O Amor Nao se Espera Nao se Pede Nao se Implora
A história começa com um jovem chamado
**Evans**, um artista inquieto que vive em uma cidade movimentada cercado por fábricas e comércio e o som constante de máquinas em funcionamento.l, e carros .
Ele se sente preso em sua própria vida, carregando o peso de decisões que nunca foram realmente suas. Os dias se arrastam, e ele vive em um constante estado de vazio e desconexão.
Desde criança, Evans sonhava em ser músico, aqueles tipos rockstar.
mas foi empurrado para uma carreira que não amava, herdando as expectativas de sua família. Sua guitarra velha, encostada no canto do quarto, era um lembrete do que ele havia deixado para trás. No entanto, cada vez que olhava para ela, sentia o peso de tudo o que poderia ter sido.
Uma noite, em meio à insônia, Evans decide sair. Ele dirige até o antigo galpão abandonado onde costumava ensaiar com sua banda anos atrás. O local está empoeirado e vazio, mas carrega memórias intensas de dias em que ele se sentia vivo.
Enquanto está lá, ele pega a guitarra e começa a tocar. As notas são hesitantes no início, mas logo se transformam em um grito de angústia e liberação. A música flui como se fosse a única forma de expressar o que estava preso dentro dele por tanto tempo.
Evans percebe que, por mais que tenha tentado ignorar, a música ainda é sua essência. No meio de sua performance solitária, ele sente algo mudar. Não é o mundo ao seu redor, mas dentro dele. Ele finalmente entende que não pode mais ignorar o que o faz sentir vivo.
A partir daquela noite, Evans decide abandonar a carreira que não o satisfazia e se dedicar inteiramente à música. Ele começa a compor canções sobre sua dor, seus erros e sua busca por conexão. Sua vulnerabilidade e honestidade atraem outras pessoas que compartilham as mesmas emoções, e ele encontra um novo propósito, não só na música, mas também em criar algo que realmente importa.
A história de Evans reflete a essência de "I Feel So" — um grito de solidão e insatisfação, mas também de resiliência e transformação. Ela nos lembra que, às vezes, precisamos nos perder para nos encontrarmos novamente.
Ass
Dizem que há uma linha tênue entre a loucura e a genialidade artística. Se eu puder ser reconhecido como um artista talentoso em vida, nada me trará mais alegria.
Existiam dragões quando eu era menino. Para onde eles foram, poucos sabem. Nossa história mudou o mundo para sempre!
Que a arte seja nossa luz e a cultura nossa força para construir pontes entre as diferenças no mundo vigente.
Nomes são indicações de quem nós somos. Quando conjurados, eles criam uma medida de familiaridade. Quando seu nome é falado, uma espécie de intimidade é criada. Você não é mais um estranho ou colega de trabalho. Agora você é um conhecido com várias outras possibilidades.
Quanto mais você se torna sua melhor versão. Mais perto está das verdadeiras felicidades que procura.
No vinte e seis de abril, um fogo vai acender,
Na brasa da churrasqueira… e no prazer de viver.
Mas não é só por mim, Paulinho, que vamos nos reunir,
É por esse dom bendito: a família existir.
O salão enfeitado, riso ecoando no ar,
Brasa acesa, cheiro de carne, alegria sem par.
Será mais que festa, será comunhão,
Com cheiro de churrasco e oração.
Com mesa farta, mas também coração cheio,
De quem crê no milagre e no Caminho verdadeiro.
Espero que sejam como uma família uns para os outros. E eu sempre estarei aqui, o máximo que puder. Embora, às vezes, vocês não entendam por que faço o que faço.
Todos nós já vimos o poder da mente superar o poder do corpo. Todos temos dúvidas. Todos temos uma crise de fé. Todos tivemos dias de chuva que nunca para.
A fé tem um jeito de nos dar uma mãozinha que nem sempre queremos, desafios que poderíamos dispensar. Mas desafios podem ser oportunidades.
ah! Se tu viesse me encontrar agorinha,
nessa hora, a tardinha, onde o sol se põe
e a noite estrelada de lua se avizinha
seria um sonho, que contrapõe, os sentimentos
ah! quando lembro do fogo dos teus beijos
da tua boca com desejos das noites quentes
do teu toque suava, saliente
fico inerte a contemplar da tua pele os lampejos
ah! se tu viesse despida, e solta
e num ato de amor, dar-me um beijo
fazendo meu mundo sorrir
e como o sol, eu tocaria a tua boca
enquanto em teu céu corre desejos
os meu braços querem ti...
Mario de Almeida
o poeta castanhalense
