O Amor Nao se Espera Nao se Pede Nao se Implora
A grandeza de um homem não está e nunca estará na dureza do seu coração. O amor que não entrega é porque falta é este nunca existirá.
Não existe outro caminho... ou você anda com amor e pelo amor ou na rigidez na insensatez do coração.
O amor me encontrou na arquitetura,
Não era em casa, nem em estrutura.
Era no traço, no vão, no desenho,
No teu olhar que virou meu acenho.
Estendeste pra mim um tapete vermelho,
Não de luxo, mas de espelho,
Onde cada passo era um reencontro,
Dois destinos num mesmo ponto.
E nos encontros que a vida traça,
Vi que amar também é praça,
É projeto, é planta, é alicerce,
É o que fica, é o que permanece.
Algumas coisas não podem mais ficar presas só no pensamento. Eu guardei todo o amor que sinto por você aqui dentro, em silêncio. Não foi porque o sentimento diminuiu ou perdeu a força; foi apenas porque eu ainda não tinha coragem de entregar o meu coração de novo para você — ou para qualquer outra pessoa.Esse amor ainda pertence a você. Ele carrega as suas lembranças e a forma única como você entrou na minha vida e mudou tudo, sem que eu nem percebesse o quanto eu estava mudando por dentro.Às vezes, eu tento me convencer de que preciso seguir em frente, fechar essa porta e deixar o tempo apagar o passado. Mas o meu coração não aprende essas coisas fácil. Ele é teimoso. Ele insiste em guardar esse espaço e em acreditar que, talvez, um dia você olhe para trás e perceba que ainda existe um lugar aqui cheio de amor, esperando por você.Por isso, por enquanto, eu escolho deixar esse sentimento bem guardado e protegido. Não faço isso para viver preso ao que passou, mas porque sei que o que sinto por você é raro demais para ser esquecido ou jogado fora.Quem sabe, um dia, você aceite receber o que eu tenho para te dar. E quem sabe, nesse dia, todo esse amor finalmente encontre o lugar que sempre foi seu.
Não há prisão mais cruel do que aquela em que o carcereiro é alguém que te chamava de amor, de mãe, de pai ou de amigo.
Se um dia eu não estiver mais aqui, guarde estas palavras como o meu último suspiro de amor. Você foi, sem dúvida, a melhor história que a vida me permitiu viver. Ao seu lado, eu não apenas existi; eu descobri o mundo de verdade.Levo comigo a beleza de tudo o que fomos:O seu sorriso, que sempre será o meu primeiro raio de sol, espantando qualquer escuridão.O seu toque, leve como uma pluma, e a suavidade da sua pele que ainda sinto em mim.O seu beijo, doce como o mel, um vício do qual eu nunca quis me libertar.A sua voz, que traz a paz das ondas do mar e acalma o meu coração.Obrigado por ter sido o meu porto seguro e o meu abrigo mais bonito. Se eu partir, levo a paz eterna de ter te amado e deixo a minha gratidão por cada segundo que compartilhamos.
Não normalize palavras que ferem,nem ameaças disfarçadas de amor.Quem ama respeita limites,não transforma carinho em dor.
Helaine machado
Sem vinho, provavelmente não haveria humanidade.... Eis tudo o que é a vida: Amor, prazer e amizade. ”
UMA CANÇÃO DE AMOR JAZZ
Eu sei,
Que não é fácil viver,
Sozinho sem um alguém,
Por isso eu amo você.
Pedi ao sol
Pedi à lua
Para encontrar um amor
Um anjo me responder.
No lindo sonho acordei
ouvindo a voz do alguém
a me dizer sorridente
Sou eu,
Que estou aqui com você
Também estava sozinha
E agora tenho o céu...
AMIZADE, O VERDADEIRO AMOR.
Não há outra forma de relação capaz de ser eterna, de perdurar por toda uma vida. Poucos amores conseguiram isso. Nas relação humanas, só a amizade tem provado que é forte o suficiente para suportar as adversidades que são comuns entre pessoas de diferente classes sociais e origem étnica.
Até na literatura, é a amizade que supera os romances, geralmente os romances mais famosos são trágicos ou tratam de um amor impossível.
Mas veja o caso de amizade mais grandioso da literatura universal, e sem dúvida concordará comigo.
Se ainda não leu, com cuidado merecido que devemos ao esta obra, faça-o agora e constate o que digo.
