O Amor tem que ser Alimentado
*Tem coisas que delicadamente perfumam a vida, a alma e o coração da gente.. *
______________FranXimenes
29*12*2013
Bendito seja aquele que tem fé e recorre a luz da oração no sentido de plenificar-se,e acredita infinitivamente que vai ser atendido,e não ora apenas para pedir ,mas também para agradecer sempre.
Muitos nos pedem...Ora por mim...
Você também tem esse poder...
Ele já nasceu em cada um de nós
Deus é amor e perfeição...
Deus nos criou com a centelha divina...
Em uma conexão de criador para criatura...
Que é ativada com a prática do bem...
Da fé através da oração...
E do amor que é a razão de tudo...
Pois ninguém é tão mal,que não tenha algum bem dentro de si...Portanto..
Eu sou luz...Tu és luz...somos todos luz...
Ativemos essa luz divina em nós...
E sejamos muito felizes com o poder divino em nós.
Ivânia D.Farias
A vida tem altos e baixos e eu vou seguindo ela,oras estou lá em cima,oras estou lá em baixo,mas não deixo de amar ela.
Ivânia D.Farias
Quando a saudade bate no peito... enquanto todos comemoram o Dia das Mães, há aqueles que já não têm sua mãe bem pertinho, mas o sentimento viaja e chega aonde a mãe querida está, sentimento esse que chega forte e mãe e filho(a) recebem essa energia de amor, por isso, essa vontade de chorar, essa saudade forte que você sente, é o abraço que ela lhe dá na certeza de que um dia vão se encontrar.
Não dê importância a dias tristes, pois dias iguais não existem, cada dia tem sua diferença. Se ontem ficamos tristes ao ver o barulho da chuva como uma flor enclausurada, hoje amanhecemos em um lindo dia de sol como flor a desabrochar com gotas de orvalho e uma imensa alegria de viver. Saudemos esse novo dia. Bom dia!
Tem dias na vida que a tristeza bate na nossa porta, e a gente pensa que não vai sair dessa tristeza, tentamos fugir, mas parece que ela corre atrás da gente. Então você para e pensa: amanhã será outro dia, espero que ela vá embora e me deixe ser feliz.
Se você está lendo essa mensagem, você é abençoado e tem muitos motivos para agradecer a Deus. Mesmo diante dessa pandemia, mesmo enfrentando vários outros problemas, Deus tem te guardado, te livrado de muitas coisas. Você pode não ter percebido, mas Ele sempre esteve com você, e por mais difícil que seja a luta, Ele nunca vai te abandonar.
É difícil fazer funcionar as relações com os outros quando você não tem um bom relacionamento com você mesmo.
Ideal
Aquela que eu adoro não é feita
de lírios nem de rosas purpurinas,
não tem as formas lânguidas, divinas,
da antiga Vênus de cintura estreita.
Não é a Circe, cuja mão suspeita
compõe filtros mortais entre ruínas,
nem a Amazona, que se agarra às crinas
dum corcel e combate satisfeita.
A mim mesmo pergunto, e não atino
com o nome que dê a essa visão
que ora amostra ora esconde o meu destino.
É como uma miragem que entrevejo
Ideal, que nasceu na solidão,
Nuvem, sonho impalpável do Desejo...
Td nesta vida tem um lado positivo e negativo, a barriga grande, por exemplo, serve para apoiar os braços cruzados, promovendo uma sensação de bem-estar para o barrigudo, quase um estado de “nirvana" temporário.
Tem demônios tentando se libertar de pessoas. O mau caratismo ultrapassa os limites da falta de temor e compaixão pelo próximo.
Brasil: aqui a impunidade tem gênero
Por Nildinha Freitas
É a impunidade que mata mulheres todos os dias no Brasil.
A violência contra nós, mulheres, é algo estrutural neste país. Infelizmente, grande parte de nós cria e educa filhos homens com vantagens dentro de casa, e assim eles crescem como meninos mimados que não aceitam ouvir “não”. Se esta nação tem homens que matam mulheres, é porque o problema é muito maior do que se pode imaginar. Ninguém nasce feminicida; eles se tornam um.
