O Amor tem que ser Alimentado

Cerca de 489235 frases e pensamentos: O Amor tem que ser Alimentado

Posse do relativismo na narrativa do universo do ser alienado pelas escolhas.
Pois quem deu as escolhas?
O caminho existe e conta como existência social ou apenas uma programação relativa do problema politico.

A construção do eu pois eu é simplicidade efêmero diante ser eu.
Para poucos serei eu mais na continuidade do relativismo eu transpoem sentido de ser diante paradoxo da imensidão.
Servo do espelho moral tem varias indagações... o espaço ganha nova realidade pois definitivamente os fragmentos fragis parecem ser pequenos lampejos.
Mais o eu pode ser outra variante buscando ser eu peffeito diante o reflexo do lago aonde morreu afogado.
A beleza pode ser linda no caótico universo.
Nas elipse do sol muda orbita mundo ganham cor diante tela do computador depois para tela dos celulares.
Sentir o espaço muitas vezes sentir seu coração pulsando ate no último momento de vida.
Os gases no espaço formam nuvens para os quais semente do universo se espande um dia claro sera o amanha numa simulação para os quais fotontons sejam base da vida.

Ser pois ser ser.
Interessante ser,
Pois o ser é o ser?
Definindo o ser?
Na caótica do ser.
Pensar doi?
Amar doi?
Ainda é seu ser?
O cubismo visual por somos este ser?
Diante da desenvoltura observar o ato cometido de alegrias tristeza apenas o homem cópia diante seu ser.
Andamos mais ênfase em conflitos sociais sejam quebradas as facções de alienação intelectual.
Somos máquinas que projetam o espectro da alma mais ainda nos prendemos a o eu observando o espelho diante o abismo.

No estudo do estado primitivo do ser alienado vemos aglomerados.
É simplicidade a razão se perdendo no fato da existência como estado primitivo.
Pois declínio foi o crédito do relativismo a seguir o tempo e espaço a seguir.
Dentro da funcionalidade o tempo corrói imersão do inerte.
O frio tornasse a geleira dentro deste paradoxo criado por narrativas.

Mosaico do Tempo e a Ilusão da Causa
​O erro do paradoxo temporal pode não ser um erro de fato, mas um caminho não intrusivo. Afinal, a coexistência simultânea parece impossível até mesmo no microcosmo — a menos que consideremos a possibilidade da entropia existir dentro da própria visão. O que significa existir em um universo etéreo, onde a luz replica a si mesma? Na coexistência entre a sombra e o "eu", há uma aparente igualdade que logo se desfaz, pois é a luz que coordena e dita essa existência. O ser existe porque o caleidoscópio é parte intrínseca da visão cubista.
​Compreender os mistérios exige olhar para dentro deles, e não apenas especular. Buscamos a solução de tudo na equação e no equilíbrio do todo para o todo; mas, quando nos deparamos com o caos e com aquilo que não conseguimos explicar, criamos fantasias e medos, transformando a dúvida em crônicas de mito e misticismo. O tempo necessário para a compreensão ainda faz parte da Caverna de Platão: um olhar moldado pelo medo e pela desconfiança. No entanto, ao olharmos para os céus como grandes edificações, o tempo passa e aquilo que tanto nos intrigava torna-se irrelevante. O jogo terminou.
​Diante da fusão do pensamento, a realidade torna-se um mosaico temporal, um passado congelado pela força da emoção. O estado analógico fez o pássaro voar dentro de uma condição assimilada pela teoria do espelho: a existência do mundo macro depende do observador, e a mutabilidade da causalidade temporal transforma-se na bebida dos deuses. A existência emerge pelo simples e puro fato de existir.
​Contudo, quando os adereços da causalidade são reunidos no estopim de um evento, a causa se torna o ponto mais fascinante: todos os desfechos convergem para ela, independentemente do que façamos. Mas o que acontece quando essa interação ganha novas sombras e novos observadores? Terá a história o mesmo final? Guardará ela a mesma propriedade na profundidade das probabilidades?
​A construção de uma nova realidade é ambígua. Na arquitetura de um megacubo espacial — um cubo desdobrado no espaço-tempo —, o som finalmente seria compreendido através da distorção da gravidade. Haveria uma defasagem da história no próprio ato de sua escrita, uma nova proposta de criação vinda de um mundo de sombras.
​O som viaja pelo espaço, mesmo quando este se mostra vazio e translúcido. É quando a gravidade o toca que invocamos novos acordes ou o silêncio absoluto; a atração o torna inerte, transformando-o na imagem de um passado guardado em nossas lembranças. O cubismo fragmenta essa imagem. O som pode ser distorcido, e o próprio movimento da gravidade pode ser modificado pela força do simples querer, pela pura manifestação da vontade. É quando a lei da relatividade, enfim, transcende a própria causalidade.
Por Celso Roberto Nadilo
Pensamentos