Dom Quixote, a relação de amizade que se eterniza ali tem ressonâncias inimagináveis, quem não deseja um amigo como Sancho Pança?
Quando o amor encontra seu lar, ali permanece, não por inércia, mas por escolha. Ele se acomoda nos gestos mínimos, na repetição dos dias, no reconhecimento silencioso de um no outro. Ficar não é fraqueza, é decisão cotidiana. O amor cria raízes, aprende o ritmo da casa, conhece seus ruídos, suas sombras e suas promessas.
O vento não chega de uma vez. Ele começa como estagnação, como descuido quase imperceptível, como a falsa segurança de que tudo está garantido. É a falta de escuta, a ausência de curiosidade pelo outro, o adiamento constante do cuidado. O vento é o silêncio que se prolonga, a palavra que deixa de ser dita, o toque que vira hábito sem presença.
A casa não cai por ódio, nem por grandes tragédias. Cai porque deixa de ser habitada por dentro. O vento apenas revela o que já estava frágil. O amor não acaba quando o vento sopra; ele se desfaz quando ninguém mais sustenta as paredes.
Chamava-se Laura.
Não foi um amor como os outros. Não começou com febre no corpo nem com a vertigem dos impulsos súbitos. Começou com silêncio. Um silêncio atento, desses que antecedem as revelações. Ele a conheceu num curso de literatura, numa sala de paredes altas e ventiladores lentos, enquanto discutiam um conto de Machado de Assis. Ela, ainda insegura, confessou que sentia algo no texto que não sabia explicar. Não era tristeza, não era ironia, não era encanto. Era outra coisa.
Ele sorriu com a delicadeza de quem reconhece um território fértil. Disse que literatura não se explica, se atravessa. Que às vezes a compreensão vem depois da vertigem.
Foi ali que começou.
Não houve anúncio, nem consciência imediata de que algo raro se instalava. Apenas uma sequência de encontros que passaram a acontecer com naturalidade. Ele lhe emprestou A Paixão Segundo G.H., sublinhado nas margens com sua letra inclinada, como se oferecesse não apenas o livro, mas suas próprias interrogações. Deu-lhe um exemplar gasto de O Livro do Desassossego, dizendo que aquele livro não se lê, se suporta. Advertiu que ali não havia respostas, apenas espelhos.
Ela recebia cada obra como quem recebe um rito de passagem. Lia devagar, fazia anotações, voltava com perguntas. Ele a ensinava a ouvir o silêncio entre os versos. Mostrava que um poema não termina no ponto final, mas na respiração de quem o lê. Falava sobre a diferença entre emoção e sentimentalismo, entre lirismo e exagero. Ela o escutava com olhos vivos, mas não submissos. Havia nela uma inteligência em formação que não queria imitar, queria compreender.
Tomavam café no fim da tarde, sempre na mesma mesa junto à janela. A luz entrava oblíqua, pousava nos livros abertos, desenhava sombras sobre as xícaras. Falavam de Carlos Drummond de Andrade como quem fala de um parente distante, às vezes incômodo, às vezes necessário. Riam de versos que pareciam simples e eram abismos.
Ela anotava frases dele num caderno azul. Ele fingia não perceber, mas percebia tudo. Percebia o modo como ela inclinava a cabeça ao discordar. O jeito como ficava em silêncio antes de formular uma ideia. A maturidade que surgia pouco a pouco, como uma construção interna.
Andavam de mãos dadas pelas ruas do centro, não como amantes clandestinos, mas como dois pensadores que haviam encontrado abrigo um no outro. Não havia pressa. Não havia corpo colado. Havia calor, mas era um calor que vinha da palavra, do reconhecimento, da partilha de mundo.
Nunca houve beijo.
Nunca houve quarto fechado.
E, ainda assim, havia algo que doía como se tivesse havido tudo.
Porque havia possibilidade.
E possibilidade é uma das formas mais agudas de sofrimento.
Havia momentos em que ele sentia o impulso de atravessar a linha invisível que os separava do gesto definitivo. Bastaria inclinar o rosto. Bastaria permitir que a mão que já segurava se tornasse abraço. Mas algo o detinha. Talvez a consciência da diferença de tempo entre eles. Talvez o medo de macular aquela pureza intelectual com a concretude do desejo. Talvez a intuição de que certas experiências sobrevivem justamente por não se consumarem.
