O Amor Nao se Espera Nao se Pede Nao se Implora
Me perdoa, eu não queria te magoar assim. Mas ponha-se no meu lugar, tive que abrir mão do que me fazia mais feliz, você.
Eu peço que vá , deixo o caminho aberto , seus olhos trocaram de direção e já esta na hora de fechar as portas.
O que Ogum é pra mim? Ogum é luz pros meus olhos quando não enxergo os caminhos que devo seguir. Ogum é a força que me leva para a conquista e a esperança de vencer todas as batalhas da vida. Ògün é um presente que Olorun me deu, para ser quem sou e para evoluir.
"Quando o chão debaixo dos seus pés sumir, não é hora de se desesperar, mas sim de aprender a voar."
Geralmente ateus conhecem bem a bíblia... logo, conhecem bem o deus cristão. Se não temem em não crer nesse deus deve ser porque estão convencidos de que mesmo estando enganados na suposição de que esse deus não exista, mau nenhum lhes acontecerá. Pois, se esse for o caso, deus compreenderá que nesta situação, com a racionalidade que lhes foi dada, não haveria porque acreditar sem provas consistentes. Sabem com quem estão lidando.
Além do mais, deus não daria asas e proibiria o voo. Se deu a racionalidade é para ser usada. E a dúvida é a consequência do uso da razão.
Meu problema é aceitar tudo calada. Não retrucar para evitar brigas. Aceitar tudo e sempre ficar como a errada da história. Mas quer saber de uma coisa? Eu cansei! Cansei de pedir desculpas pelo que eu não fiz só para evitar conflitos. Cansei de só escutar e aceitar tudo. Cansei de fingir que sou forte e aguento tudo. Cansei de me sentir sozinha. Cansei de criar expectativas e me decepcionar. Agora é assim: fica quem quer.
Por toda a sua vida avance diariamente, tornando-se mais capacitado a cada dia que passa. Isso não tem fim.
“Não há nem felicidade nem infelicidade neste mundo, há apenas a comparação de um estado com outro. Apenas um homem que se sentiu o desespero final é capaz de sentir a felicidade suprema. É necessário ter desejado a morte a fim de saber como é bom viver. A soma de toda a sabedoria humana será contida nestas duas palavras: esperar e ter esperança.”
Existem momentos que talvez o mais importante não é ter alguém especial para você. Mas é ser especial para alguém.
A vida inteira que podia ter sido e que não foi.
eu só posso dizer que não sei,falta pouco pra me convencer da inexistência de um futuro,na verdade não falta nada,já me covenci,só não abandonei meus sentimentos porque eles são como filhos,(e eu jamais abandonaria meus filhos),afinal eu que os criei eduquei (por mais mal educados que sejam).os alimentei,os ví crescer,não os ví evoluir,e deveria vê-los morrer um dia,porém é exatamente aí que mora a diferença,meus sentimentos são crianças travessas demais,tomaram o elixir da longa vida,e não adianta,por mais que eu lhes dê veneno eles são imortais,assim como um fiozinho de esperança que nos mantém ligados,não sei como lidar com eles,não sei se um dia saberei lidar com eles,e não sei se quero aprender,são a minha parte mais humana,é o pouco que sobrou de uma existêncis vazia,dói,mas no fundo no fundo eu gosto,se não gostasse,assim como tantas mães fazem,eu os largaria na rua e mais cedo ou mais tarde eles iriam embora,não eles são meus e como prometi a você ficarão comigo até o fim.
Eu preciso conversar, desabafar com alguém, mas nem eu mesma sei o que sinto, não sei mais explicar o que está acontecendo comigo, e o que sinto não é bom. Preciso que me entendam, mas como, se nem eu mesma consigo?
Não julgue as filosofias antigas pelo que lhe dizem os seus professores. Julgue seus professores pelo nível da filosofia antiga.
14 de junho de 2026
Há escolhas que o mundo não compreende porque foram feitas em silêncio.
