O Amor foi bom Enquanto Durou
A morte é o fim do orgulho e não da vida. Enquanto o Pai existir e você o amá-lo nunca lhe faltará a vida. Pois, o amor à Ele é o alimento da vida. Vida eterna, não é uma existência eterna, mas um amor eterno. A morte físicas destroi o orgulho da natureza corrompida e não o homem, mas o rogulho destroi tanta a natureza física como o homem. Por isso é impossível viver se não morrermos para nós mesmo. Visto que a vida e o amor não completa-se em nos mesmos, mas, Ele em nós.
Quando estiver apaixonado e sua razão lhe pedir para desistir enquanto seu coração implora para você lutar, pense bem e faça a escolha certa...
Siga o conselho de seu coração, afinal, não é a razão que te mantém vivo, mas o pulsar do seu coração!
(by ciça)
Há pessoas que, em nossos corações, mesmo mortas, continuam vivas, enquanto há pessoas vivas que agem como se estivessem mortas.
Seus olhos brilhavam quando olhava para o ceu e, a noite, enquanto obrservava a lua era encantador ver seu sorriso, seus cabelos negros dançando com o vento. Um sorriso sereno que transmitia calma, que demonstrava o quanto era esperançosa e que era uma grande sonhadora.
As palavras são as coisas que gostaríamos de ser ou sentir, enquanto as ações são o que nós de fato somos.
ANABIOSE DA PAIXÃO
Enquanto ergue-se em mim
Um monólito de bem-querência á solidão,
Lá fora a rua é quase calmaria
Pois o rádio ---- ainda que
Ligado ---
Ajuda a compor o quadro
Do augusto mutismo altruísta, sereno,
Sábia atmosfera de reflexão recrudescendo.
Após tantas e tantas esperas
Pela ignescente e fulgurosa
Aurora boreal, sem
Que houvesse uma sequer
Negativa ou positiva resposta,
Apaguei a chama da esperança:
Cerrei-lhe a porta!
Preferi o porto seguro do vácuo
A prosseguir contumaz
Em minhas andanças
De exitoso náufrago.
Porém a voz da minha consciência
Diz que é cedo demais
Para eu relaxar,
Me deixar entregar ao embalo
Dos hartos e meigos braços
Do réquiem do apaziguamento
No mar da expansão engolfado.
A bem da verdade,
Ela me alerta:
Diz a mim que o náufrago
Não se dirigiu ás estâncias
Do reino do Morfeu perpétuo.
Não,
Ela me diz que ele escapou
Das garras do limbo da letargia eterna
No momento em que minha visão-caminho
Singrou o caminho da jóia
Divagativamente
Ametista-Névoa
Que no meu jardim aflorou áquela hora.
Sim, um copo-de-leite roxo
Libertou-me, de novo,
Do cárcere da benfazeja embriaguez voluntária.
Sim, um copo-de-leite roxo foi o suficiente
Para revelar que o crepúsculo
Definitivo da chama, na verdade,
Era o ouropel da morte:
O coma, o coma!
Ah, mais que dolente engodo:
Agora é que descubro
Que meu monólito de bem-querência á solidão
É um dantesco absurdo!
JESSÉ BARBOSA DE OLIVEIRA
