo Antônio do Salto da Onça RN
Terra dos Cordelistas
01 janeiro 2025
Cada um ser chama Deus
De um nome diferente.
Pra Ele somos iguais,
Nem um nem outro é mais
Todos têm mesma patente.
Gélson Pessoa
Santo Antônio do Salto da Onça RN
20 Março 2025
somos quem somos porque
lutamos com tudo que
cruza o nosso caminha
sejamos firmes
que alcançaremos tudo
umildes uns aos outros
que venceremos todos
os obstaculosque nos cruza
"Quando você estiver prestes a morrer, lembre-se de quem você foi. Se você não era ninguém, então lembre-se de quem você NÃO foi."
O Inferno dos Inquietos
O ser é livre em sua inquietação de desabrochar uma flor
De ser um simples amador contemporâneo do seu cotidiano
Que expõe as suas noites mal adormecidas em pinturas e escrituras
Que destrancam pássaros de prisões e corações trancados dentro de porões
Que condena as suas aflições
O ser humano que não és humano, és apenas ser de sua espécie
Um humano incompleto do mundo e de todo o universo
Que condena a mente para a prisão perpétua do inferno
Rasgando a alma e purificando a áurea desconhecida
Que se esgota de lágrimas e gritos de melancolia de uma jovem menina
O ser deslocado-se de cada espaço do mundo
Traído pelo silêncio de um infinito sem fim
Apodado com padrões e estenótipos dos homens não pensantes
Caminhando-se na estrada do universo dos pobres homens e mulheres
Que pensam em riqueza sem serem nobres e fiéis a sua raiz
Que vomitam esnobações e aberrações de si mesmos
Porém, esquecem que a alma grita depois de rir
A inquietação aflige depois de sorrir como simples apagão
Depois de subir mais um degrau da escada de pensamentos
Que lhes condenam na prisão da inquietação do espírito
Em cada último suspiro saído de dentro de cada indivíduo.
O Silêncio dos Gritos
O silêncio nem sempre é calmo e quieto
Ele grita como um homem apanhando, levando chicotadas
E sendo o réu dos chicoteadores
Que silencia a voz do homem que grita
Gritos inquietantes, perturbadores do réu daquela noite
Que lagrima-se ao silêncio da meia noite
És mais um inocente sendo morto pelos cafetões delinquentes
Que tira do homem ser, a sua vida, e leva-se consigo um parabéns
Porém, na próxima noite tem, mais um que gritará
Não irá ser salvo por ninguém, apenas pela inquietude
Do silêncio das cordas vocais que fará daquela noite
Uma meia noite, única para aquele réu
Mas, mais uma para os cafetões comprimem as suas missões.
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