O Amor Natural
Quem pouco fala acerca do amor, mas o exemplifica com seu viver, é sábio.
do livro Frases cristãs Vol.4
Ovelhas obedecem por amor, bodes insistem na própria razão. Ambos podem estar no mesmo lugar, mas só um ouve o Pastor.
De todos os juramentos feitos no casamento, nenhum mencionava a solidão. Falou-se de amor, de parceria, de cuidado mútuo, de atravessar juntos o que viesse — mas ninguém avisou que, às vezes, o silêncio dentro da própria casa pode pesar mais que a ausência de qualquer pessoa no mundo.
A solidão compartilhada é estranha: você divide o teto, divide a rotina, divide até o espaço na cama, mas não divide a alma. E quando o coração começa a se sentir sozinho ao lado de quem prometeu ser abrigo, algo dentro de nós se quebra aos poucos, silenciosamente. Não é um rompimento abrupto — é um desgaste. Um desgaste que corrói devagar, quase invisível, até que um dia você percebe que está acompanhado, mas não está junto.
Talvez os votos não mencionem a solidão porque ninguém quer imaginar que ela possa existir no amor. Mas a verdade é que ela existe. E quando chega, ela dói de um jeito único, porque não é só a falta do outro — é a falta de nós dois.
O amor e amizade verdadeira são raros e valiosos.Gatos e cachorros são amigos verdadeiros de muitas pessoas,pois os animais nunca vão trair ou enganar seus donos.No mundo ainda existem pessoas boas,caso contrário,seria improvável sair de casa ou fazer qualquer atividade.Se encontrar um amor ou amigo verdadeiro saiba valorizar,pois você encontrou algo que o dinheiro jamais irá conseguir comprar.
Ser humanista é ter amor pelo animais, respeitando também o Estado laico e as pessoas das mais variadas orientações sexuais.
A procura.
Deus me enviou para esta vida para encontrar meu grande amor, pois eu me encontrava muito triste, no paraíso. Cruzei mares. Cruzei rios. Subi montanhas. Cheguei até a linha do horizonte, dali fui por estradas, muitas estradas desconhecidas, enfrentando chuvas, sol, frio. Eu não media distâncias para encontrar a mulher amada. Sempre em busca de um sonho e de uma esperança, de encontrá-la. Aquele anjo azul, distante, a beira da estrada, que cada vez que eu me aproximava ia para mais longe, era uma miragem, fantasia de minha imaginação. Atravessei desertos tentando alcançar esta miragem, hoje já cansado e sem forças, resolvi escrever estas palavras simples, mas que poderão alcançá-la. Encontro-me aqui a sua espera.
Obrigado Jeová, encontrei meu grande amor.
Obrigado Jeová, ela também ama o Senhor como verdadeiro Deus.
Obrigado Jeová, ela me ajuda sempre, ela me dá forças.
Obrigado Jeová, entre tanta gente o Senhor permitiu esse encontro.
Obrigado Jeová, por sempre iluminar nosso caminho.
Somente o Senhor pode ajudar a manter esse amor.
Sozinho
Te amo,
E com meu grande amor,
Te perdi, te vi partir
Por um erro,
Um erro bobo que cometi.
Hoje nao a tenho mais,
Mas meu amor,
Meu amor ainda perco noites por ti.
Amor não se dissolve
Sempre pedi ao universo um amor puro e verdadeiro, justo e transparente.
Mas eu me negaria a receber um amor líquido — que Deus me proteja —, pois esse tipo de amor inconsequente seca minha garganta, cega meus olhos, gela meu corpo e sela minha boca.
Esse amor sem compromisso, leviano, não flui em mim.
Prefiro os toques que permanecem, os beijos que acalentam e os abraços que aquecem — algo duradouro, de verdade.
E viva a força do amor.
O amor que se entregou na cruz
não foi silêncio, foi grito de eternidade
— um céu rasgado em misericórdia,
um Deus que escolheu sangrar por nós.
Ali, na dor mais profunda, nasceu a esperança que nem a escuridão conseguiu apagar.
O amor que venceu a morte
quebrou o peso do impossível com mãos feridas, transformou lágrimas em promessa, e o fim…
em recomeço.
A pedra não segurou,
o sepulcro não calou
— porque o amor verdadeiro
não permanece enterrado.
E hoje ele ainda vive,
não só na história,
mas em cada coração que crê.
É esse amor que cura,
que chama, que abraça
— mesmo quando
a gente acha que não merece.
Um amor que não desiste,
não recua…
e que, por nós, venceu tudo.
O amor que se entregou na cruz
não foi silêncio,
foi grito de eternidade
— um céu rasgado em misericórdia,
um Deus que escolheu sangrar por nós.
Ali, na dor mais profunda,
nasceu a esperança
que nem a escuridão
conseguiu apagar.
O amor que venceu a morte
quebrou o peso do impossível
com mãos feridas,
transformou lágrimas em
promessa, e o fim… em recomeço.
A pedra não segurou,
o sepulcro não calou
—porque o amor verdadeiro
não permanece enterrado.
E hoje ele ainda vive,
não só na história,
mas em cada coração que crê.
É esse amor que cura,
que chama, que abraça
— mesmo quando a gente
acha que não merece.
Um amor que não desiste,
não recua…
e que, por nós, venceu tudo.
