O Amor Nao se Espera Nao se Pede Nao se Implora
Viver em sociedade exige concessões silenciosas, não guerras sonoras, a sua liberdade termina onde a minha paz começa.
A Limitação Cognitiva e a Ditadura do Volume
Talvez esperar bom gosto de quem não tem bom senso seja mais um distúrbio: pura limitação cognitiva.
Porque não se trata apenas de preferência musical, mas da incapacidade de compreender que o mundo não é uma extensão do próprio quarto ou da sala, nem um palco particular onde todos são obrigados a assistir ao mesmo espetáculo.
Não dá para esperar um bom repertório escolhido por puro capricho, antes de tudo, para invadir.
O som que atravessa muros, janelas e a paciência alheia deixa de ser expressão cultural para se tornar imposição.
E toda imposição é, em essência, uma forma preguiçosa de poder: a de quem não argumenta, não dialoga, apenas aumenta o volume.
É verdade que o bom gosto é muito subjetivo.
O que agrada a uns pode ser insuportável a outros.
Mas o desrespeito ao bem-estar alheio não é questão de opinião; é um problema concreto de convivência, de civilidade mínima, de noção básica de que o outro existe e importa.
Confundir liberdade com licença para incomodar é um erro muito comum — e perigosamente aceito.
Mas qualquer imbecil funcional deveria ao menos perceber que, num mundo com mais de oito bilhões de pessoas, é impossível escolher vizinhos por afinidade musical ou paixão por ruídos.
Viver em sociedade exige concessões silenciosas, não guerras sonoras.
Exige entender que o direito de fazer barulho termina exatamente onde começa o direito do outro de ter paz.
No fim, o problema não é o volume do som, o estilo musical ou a caixa potente…
É a ausência de empatia caprichosamente amplificada.
E quando o bom senso é desligado, não há playlist que salve a convivência.
Que Deus nos livre dos que confundem alegria com euforia e liberdade com licença para nos incomodar.
Às vezes, o que mais dói ao estar numa guerra é não poder gastar energia noutras guerras.
Porque o que mais dói ao estar numa guerra não é apenas o confronto em si, mas a renúncia silenciosa que ela nos impõe.
Toda guerra consome foco, tempo, fôlego e até alma.
E, enquanto lutamos para sobreviver a uma, somos forçados a abandonar outras batalhas que também nos chamam…
Afrontas ignoradas ou engolidas, goela abaixo, sonhos adiados, causas esquecidas ou abandonadas, afetos que entram para a fila de espera…
Há dores que não nascem do ataque do inimigo, mas da consciência de que nossa energia é finita.
Escolher lutar uma guerra é, inevitavelmente, desistir de muitas outras.
Não por covardia, mas por limite.
O corpo cansa, a mente sangra, e o coração aprende, a duras penas, que não dá para estar inteiro em todos os fronts.
Talvez a maturidade não esteja em vencer todas as guerras, mas em reconhecer qual delas precisa, agora, da nossa presença de corpo e de alma.
As demais não deixam de importar; apenas aguardam um tempo mais habitável, quando lutar não seja apenas resistir, mas também voltar a viver.
Que possamos e saibamos escolher nossas guerras.
“Toda a crítica que não obedece a um princípio ético deixa de ser crítica e passa a ser uma ofensa à integridade do outro ser.” Furucuto, 2026
Não acredito em outras vidas,
mas se elas existirem,
procurarei o teu cheiro em todas.
Em cada uma, serei o faroleiro
que não descansa enquanto não avistar
o clarão do teu barco na escuridão.
O mundo não teme o tirano. Tem pena do homem que precisou se tornar um tirano para sobreviver. E transforma essa pena em ódio, porque é mais fácil odiar a consequência do que enfrentar a causa.
Algumas despedidas não levam apenas alguém.
Levam pedaços de nós.
Lúcia Barros. Morreu 20 de janeiro 2017
Exercícios De Pensar
Texto II – Ensinar
Ensinar não é entulhar respostas.
É atiçar inquietações duráveis.
O ensino que preze ser bom não molda repetidores de conteúdos, mas sujeitos capazes de perguntar quando todos se calam por medo de serem silenciados.
Por isso, ensinar Filosofia nunca foi neutro: ou desperta consciências, ou é reduzido a formalidade vazia.
Ensinar é uma aventura. Mas é também um compromisso com o futuro.
Só palavras não adiantam,
são atitudes que sustentam.
O que falo e não faço
é pura hipocrisia;
não cabe na poesia
vender uma imagem
que não segue a viagem.
A escuridão é a ausência da Luz, e aqueles que nela habitam não suportam os corações iluminados pela Presença de Deus.
O MELHOR SORRISO
É aquele que vem da alma
De um jeito que contagia
Sorrir não precisa de motivos
Basta ter alegria.
O sorriso ilumina a vida
Não precisa de fantasia
O mundo fica colorido
Sorrir é uma poesia.
Quem sabe exibir um sorriso
É capaz de transmitir amor
Uma boa gargalhada
Demonstra bom humor.
Sorria com o coração
De forma contagiante
Espalhe o melhor sorriso
Suave ou extravagante.
Sorrir não precisa de maquiagem
Ele transborda emoção
Quem recebe é um brinde
Benefícios e admiração.
Irá Rodrigues
.
Então Deus disse:
- Que haja luz!
E a luz começou a existir. (Gen. 1:3)
Deus não usou técnicas e nem ficou inventando moda. Ele apenas ordenou pela fala. Então, eu também ordeno que cada vez mais eu permita milagres na minha vida.
DEUS já fez tudo que devia até o sexto dia. Ele não criou problemas e nem vai criar soluções para esses problemas. As pessoas são quem criam os problemas e depois culpam os outros e também a DEUS.
DEUS É PERFEITO: não precisamos criar nada, apenas relembramos cada vez mais e a cada dia que passa que somos parte da criação.
NÓS SOMOS PERFEITOS: apenas esquecemos que somos parte da maravilha divina. Criar é relembrar.
A cura vai além do físico
Fazer um milagre não é só sobre curar o corpo, é sobre transformar vidas
Existem feridas invisíveis, deficiências que precisam de cuidado e esforço próprio
A verdadeira cura envolve ação divina e nossa dedicação, com fé no amor e a misericórdia de Deus.
Rosinei Nascimento Alves
Ótimo dia!
Deus abençoe sempre 🙏🏾
Tenhamos fé!