Ninguém vê as conversas que tivemos com nós mesmos. Ninguém presencia as renúncias que acontecem longe dos olhos alheios. As pessoas enxergam apenas o resultado e, muitas vezes, o confundem com ausência, quando na verdade é presença.
Eu não me afastei daquilo que desejo.
Eu apenas aprendi a honrá-lo.
Porque existem encontros que não cabem na pressa. Existem entregas que não suportam superficialidades. E existe uma parte de mim que acredita que algumas experiências da vida carregam peso demais para serem vividas sem significado.
Talvez por isso eu tenha escolhido caminhar devagar.
Não por medo de sentir, mas porque sinto profundamente.
Não por falta de coragem, mas porque compreendi o valor daquilo que ofereço quando permito que alguém se aproxime.
O tempo me ensinou que afinidades não são raras. O que é raro é encontrar alguém disposto a permanecer depois que os encantos imediatos passam. Alguém interessado em conhecer os territórios que existem para além da aparência, para além das conveniências, para além das expectativas que costumamos projetar uns nos outros.
É isso que espero.
Não uma pessoa para ocupar espaços vazios.
Mas uma presença capaz de compartilhar espaços já preenchidos.
Alguém que compreenda que intimidade não começa quando as distâncias físicas desaparecem. Ela começa muito antes, quando duas pessoas deixam de se esconder atrás das versões que mostram ao mundo e se apresentam como realmente são.
Eu poderia viver muitas histórias.
Mas escolhi preservar a possibilidade de viver uma que faça sentido.
E essa escolha nunca significou ausência de desejo. Pelo contrário. Quanto mais consciente me tornei de quem sou, mais compreendi a profundidade dos meus anseios. Eles não desapareceram. Apenas deixaram de conduzir minhas decisões.
Hoje, aquilo que busco não pode ser medido pela intensidade de um instante, mas pela capacidade de sustentar o que vem depois dele.
Porque existem conexões que passam.
E existem conexões que transformam.
São essas que espero reconhecer quando chegarem.
E até lá, sigo cuidando daquilo que um dia pretendo entregar: minha verdade, minha inteireza e a capacidade de amar sem me abandonar no caminho.
Quem olha e enxerga por dentro, reconhece.
Não porque sabe tudo sobre o outro, mas porque percebe aquilo que nem sempre é dito. Enxerga as marcas escondidas atrás dos sorrisos, os silêncios que carregam significados e as verdades que não cabem nas palavras.
Quem enxerga por dentro não se detém apenas na aparência das coisas. Vai além da superfície, atravessa as camadas que costumamos mostrar ao mundo e alcança aquilo que permanece quando todas as máscaras caem.
Talvez por isso o verdadeiro reconhecimento seja tão raro.
Porque reconhecer alguém não é apenas identificá-lo. É perceber sua essência. É enxergar a beleza que não se exibe, as dores que não se anunciam e a força que muitas vezes nem a própria pessoa sabe que possui.
E há algo ainda mais profundo nesse encontro.
Quem enxerga o outro com verdade acaba, inevitavelmente, encontrando a si mesmo pelo caminho. Porque cada alma reconhecida desperta um reflexo. Cada profundidade acolhida revela uma profundidade que também habita em nós.
Os olhares mais sensíveis carregam esse dom. Não apenas observam; compreendem. Não apenas percebem; acolhem.
E quando dois olhares capazes de enxergar por dentro se encontram, acontece algo raro: deixam de procurar explicações e passam apenas a reconhecer.
Como quem finalmente encontra, no olhar do outro, uma parte esquecida de si.
Mantenha-me quente, acesa.
Não sirvo fria. Mas também não me mantenha morna, guardada para um momento oportuno, para um "quem sabe", um "talvez".
Ou me aqueça por inteiro e me prove quente, ou permita que eu esfrie.
Porque a mornidão é espera demais para quem nasceu intensidade. E eu não sirvo morna.
