O Amor Natural
Diante dos desafios que nos são apresentados diariamente, é natural que o medo tente invadir o nosso coração. No entanto, ao conversar com Deus e cultivar uma profunda relação de confiança, percebi que o medo perde sua força diante da vastidão da fé. Acreditar, mesmo quando tudo parece desabar, é o combustível que nos impulsiona a continuar seguindo adiante, mesmo em meio às turbulências.
Ter fé é acreditar no invisível. É colocar nossos sonhos, desejos e anseios nas mãos de Deus, e confiar que Ele é capaz de transformá-los em realidade. É ter a certeza de que, independentemente do que aconteça, Ele estará ao nosso lado, cuidando de cada detalhe e nos guiando pelo melhor caminho.
Tenha fé. Creia no poder do amor divino, que transcende todas as barreiras e limitações humanas. Confie na força transformadora da oração e na voz suave de Deus que ecoa em seu coração. Ele está sempre pronto para acalmar suas inquietações, guiar seus passos e proporcionar a paz que tanto almejamos.
- Edna Andrade
Dias de sol no inverno são um gatilho
Um fenomeno anti natural
Um ciclo dentro de outro ciclo
Que anunciam que a minha primavera chegou, bem no meio do inverno
As borboletas voltam para o meu jardim
E eu sinto que posso ser feliz de novo
São meus dias preferidos
Os dias que me lembram que eu posso suportar tudo, pq sempre vão haver dias de sol no inverno
E nesses dias nem o sol e nem o vento gelado me machucam
A paz não é um fato natural, você tem que lutar muito para alcançar. mas basta um segundo para perdê-la.
Daí-me força e fortalece a minha fé para a cumprir a sua vontade Paí.
R&F Perazza .'.
Você tem uma arrogância natural que intimida todo mundo ao seu redor. Talvez não seja arrogância em si, mas só a combinação do seu porte europeu, seu nariz empinado, seu perfume e seu terno perfeito. Alias, tudo que te envolve é perfeito.
Você é o homem mais lindo do mundo.
Você não precisar falar uma palavra pra mostrar o quanto você é melhor em tudo. Só a sua presença já deixa o ambiente tenso, ninguém sabe o que esperar, você intimida todo mundo e sem nenhuma palavra prova por A+B que tudo está sob seu controle. Gente, como pode você ser assim?
Você me olha de um jeito que me deixa sem ar, literalmente. Nunca sei se você está tirando minha roupa mentalmente ou me desprezando por ser só mais uma simples mortal. Você tem esse poder, poder da duvida, de despertar duvida em qualquer um que tem contato com você. Acho que é isso que te torna ainda mais irresistível, a capacidade de ser totalmente indecifrável. Não tem quem consiga ler seus pensamentos, muito menos quem consiga prever seu próximo passo. E isso só torna as coisas mais difíceis, porque esse seu ar de desprezo tem o poder de transformar qualquer surpresa boa em um pesadelo e qualquer expectativa vira desilusão.
Mas não adianta, você ainda é o cara mais lindo do mundo e tudo seria mais fácil se não fosse assim. O cara mais lindo do mundo, aquele que tem o poder de me fazer escrever um texto todinho só pra falar o quanto ele é foda.
Não vá devagar
Muito menos com pressa
Apenas faça oque é preciso
E o resto acontecerá com naturalidade
O medo é natural. A vida é bela e valiosa — disso todos temos ciência. Ainda assim, cedo ou tarde a morte chega e nos tira tudo. O conforto está em saber que, depois da morte, não haverá mais dor nem sofrimento.
" Escrevo de forma natural, humana, com verdade, clareza e intenção, quero que o leitor se sinta compreendido, mergulhe profundamente em sua existência evolua e prospere " !!!
Márcos Frèitas
Existe o agrado natural e o agrado por interesse.
O agrado por interesse é quando a pessoa quer agradar você apenas por interesse, te agrada para que você faça as vontades que ela quer. Se você não fizer, ela para de agradar e começa a cobrar, dizendo que você não está sendo recíproco, porque, na verdade, era só interesse.
E tem o agrado natural, que é quando a pessoa te agrada sem cobrar nada em troca. Quando o agrado é natural, de forma espontânea e com afeto, a pessoa não espera reciprocidade, pois não precisa disso. Ela fez por vontade própria, sem razão alguma, apenas porque estava se sentindo bem. Pessoas assim geralmente estão bem consigo mesmas e agradam simplesmente porque se sentem bem, de forma natural, sem nenhuma outra intenção.
"Não se desculpe por ter luz própria. Incomodar é a consequência natural de quem escolhe a maestria em um mundo que aceita a mediocridade. Gostar disso não é ego, é a confirmação de que sua jornada tem relevância."
— Ginho Peralta
Não, esta vida não me parece natural.
Há nela uma ordem que não escolhi e à qual, ainda assim, pertenço.
Nasci — e, antes que pudesse sentir o espanto de estar aqui,
já havia uma prova da minha presença.