Ela, por sua vez, nunca pediu mais. Mas havia instantes em que seus olhos demoravam um segundo além do necessário. Instantes em que o silêncio se tornava denso demais. Nenhum dos dois era ingênuo. Sabiam que algo pulsava ali. Escolheram não nomear.
Ela partiu primeiro.
Um convite para estudar fora. Uma bolsa. Um futuro promissor que se abria como estrada. Ele a encorajou com a generosidade dos que sabem que amar também é não prender. Disse que o mundo era maior do que aquela cidade, maior do que os cafés, maior do que a cumplicidade que haviam construído.
No dia da despedida, caminharam longamente sem falar. A cidade parecia suspensa. O tempo, dilatado. No final, ela apertou a mão dele com força, como quem segura a borda de um precipício. Não disseram eu te amo. Talvez porque amor dito exige consequência. E consequência exigiria coragem.
Depois disso, apenas distância.
Os anos passaram com a indiferença própria do tempo. Ele publicou poemas. Dedicou alguns que nunca tiveram destinatário explícito. Quem lia não sabia, mas havia sempre uma interlocutora invisível entre as linhas. Cada metáfora lapidada tinha algo do rigor que aprendera ao dialogar com ela. Cada silêncio poético carregava ecos daqueles cafés.
Às vezes via notícias dela nas redes sociais. Um livro publicado. Uma palestra. Um reconhecimento. Sorria com uma mistura de orgulho e perda. Pensava que fora ele quem abrira aquela porta. E logo depois se envergonhava do pensamento, como se o amor verdadeiro não devesse reivindicar autoria.
À noite, às vezes, relia as mensagens antigas. Não havia promessas ardentes nem declarações dramáticas. Havia debates sobre metáforas. Havia áudios discutindo a diferença entre lirismo e sentimentalismo. Havia risadas espontâneas, comentários sobre o mar, sobre o medo de não ser suficiente para a própria vocação.
E havia aquilo que não aconteceu.
O que dói não é o que foi.
É o que poderia ter sido.
Ele sabe que, se tivessem atravessado aquela linha invisível, talvez tudo tivesse se queimado rápido demais. Talvez o encanto tivesse se tornado cotidiano. Talvez tivessem se ferido na banalidade das expectativas. Talvez o amor concreto não suportasse a altura da idealização.
Mas há noites em que ele deseja ter arriscado.
Deseja ter trocado a lucidez pela vertigem. A elegância pela entrega. A ordem pelo caos.
Porque viver é administrar o caos, e ele, naquela história, escolheu a ordem.
Ela segue outro caminho. Ele também. Não se falam. Não se procuram. Mas às vezes, ao abrir um livro antigo, ele encontra uma dobra numa página que marcou para ela. Passa os dedos sobre o papel como quem toca uma cicatriz. E sente uma melancolia fina, quase elegante.
Não é arrependimento.
É a consciência de que existiu um amor que não precisou de corpo para ser inteiro e, ainda assim, ficou incompleto.
Olhando para nós dois, entendi que o amor não é apenas um sentimento que a gente guarda, mas algo que construímos e protegemos todos os dias. Hoje, quero reafirmar o que sinto e o que prometo ser na sua vida.Serei a sua rocha: a base firme onde você pode construir os seus sonhos sem medo de cair.Serei o seu muro: a proteção contra o vento, a chuva e qualquer dor que tente atrapalhar o nosso caminho.Serei o seu fogo: o calor para aquecer as suas noites e a luz para iluminar os dias incertos.Prometo estar ao seu lado não apenas nos momentos bons, mas principalmente quando o tempo passar, a velhice chegar e você precisar de uma mão firme para segurar. Para mim, não existe mais uma vida separados. Eu escolhi viver com você, fazendo do seu bem-estar a minha prioridade e da nossa união a minha maior força.Você é o meu bem mais precioso. Tudo o que eu quero é segurar a sua mão para sempre. Cuido do nosso futuro com todo o carinho do mundo, sabendo que, enquanto estivermos juntos, nada poderá nos separar.Eu te amo hoje e em todos os amanhãs que virão.
Não procure o amor por onde vai
Ele está dentro de você e aí ficará
até quando outro amor chegar
Como é de onde vem não se pode
prever mas, poderá senti-lo
"Não espere que amor
te encontre, ele não vai
te procurar, mas quase
sempre aparece na hora
eonde você não imagina"
