O Amor Nao se Espera Nao se Pede Nao se Implora

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⁠O Sábio, não sofre!

tornar-se alguém que o próprio mercado não consegue ignorar. Livro Nietzsche para Negócios

O empreendedor não luta contra o mercado, luta contra sua própria versão menor. Livro Nietzsche para Negócios

"A ambição que você não confessa é mais verdadeira do que a modéstia que você exibe." Livro Nietzsche para Negócios

“Negócios não crescem quando ficam maiores; negócios crescem quando seus donos ficam mais profundos.” livro Nietzsche para Negócios

"Quem tem coragem de instaurar mundos se torna destino não estatístico.” livro Nietzsche para Negócios

⁠Se alguém irritado busca explicações sobre um copo d’água, não tente explicar o mar. Pois ele nem compreende o copo d’água.

O diabo não é o responsável pelos nossos pecados. Culpá-lo por nossas falhas e principalmente pela nossa incapacidade de ouvir a voz do Espírito Santo é não assumir a responsabilidade dos atos, para dizer o mínimo. A ele podemos atribuir a interferência, a insistência e capacidade de conhecer as nossas fraquezas, onde estão nossas maiores dores e aí sim, contribuir insistentemente para que falhe a nossa comunicação com o Espírito Santo e que cometamos o pecado.

Todos carregamos o direito — não, o dever feroz —
de ser honestos, autênticos, onde quer que o mundo nos lance:
nas ruas sujas na cidade tumultuada, nos silêncios da alma,
em todo canto onde o coração pulsa sem máscara. Mas o que fazemos? Tecemos um sentimento oco,
uma névoa fria para escapar da lâmina da realidade.
Fugimos do espelho que corta, da verdade que queima,
preferindo o vazio morno à luz que nos refaz.Escolha: a honestidade que liberta ou o nada que engole?
Seja inteiro, ou pereça na ilusão que você mesmo constrói.

O ser humano não é acostumado a mudanças, seja ela por medo, seja ela por costume, as vezes arriscar pode fazer toda a diferença.

O que nos move a pensar, julgar, questionar e reclamar muitas vezes não é a razão pura, mas o medo. Esse medo, silencioso e persistente, retém o gesto simples de estender a mão. Ele nos impede de ajudar, sobretudo quando o outro despreza aquilo que não compreende, quando rejeita o que é diferente.
O diferente, no entanto, não é ameaça: é construção. Ele edifica mundos novos, ainda que camuflados pela resistência de quem não ousa enxergar. O medo, ao escolher a cegueira, não encontra o valor do verdadeiro eu.
O verdadeiro eu não se esconde em máscaras, não se limita a julgamentos superficiais, não se perde em reclamações vazias. Ele floresce na coragem de acolher o que é diverso, na força de reconhecer que cada ser humano carrega uma centelha única.
Estender a mão é mais do que um ato de bondade: é um gesto de libertação. Libertação do medo, da indiferença, da prisão das aparências. É nesse encontro que o eu autêntico se revela, despido de preconceitos, aberto ao aprendizado e à transformação.
Assim, o que nos move não deveria ser o medo, mas a coragem. A coragem de ver além das diferenças, de construir pontes onde antes havia muros, de encontrar no outro o reflexo que nos devolve ao nosso próprio valor.

TEMPO INTERIOR E O PESO DO OLHAR ALHEIO.
Do Livro: Não Há Arco-íris No Meu Porão.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

Há um instante na vida em que a presença do outro se torna uma espécie de espelho de profundidade. Não o espelho superficial que devolve formas, mas aquele que devolve densidades. Quando alguém se inclina para compreender aquilo que guardamos sob as camadas do cotidiano, desperta-se uma tensão antiga: reconhecer-se, permitir-se e, ao mesmo tempo, temer-se.
A filosofia clássica recorda que o ser humano é dividido entre o que conhece de si e o que evita conhecer. A psicologia aprofunda esse paradoxo ao mostrar que nossas regiões mais sensíveis raramente se revelam por vontade, mas por contato. E o contato que tenta desvendar nossas zonas obscuras é sempre grave. Há uma penumbra que pulsa, uma sombra que observa, uma quietude que denuncia o quanto somos opacos até para nós.
Essa aproximação do outro funciona como rito. Exige cuidado, lucidez e um silêncio que escuta. É antropologicamente raro e é espiritualmente comprometido, pois trata do mistério da interioridade humana. Quem adentra o território da alma alheia participa de um processo tão antigo quanto as civilizações que refletiram sobre a intimidade, a confiança e o vínculo.
E, no entanto, o verdadeiro movimento filosófico surge no interior daquele que percebe essa aproximação. A alma, antes reclusa em seu próprio labirinto, começa a se ver pelos olhos de alguém que não teme a escuridão. Isso provoca uma espécie de iluminação discreta, uma revelação que não estoura, mas amadurece.
O drama existe, mas não é destrutivo. É drama de reconhecimento. É a constatação de que somos feitos de camadas que só se revelam quando alguém se aproxima com coragem e intenção sincera. Nesse gesto repousa a grandeza da psicologia do encontro humano: a alma só se completa quando aceita ser lida.
E toda leitura profunda, ainda que assombre, sempre reacende a força que sustenta a travessia.

Que cada olhar que te alcança em profundidade te lembre de que a verdadeira imortalidade começa no instante em que alguém percebe quem você é.

⁠" Não tropece no que já se encontra abaixo de você. "

" Segundo Sêneca, em Cartas a Lucílio, “não é livre aquele que se inquieta por conservar o que teme perder.” Essa inquietude é a espada invisível de todos os que constroem sua paz naquilo que não depende de si: riquezas, status, controle, aprovação. O que Dâmocles aprende não é apenas o medo, mas a urgência de renunciar ao ilusório em nome da serenidade. "

"Como o homem, o animal tem aquilo a que chamais consciência, e que não é outra coisa senão a sensação da alma quando fez o bem ou o mal? Observai e vede se o animal não dá prova de consciência, sempre, relativamente ao homem. Credes que o cão não saiba quando fez o bem ou o mal? Se não o sentisse, não viveria."
Charles, Espírito.
- Revista Espírita,julho,1860 -

O Silêncio incomoda quem não sabe pensar.

" Triunfar sobre o orgulho é aprender a amar em silêncio, onde a palavra não chega e onde o gesto simples de fraternidade se torna um evangelho vivo. "

Muitas vezes, o que mais nos incomoda nos outros é exatamente aquilo que não aceitamos em nós mesmos.

“Uns buscam explicação para o que veem; eu só indago-me se não é possível realizar as coisas mais abstratas que imaginei.”

Um dia vamos celebrar tudo o que não vivemos juntos. E isso também chamaremos de livramento.