​O Manifesto do Simulacro e a Fome do Ser
​Existir na alienação social é sustentar uma simbiose clonada. Na superfície de tudo, resta o questionamento de uma realidade ambígua: o ato de ser esmaga-se sob a essência de almas cansadas pelo vulto da entidade. Somos os resquícios de uma alucinação coletiva, onde a réplica nada mais é do que o abandono da consciência em um lapso temporal.
​Se o clone possui uma alma individual, fica a questão: somos aquilo que criamos ou nada criamos e tudo copiamos? O homem que copia a cópia do homem apenas copia. Na interlocução do observador, o clone torna-se só mais uma variável na equação do tempo e do espaço.
​Por que isso ocorre? Seria uma defasagem da alma, ou a alma permanece a mesma em outro fluxo temporal? O que testemunhamos parece ser o esquecimento do ser anterior — a ausência das experiências que só o cubismo político seria capaz de decifrar. Afinal, no jogo político, os autores são meras criações da manipulação, operando dentro de maquetes digitais.
​"Será que quem fui ainda sou eu?"
​Nessa busca por identidade, na afirmação do que sou, o clone esvazia o ser navegante. Há orgulho na simbiose com o meu "eu" anterior, onde fragmentos do pensamento comum se transformam na maravilhosa face da ciência. O fato intrínseco torna-se evidência: a alma pode até viajar no tempo, mas jamais poderá ser substituída ou replicada.
​É quando me vejo olhando para o três e o quatro, buscando o número do meio — o infinito oculto entre as margens.
​No ambiente em que vivemos, ainda vigora o negacionismo. Esquece-se que a floresta é a alma da vida e que fazemos parte do bioma. Não somos o bioma em si; não podemos ser seus predadores, mas sim os protetores da existência. A maior riqueza que possuímos é a simplicidade da vida.
​O clone sente fome de si mesmo porque ainda não aprendeu a criar, limitado a tentar ser moldado por convicções alheias. No fim, os antigos conceitos da política revelam-se como são: meros artifícios da geopolítica.

O um pode ser tempo no espaço de frente para o espelho o espaço tornasse a distorção e multiplicação do foco num fonto da relativismo abrido a estrada da constante como fluxo é simplicidade o retrato do espelho no escuro da imensidão vemos o horizonte de eventos se dobrar diante a gravidade.

_ olhas para vazio se olho para sua alma viajando no teu ser...

As Sombras da Essência e a Dualidade do Ser
​Por Celso Roberto Nadilo (Adaptação Lírica)
​As sombras da essência e a dualidade do ser: o trágico contraste entre o triste e o feliz.
​Há uma dor profunda em não se reconhecer no espelho, um cansaço em nunca encontrar a felicidade no próprio ser. É a dor existencial que se manifesta também nos fenômenos do autismo — graus distintos da alma e da individualidade, onde até o mínimo barulho fratura o silêncio e converte o indivíduo em um território de conflito sensorial.
​Diante disso, como agirá o transhumanismo? Irá ele sobrepor-se ao ser existencial?
​Compreender a mente humana é mergulhar no complexo e no imprevisível. À beira desse abismo, para onde podemos guinar? Nas fronteiras do desconhecido, a mente ainda é um universo do qual sabemos muito pouco. Projetamos chips, eletrodos, receptores e emissores digitais instalados no cérebro para obter o controle da mente e criar uma ponte definitiva com o mundo. Mas, com o intelecto dividido com a Inteligência Artificial, o controle mental, as decisões e as escolhas ainda seriam influenciados pelo mérito do astro espiritual?
​Para onde caminhamos? Para dentro ou para fora? Para cima ou para baixo? Seremos nós os laços que unem a humanidade, ou apenas nós de uma rede técnica? O sentido contemporâneo mais profundo está justamente no início daquilo que começamos a viver. O "nós somos" diante do "eu sou" nos impele a compreender que a própria existência tornou-se um salto de fé em direção ao transhumanismo.
​Tudo o que conhecemos, tudo o que somos, desdobra-se diante do que vejo na caverna — o eterno retorno às alegorias de Platão, buscando laços ainda mais profundos na eternidade. Nas órbitas das nossas origens, somos criaturas minúsculas diante da imensidão infinita do universo. O transhumanismo talvez veja o fim deste cosmos, mas será que ele compreenderá o real significado de ser poeira?
​A verdadeira grandeza que carregamos está no milagre dessa poeira cósmica saber falar e pensar. E, talvez, através das eras, cruzando galáxias e universos, continuemos a captar conhecimento, conscientes de que sempre fomos a parte mais viva da matéria estelar.
​O espelho da existência reflete o espelho de um mundo multissensorial. A verdade permanecerá primordial, ou os espelhos abrirão múltiplas realidades até que tudo vire um borrão? O multiverso fragmenta o espaço e o tempo; contudo, evoluímos apenas nos atos que somos capazes de dominar. Diante do contraste do ser, o tempo de existência será superior ou uma mera métrica de qualidade de vida?
​As definições do ser podem crescer ou definhar. Mas a alma humana necessita compreender o ciclo sagrado da vida: nascer, crescer, amadurecer e, por fim, perecer nos limites dignos da existência.
Por Celso Roberto Nadilo
Viajamos pelas asas do tempo e ganhamos conflitos e questionamento sobre o somos e que seremos capazes de ser diante o eu.

