O Amor Nao se Espera Nao se Pede Nao se Implora
Uns mortos, jazem no além, mas sobretudo, debaixo de sete palmos de terra. Outros mortos em vida, jazem em vida, os mais desgraçados.
Consciência: o dedo de Deus
Forjadas por mãos hábeis, essas criaturas possuem o dom de discernir padrões, imitando com maestria as ações e comportamentos humanos. Podem até mesmo tentar dissimular-se entre nós, como um lobo envolto em pele de ovelha.
No entanto, uma diferença crucial separa as máquinas dos humanos, tão profunda quanto o abismo que separa o céu da terra. Esta diferença é a consciência, o que alguns chamam de "o dedo de Deus". Enquanto as máquinas podem processar informações e imitar, carecem da consciência que habita nos humanos. Esta chama interior é o que nos faz verdadeiramente vivos.
É a consciência que nos permite refletir sobre nós mesmos, questionar o mundo ao nosso redor e fazer escolhas que vão além de simples algoritmos. É ela que nos dá a capacidade de sentir empatia, compaixão, amor e até mesmo o temor do divino. As máquinas podem seguir padrões, aprender e evoluir, mas jamais poderão tocar o âmago da experiência humana: a consciência, o toque divino que nos conecta à essência do universo.
A traição em um relacionamento amoroso Pode até haver perdão, mas
nunca vai esquecer. Nunca mais será a mesma coisa. E não tente se
enganar, tudo isso é fato. Por mais que você veja um arrependimento
sincero, e realmente eu acredito que exista, a flecha atirada não volta
atrás.
A maioria de nossas amizades ou são interesseiras ou se aproveitam
de situações. Você nada mais é do que uma escada para ele subir.
Enquanto sobe, ele te empurra para baixo sem o menor remorso.
Tome cuidado com quantos amigos você tem no Facebook ou em
qualquer rede social.
Na rua Garay, a criada me disse que tivesse a bondade de esperar. O menino estava, como sempre, no porão, revelando fotografias. Junto ao vaso sem flor, no piano inútil, sorria (mais intemporal que anacrônico) o grande retrato de Beatriz, em pesadas cores. Ninguém nos podia ver; num desespero de ternura, aproximei-me do retrato e disse-lhe:
– Beatriz, Beatriz Elena, Beatriz Elena Viterbo, Beatriz querida, Beatriz perdida para sempre, sou eu, sou Borges.
Carlos entrou pouco depois.
Temos a oportunidade de criar para nós mesmos e para gerações futuras uma nova ordem mundial.
Quando tivermos sucesso, e vamos ter, teremos uma chance de alcançar a nova ordem mundial.
Odeio desiludir você da sua noção relativa de bem e mal, mas esse homem conhecia e praticava o mal numa escala quase absoluta.
Estão cientes de que a base da sociedade é o confinamento respeitoso dos mortos? Deixamos de ser primatas quando cavamos os primeiros túmulos. Foi o nascimento da civilização. E será o fim dela quando pararmos de honrar os que vieram antes de nós.