Vivemos em um país em que não há punição real para quem comete este tipo de crime. Eles fazem, fazem, fazem. Continuam fazendo, continuam destruindo vidas inteiras, mas a impunidade permanece. Lemos nos jornais absurdos que chegam a ser inacreditáveis. No Brasil, são cerca de quatro mulheres assassinadas por dia. Quatro. Todos os dias. Fora as que sobrevivem, mas vivem em estado de pânico, ameaça e medo constante. Isso mostra que a violência de gênero não é exceção, mas tornou-se uma rotina cruel no país e no lugar em que vivemos.
Um homem mata uma mulher, leva o corpo até a delegacia, confessa o crime — e mesmo assim é liberado. Isso é a prova da impunidade deste país. Isso é a prova de que aqueles que nos matam fazem isso porque sabem que vão estar livres em breve. Como se a vida de uma mulher valesse tão pouco que bastasse confessar para ir embora. Como se matar fosse apenas mais um ponto na rotina de uma nação que neutraliza, normaliza e aceita a nossa morte.
É uma realidade em que a mulher vítima de violência, que sofre agressão e que finalmente encontra coragem para denunciar o agressor, muitas vezes precisa sair da própria casa, da vida construída, de suas vivências, dos seus vínculos familiares, do emprego, para viver em abrigo de proteção. Estes locais, geralmente secretos e de endereço não revelado, são a única garantia de sua segurança, mas exigem que a mulher renuncie ao seu cotidiano. A Lei Maria da Penha garante esse programa de proteção, mas ele se concretiza na punição da vítima, forçando-a a se esconder. Isso ocorre porque o afastamento do agressor e a proibição de contato quase sempre são um tiro no pé, não impedindo que eles voltem e matem. O que realmente faria sentido é que, após a análise de provas, o agressor fosse imediatamente preso e cumprisse a pena, e não a vítima ser obrigada a desaparecer. Quem já viu isso?
E por quê? Por que isso acontece? Por que os homens continuam livres?
Porque aqueles que nos machucam, que nos perseguem, que nos ameaçam, que nos matam, são tratados como pessoas com regalias. Porque as leis são frágeis. Porque a lógica está invertida.
Quem deveria estar em lugar de isolamento, em acompanhamento psiquiátrico, psicológico, antes de nos matar, são esses homens que não aceitam ser deixados, que acreditam covardemente que são donos do nosso corpo, do nosso tempo, da nossa vida, da vida de nós, mulheres. Nós, as vítimas, é que somos obrigadas a desaparecer, a nos esconder, a renunciar ao cotidiano para sobreviver.
Precisamos de terapia? Sim, é claro. Precisamos de acolhimento? Sim, sem dúvida. Mas precisamos, acima de tudo, de liberdade, de justiça e de uma reparação histórica — mais do que necessária — neste território onde estamos vivendo como nação.
A violência não acontece apenas em relacionamentos afetivos, em casamentos, em namoros. Ela também acontece nos ambientes profissionais, onde mulheres como eu são desclassificadas, invisibilizadas, desacreditadas. Onde o mundo do trabalho ainda privilegia homens. Onde até outras mulheres reforçam esse cenário quando riem caladas, quando sorriem silenciosamente, quando repetem a violência, quando sustentam estruturas que nos ferem.
A violência se percebe no olhar, na fala, na dúvida, no corte, no boicote, no silenciamento. A violência contra nós, mulheres, é muito mais grave do que se imagina. E enquanto a impunidade prevalecer nos lares, nas ruas, nos tribunais, nos escritórios, em todos os lugares, continuará existindo risco, continuará existindo medo, continuará existindo dor.
Porque no momento em que nos calamos diante de qualquer violência contra outra mulher, assinamos a certidão de óbito de muitas de nós.
Nildinha Freitas
Você nunca perdeu alguem proximo na família?
Você é um bem-aventurado.
Você tem a geladeira repleta e os armários fartos?
Você é um bem-aventurado.
Você nunca esteve num hospital com alguem da família enfermo ou você próprio?
Você é um bem-aventurado.
Você nunca teve que contar moedinhas pra pagar alguém ou comprar algo?
Você é um bem-aventurado.
Você anda? Você vê? Você escuta?
Você é um bem-aventurado.
Então meu amigo, minha amiga, deixa de reclamar e busca mais a Deus...
Porque afinal você é um bem-aventurado.
Cuida da sua vida e dê graças por tudo isso!