Vozes do Eco da Mente
​Vozes do eco da mente.
Vertigens, pois o café da manhã parece ser o desejo mais secreto.
No vale das almas, vejo espíritos nas suas covas e tumbas:
O sarcófago de outros pensadores.
Desvendam o abraço profundo, o sentido da humanidade.
​Viver nas suas cavernas — antes de rochas e pedras,
Agora alegorias na mente, figuradas por fones, telas de celulares ou computadores.
O frio só exalta o ar-condicionado para climatizar o clima.
A entrega rápida da sinfonia da fome.
O filme numa tela de LED da existência alienada completa.
​A família se reúne.
Não mais para passar o final de semana, mas por obrigação moral.
Em vez de conversar sobre algo, cliques nos celulares, olhares fixos na televisão.
Parece bem interessante a interação familiar.
​A comida, cada um se serve.
Continuam ligados a cada instante do feed, na rodagem dos vídeos.
Uma voz rouca ao fundo:
"São 20 horas, é hora de tomar os suplementos alimentares."
Às nove horas devem ir embora...
Pois o enterro está terminado.
Por Celso Roberto Nadilo
A visita rápida posso voltar daqui a seis meses fiquei bem talvez volte ano que vem te amo... fique bem.

Recipientes distintos no retrato exato do meu ser: no abstrato do cubismo, eu me fragmento.
​Para toda colonização da consciência, o "eu" é um paradoxo na cronologia do tempo e do espaço. Tentamos transcender o "ser eu" para o "eu sou eu", admitindo a modificação imposta pelo olhar do espelho bidimensional. Vemos aglomerados urbanos sob o viés do "eu sou eu", compreendendo como fomos formados.
​A interrogação que resta é: será que compreendo realmente quem sou? Ou seriam meros estudos e livros que conduzem o "eu sou" diante das experiências do "eu pertenço"? Os fundamentos e realizações acadêmicas parecem se chocar contra o "ser eu".
​Com a alma diante do espírito relativista, o "eu geopolítico" parece devorar o viés, dando origem a seres bizarros na filosofia. O Tecbot é o fruto definitivo desse tecno-feudalismo digital.
Por - Celso Roberto Nadilo

Virtude de um caminho para as estrelas,
num ser fulgurante de atos sonsos e divergentes.
Nos espelhos quânticos, os ecos atrozes de linhas temporais distintas
ressoam no espaço e no tempo da continuidade...
​Fecham-se os olhos na solitude dos astros.
Nas páginas de um diário reflexivo,
seres pujantes se exploram no limiar das almas aniquiladas."
— Celso Roberto Nadilo

Ser por ser
Ate ser
Ser ou não ser porquê não ser...
O que sou diante meu ser sou o ser então...
Entenda melhor o ser dentro do seu ser.
E sera seu ser comprendo o ser...
Contemple seu ser magnífico ser...

O eu pode ser eu
E quem posso ser eu
O eu fanático pela vida...
Inspiração do meu eu pu apenas eu
Mesmo eu me calo no silêncio
Apenas seu sei que nada sei
Tudo aprendi nas asas da filosofia sou eu...
O eu absurdo abstrato caminha no sentido do eu...
Euforia seria apenas meu ser pairando pelo eu.

O presente do ser que sou
Alienado por suas próprias decisões o sou se libertou o eu acordou
O certo eu sempre foi o que sou..


Mesmo diante do que fui ainda sou aquele sou eu diante do sou.
O paradoxo do infinito ser para o sou.

Porque aparecer o não sou se ainda sou...
Porque clamar se ainda vou ser o sou...
Para que vou ouvi se ainda sou

Sou o posso ser e eu sou..
Um ser crítico que sobrevive no ser do meu eu e ainda sou eu diante das probabilidades sou que sou nada mais que eu convicto de ser que sou nada mais além...
Tento responder para ego o eco do eu mais involuntário apenas sou.

O ser eu composto do eu poético, e eu crítico...
O eu também temporal, espacial, transdimensional.
Eu o ser eu também é vários paradoxos para tais o elemento que constitui ser pragmático, Mesmo na ilusão de ser eu na profundidade do ser ate os osso sou eu.

Ser contemporâneo eu sou também e ser antológico e medieval eu...
No espelho da consciência o eu pode causar a paredolia do eu

Lertagido ser as grades são lágrimas veladas em balelas que arrasta multidões...
Somos objeto de observação.
Somos alienígenas e máquinas servis de um sistema feudalismo digital.
As grades do intelectual consome o ser eu ate que não sobre mais nada...
Nas colisões de realidade somos servos ate que acordamos num deserto de opiniões...