O Amor Nao se Espera Nao se Pede Nao se Implora
Você pode até dizer que a distância não acaba com amizades, mas não pode nunca afirmar que não as modifica. Enquanto você não está lá, invariavelmente alguém estará. Não do mesmo jeito que você, mas estará.
Estou certo de que o diabo não tem poder de roubar as benção de ninguém, antes, são as próprias pessoas que as entregam com suas próprias mãos a ele.
Não peça a Deus para não abandona-lo, pois isto não faz parte de seu caráter. Antes, peça a Deus para ajuda-lo a não o expulsar de sua vida.
O coração fala a língua dos sentimentos e para alguem entender não precisa transcreve-la, basta sentí-la!
Não sei porque eu sempre gostei de gatos. Na verdade, eu gosto de tudo aquilo que tem cara de mistério, olhos grandes e assustados, cheiro de segredo e um ar negro na alma. Os gatos são individualistas, esquisitos, inteligentes. Particularmente, eu não gosto das pessoas boas demais, acho que todas elas tem de saber que um pouco de maldade também é benéfico. A gente aprende que mentira é legal desde criança, quando nos fazem acreditar que existe papai noel e coelhinho da páscoa e aprende que mentira é ruim quando quebram isso. Gatos são como as pessoas, interessantes, interesseiros e o pior de tudo, trapaceiam o tempo todo.
Ei, não quero forçar a barra e não gostaria que você forçasse, claro que eu quero ser feliz, mas como a felicidade não tem nome e nem caminho, prefiro parar aqui mesmo, nesta inútil estadia que é teu coração, frio e pequeno como o meu, vou ficar aqui por bem, pelo seu e pelo meu, pelo amor que a gente tem, é...
Já pensou se a gente só se preocupasse com o que é importante? Não teríamos nada com o que se preocupar.
Se você for pensar bem, as vezes ficar naquele lugar escuro chamado tristeza não é ruim, pois você verá quem será o aventureiro que te levará um lampião para atravessar essa escuridão e ir em direção a um jardim de alegrias.
Covarde;os que não tentam
Fraco;os que desistem
Forte;os que vão até o fim porque serão sempre vecedores.
Não me preocupo com o que você pensa que sou.
Me ocupo demais com os ideais que defendo. Com os degraus que almejo subir.
Me ocupo dos meus sonhos, princípios e tolas regras que construi com o tempo.
Com licença, que o que sou me pertence.
“Corro o passado.
Com os meus pés descalços.
E sempre passo.
Onde eu não quero ir.
E ver que tento.
Juntar os pedaços.
Mas e difícil.
Sem você aqui.”
Eu cheguei a acreditar. Fechei meus olhos com força. Não olhava mais o horizonte. Não olhava mais o céu. Nem me deitava na rede. Achei poder sobreviver assim. E que esconder a saudade embaixo do tapete, fosse me fazer crer. Mas a dor continua aqui. A cada duas palavras uma é saudade. E eu me canso. Mas não passa.
Há quem fale em completar-se no outro.
Eu não acredito, viemos completos, cada qual com sua qualidade e defeito.
E é preciso amar, tanto um, quanto o outro.
Há dias em que me perco. Vago em mim em busca de respostas. Que não são simples como parecem.
Minha alma pesa. Minhas costas doem. O peso das decisões. O peso dos dias que deixo passar. O peso das pessoas que deixei para traz. O peso das dúvidas que me corroem. O peso das contas.
E peço a Deus para que a dor vá embora.
Fecha teus olhos, me dê a mão. Faz de conta que não existe distância. Só pro meu tolo coração acreditar. E pedir à nostalgia que pare de formular regras. Que feche os olhos e sinta. Somente. Cada palavra sua pulsar em minha alma. A dor da saudade me acalma, porque ainda que seja dor, é melhor que a da solidão. Todo medo foi embora, e eu posso respirar enfim.
Por favor, fecha teus olhos, me dê a mão. Faz de conta comigo. Deixa eu sentir tua respiração, teu riso, tua voz. A ausência da ausência. Canta baixinho nossa música enquanto caminha. Faça dessas palavras a minha presença. E espera...
Quem sabe é pedra, o que tenho do lado esquerdo.
Não sei.
O vale da solidão é cômodo demais pra mim.
E eu me espreguiço.
Me canso.
Me deito.
Me esqueço.
"Onde não há mais um infinito que satisfaça a vontade dos mortais, não há beleza a ser contemplada, nem belos gestos a serem apreciados, ou uma suave voz que lhe fala bem baixo no ouvido a importância de sentimentos jamais sentidos."