Um papel declarou meu começo. Eu não.
Outros vieram depois, confirmando etapas.
No fim, outro afirmará que terminei.
É estranho que a existência precise de testemunhas,
como se o simples fato de respirar não bastasse.
Às vezes penso que não vivo, apenas correspondo.
Respondo a chamadas invisíveis,
atendo a expectativas que não formulei.
Sou menos um ser do que uma função em curso.
Pergunto-me se existo
ou se apenas me mantenho em operação.
Meus pais me pensaram antes de me conhecer.
Havia em mim um projeto que não era meu.
Minha mãe me chamava de futuro.
Eu tentava existir no presente.
Cresci entre o desejo deles e a minha própria indefinição.
Hoje não sei se falhei
ou se apenas nunca aceitei ser continuação.
Há em mim algo que resiste.
E, no entanto, todos os dias sou traduzido em números.
Sabem tudo sobre mim.
Não sabem quem sou.
Não me oprimem as paredes.
O que me inquieta é a forma —
a exigência de caber sem sobrar.
Vestimos papéis como se fossem natureza.
Chamamos dever ao que é repetição.
Chamamos escolha ao que já estava traçado.
E corremos —
não sei exatamente em direção a quê.
Dizem que isso é amadurecer.
Talvez seja apenas suportar a própria compressão.
Construímos cidades verticais
e desaprendemos a olhar na altura dos olhos.
Quanto mais alto subimos,
mais abstratos nos tornamos uns para os outros.
Multiplicamos fronteiras:
classe,
crença,
idioma,
convicções herdadas.
A aproximação tornou-se um esforço.
É preciso explicar-se antes de simplesmente estar.
Às vezes imagino um lugar
onde não seja necessário justificar a própria presença,
onde o erro não se converta em identidade.
Não sei se esse lugar existe fora do pensamento.
Não sei se escrevo para confessar
ou para observar a mim mesmo escrevendo.
Há momentos em que me sinto dividido
entre o que sente
e o que analisa o que sente.
Talvez eu seja apenas essa divisão.
Ainda assim, algo em mim não se acomoda —
uma recusa discreta que insiste.
Não sei se há saída.
Mas sei que não aceito ser apenas o que registraram de mim.
Não aceito ser engavetado.
Se não posso abandonar o mecanismo,
posso duvidar dele.
E essa dúvida, por enquanto,
é a única prova que reconheço como minha.
Não sei se posso derrubar os muros.
Mas posso subir —
enquanto não me puxam de volta.
E espiar por cima.
E lembrar, nem que seja por um instante,
que o horizonte não pertence a quem o delimitou.
O enigma do Bem e do Mal
Se Deus existe, o mal não é um erro, mas a consequência natural de um universo onde a liberdade é real. Pois o amor, para ser puro, não pode nascer de um decreto ou de um código fechado; ele precisa florescer na terra aberta das escolhas. Onde há liberdade, há a possibilidade do desvio, e onde há desvio, nasce a sombra. O mal não brota do Ser absoluto, mas da distância que as criaturas tomam ao se moverem fora do fluxo da Sua harmonia.
Se Deus não existe, o bem torna-se um enigma ainda mais profundo. Por que então amamos o que não nos beneficia? Por que sacrificamos o próprio bem-estar por um estranho? Por que nos inquieta o sofrimento alheio, mesmo quando poderíamos simplesmente fechar os olhos? Se tudo fosse só acaso e instinto, talvez o bem não passasse de um artifício para sobrevivência. Mas há nele algo que não se mede em utilidade: a sensação de que tocar o outro é, de algum modo, tocar a nós mesmos.
E se Deus tivesse criado um universo absolutamente perfeito, talvez não houvesse mar, nem vento, nem sequer tempo. Haveria apenas Ele mesmo, indivisível e infinito. Pois a perfeição absoluta não comporta fragmentos ou distâncias; não há “fora” do perfeito. Criar algo diferente de Si é criar o relativo — e o relativo carrega em si a imperfeição, como a noite carrega a ausência do sol.
No entanto, essa imperfeição não é um acidente. Ela é o campo onde a consciência pode despertar, onde o bem e o mal se entrelaçam para dar forma à experiência. Como nas tradições orientais, onde yin e yang não são inimigos, mas complementos que se alimentam e se equilibram, o universo se constrói no contraste: luz só é luz porque há sombra, e sombra só é sombra porque existe luz.
Talvez o mal exista para que o bem não seja apenas uma palavra. Talvez o bem exista para que a sombra não se esqueça de que é sombra. E talvez o universo exista para que o Infinito possa, por um instante, experimentar-se no finito — e o finito possa, pouco a pouco, lembrar que veio do Infinito.
No fim, perfeição e imperfeição são apenas diferentes reflexos de um mesmo espelho. Um dia, ao atravessarmos todas as distâncias, talvez descubramos que nada estava fora de lugar — e que o caminho inteiro sempre foi parte da própria perfeição.
