O Amor tem que ser Alimentado
O ditado diz: "Antes tarde do que nunca". Eu acredito que deva ser ANTES/ANTES do que tarde. É com a antecipação que se previne danos maiores, seja em que momento for!
Aqui é assim: ou você me respeita por bem,
ou vai ser por mal.
Eu não bato de frente.
Eu passo por cima
Não gostou?
Vaza!
Moniquinha é Moniquinha é sem vice-versa.
Moniquinha é um furacão silencioso no olhar e serenidade ao falar.
Moniquinha é a forma mais pura feita em ouro, é delicada como a flor do jasmim.
Moniquinha dobra o vento, seca o mar e, num toque de deusa, faz tempestade virar calmaria.
Moniquinha, suas reminiscências são gráficos que marcam as lutas travadas e vencidas, quietinha e tranquila.
Moniquinha é cultura, é arte, é história a ser escrita.
Moniquinha é passado, é futuro, é o presente.
Moniquinha é charmosa e marcante, é beleza em pessoa, é divina de alma.
Moniquinha é flor do jardim, é brisa do mar, é luz do luar...
Moniquinha é única e singular, exclusiva, sem igual, é rara e excepcional.
Moniquinha é o começo, é meio e não tem fim…
E então eis que fui escolhida, e quis ser. Deus criou para cada um de nós um dom e, junto com cada dom deu-nos uma missão. Deu-me o dom de amar e, a missão de mostrar à você o caminho de volta. E com esse dom e essa missão aprendi que, quem ama não teme.
Flávia Abib
____________________(A Fênix e a Libélula)
Ninguém consegue ser são, coerente e assertivo em todas as formas de conhecimento pleno, o tempo todo, sem desvios de pensamento, observações e de personalidade. Os mais notáveis pensadores e intelectuais, de nosso mundo, são aqueles que reformularam suas perguntas e buscaram novas respostas no continuo caminho investigativo e estão abertos a novos aprendizados e novos conceitos na reforma mais precisa de antigas respostas, emitidas no passado por serem ou estarem imprecisas, errôneas ou incompletas.
“Ser ariano(a) é ter coragem para lutar, aprender que nem tudo é confronto e, sobretudo, lidar com a própria intensidade em busca de consistência.”
Quando acordei esta manhã, olhei para o espelho e disse a mim mesma: "Você merece ser feliz". E essa afirmação foi como um mantra que ressoou em minha mente, afastando toda e qualquer nuvem pesada que tentasse encobrir o sol em minha vida.
Compreendi que a felicidade não é um destino distante, uma meta inalcançável. Ela é um estado de espírito, uma escolha diária. E hoje, sem sombra de dúvidas, escolhi o caminho ensolarado, onde as flores desabrocham e a esperança sempre floresce...
- Edna Andrade
A vida é uma jornada de aprendizado e crescimento. Não seremos perfeitos, mas podemos sempre ser melhores. A cada ação, a cada pequena melhoria, nos aproximamos de uma versão mais evoluída de nós mesmos. Portanto, não percamos tempo desejando a perfeição, mas sim dedicando-nos a sermos melhores a cada dia...
- Edna Andrade
Não há vergonha em ser sensível; o que é verdadeiramente humilhante é se esconder atrás dos próprios sentimentos. A vida é preciosa e cheia de esperança.🕊
Força na alma
Sonhos na bagagem
Luta constante
Ser de fases
Guerreira na essência
Brilhante na vida
Forte como rocha
Sua luz é bem vinda
Iluminada como a lua
Ela é toda magnitude
Abençoada por Deus
E cheia de virtude
Como flor,
Com sua beleza e esplendor
Passa por vento e chuva
Mas sempre está na lida
Tem mistério
Tem beleza
És sentimento por natureza
Por toda parte, tuas sementes...
MULHER
Eu escolhi a mim...
escolhi ser eu...
escolhi minha alma intensa
e toda a imensidão
que habita aqui!
Eu tive que amadurecer,
para que a minha mente
e o meu sentir
não exaurisse o meu ser...
para que também
não tivesse que
me abater com as coisas
que não consigo entender.
Hoje, sigo com muito mais fé
e sabendo que DEUS
vai me acompanhando...
Desde as mais antigas tradições espirituais, o ser humano interroga-se acerca do sentido último da existência, da natureza da vida e do mistério da morte. Em diferentes épocas e civilizações, essa inquietação assumiu formas variadas, mas sempre convergiu para um mesmo ponto: a tensão permanente entre o apego ao transitório e a busca pelo eterno.
Nos Vedas, encontra-se a emblemática narrativa de Nachiketa, que se dirige a Yama, o senhor da morte, para solicitar-lhe a imortalidade. Diante do pedido, Yama recusa-se a concedê-la, explicando-lhe que a mortalidade constitui parte essencial do ciclo da existência. A verdadeira imortalidade, ensina-lhe, não se alcança pelo prazer sensível, mas pela compreensão do verdadeiro ser. A libertação, nesse horizonte, nasce do autoconhecimento e da superação das ilusões do mundo fenomênico.
Em perspectiva análoga, o budismo apresenta, no Tripitaka, a parábola da jovem tecelã que pede a Sidarta, já iluminado como Buda, que distribua sabedoria a todos. Em resposta, ele ordena que vá à aldeia e interrogue os habitantes acerca de seus desejos. Ao retornar, ela relata pedidos de riqueza, saúde e poder, mas nenhum pedido por sabedoria. “Como posso oferecer aquilo que não desejam?”, indaga o Buda. A lição é clara: o homem, cativo de suas inclinações imediatas, ignora frequentemente aquilo que lhe é essencial.
No cristianismo, os evangelhos narram o encontro de Jesus com o jovem rico, que lhe pergunta sobre o caminho para a vida eterna. Após afirmar cumprir os mandamentos, o jovem ouve a exigência decisiva: vender seus bens e distribuí-los aos pobres. Incapaz de desapegar-se de suas posses, afasta-se entristecido. A salvação, aqui, não é negada, mas condicionada à renúncia e à liberdade interior.
Essas três narrativas, oriundas de contextos culturais e históricos distintos, convergem para uma mesma verdade antropológica: o ser humano deseja aquilo que não compreende plenamente e apega-se àquilo que o impede de transcender. Busca o conforto do imediato e teme o risco da transformação interior. Prefere o perecível ao eterno, o seguro ao verdadeiro, o visível ao essencial.
Desejamos, assim, o que não entendemos. Esquecemos o que precisamos abandonar. Lutamos pelo transitório, mesmo sabendo de sua fragilidade. Sustentamos o insustentável, por receio de perder aquilo que julgamos ser nosso. E, quando o sacrifício se impõe como condição para a plenitude, ainda assim hesitamos, adiamos e recuamos.
Talvez resida aí o drama fundamental da existência humana: saber, em algum nível, que a vida autêntica exige renúncia, mas não possuir, muitas vezes, a coragem de realizá-la. Entre o chamado da transcendência e o peso do apego, movemo-nos em permanente ambiguidade. E é nesse espaço de tensão que se decide, silenciosamente, o destino espiritual de cada indivíduo.
