O Amor foi bom Enquanto Durou
#Me devore (enquanto eu te devoro)
Me devore agora, mesmo que você não goste tanto disso, pois acordar esse meu instinto primitivo é tudo que preciso.
Venha, rasgue minha carne usando suas mãos e sua boca, explore por aqui, exponha para o mundo o vermelho vibrante do meu sangue que entrega o que sinto por ti.
Por favor, alimente minha ilusão, jogue lenha na fogueira do meu coração, até que o fogo comece a te queimar.
Me devore e me quebre, me ame e me deseje, deixe sua marca da pele aos ossos, me faça seu museu, diga que sou sua, assim saberei que você é meu.
Eu amo isso, amo como você não percebe o que estou fazendo contigo, revirando sua cabeça para que tu nunca se desapegue, nunca me esqueça.
Em nossas conversas cotidianas, percebo que você é apenas um ser inocente, a intensidade do que sinto por você nem é uma opção na sua mente.
Continue assim, apenas me devore, mesmo que sem perceber, entregue o que eu quero, amor puro e indireto, se é isso que pensa me dar deixa que eu interpreto.
Eu cuido do resto, então, fique quieto enquanto eu consumo seus complexos, lentamente, pelas beiradas, de jeito concreto.
Continue sem saber que a minha obsessão do momento é te ter, assim, enquanto você me devora eu devoro você.
É que eu te amo demais; e tudo que eu faço, me lembra você; enquanto você me dizia, que ia ser pra sempre nós; o mundo acabava em promessas.
E ainda estamos sós.
A culpa me consome, a sensação de não ser suficiente,
Enquanto você busca em outros braços o que eu não posso oferecer.
Mas saiba que meu amor por você é inabalável.
Não fique cegamente apaixonado, no fim ela vai te largar depois de te fazer sofrer muito e enquanto você continua sofrendo por ela, ela vai encontrar um outro alguem
P.K.P.L.(pietro kauã Pinto Lopes)
MÃOS DE VERÃO
Incontrar-se com os lhos, o espaço de um tremor.
Comunicar-se com a mente, enquanto pensa no amor.
Brincar com o olhar, por trás do último véu.
Deixar-se transportar, enquanto se apaga o céu.
Confundir o sabor do sal com o suor. Depois apertar os lábios e escutar o mar.
Um piscar de olhos, desejo, prazer. Palavras sufocadas...
Mãos violentas e doces... Em uma praia, um verão...
DEZOITO ANOS
Vejo-te...
E nos teus olhos o repente avermelhar do meu rosto. Despi-te..., enquanto observo as tuas sombras e tuas luzes ao sol. E sinto lentamente a minha mão procurar a tua pele. Seguir com os dedos os teus caminhos... alcançar as estrelas.
Fechar ainda os olhos e abri-los de novo em um beijo de cílios.
Sentir e sentir de novo e a cada instante, sentir maravilhas. Depois fundir-se um corpo no outro com o nosso calor, e saborear o gemido...para depois chamá-lo Amor. E finalmente explodir com o que somos “ NÒS” agora, Deixar nú o ser que dentro de nós está recluso, naquele instante especial em que também o “EU” é ele mesmo.
"Enquanto você não entender que o processo é lento, sofrerá mais rápido na espera do resultado."
A.m
Às vezes, é melhor uma flor ser arrancada enquanto ainda é viva, do que ser esquecida e murchar com o tempo.
Te desafio a Amar
um dejavu assalta-me enquanto concluo que um sonho ao acordar é apenas mais um avistar pela primeira vez
o perder-se em horizontes inertes é um chamado necessário ao despetalar das flores medrosas que urgem um renovar de essências
que a febre de sentimentos gerada onde mais aquece o sol possui uma senda para o descobrir de uma brecha na noite suave e estrelada que salva as almas de morrerem profundamente
de quando em meio a tanta beleza finalmente sucumbem as lágrimas ao esmigalhar das solidões que nos fazem morrer de ternura um no outro e renascer em coreografias onde um é a dança secreta do e no outro que repele e abandona os de outrora passos de sofrimento e os harmoniza melodicamente à alegria e felicidade
de quando no apagar das luzes se ilumina o chamado das estrelas para que ante o negar do toque, aceite-se um desafio
um ir além do verso, do refrão, da poesia
um convite à reconstrução
dança de mãos dadas, ritmos
passos de pés dados, em frente apesar de pausas
canções de ouvidos dados, ainda nos desafinos
nos desafinos reconhecer e aceitar o maior desafio
de nos sorrisos e choros desafiar-se a Amar..
Que seja eterno enquanto dure. Não. Que seja eterno enquanto meu coração arda por você, chama essa que não se apaga durante a minha estadia nesse planeta.
-plr
Eu respiro fundo para não pirar, enquanto o mundo tenta me enlouquecer no contar de cada segundo do dia a dia.
Loucura; uma sensação que foge do controle da razão.
Estou perdido em minha mente, procurando novamente os dias mais contentes, tudo culpa de um coração baleado que sangra e perde a razão dos seus atos, para ele a felicidade se esconde atrás de uma porta do outro lado do oceano.
Mesmo assim eu espero que a felicidade, o meu coração e a minha mente se reencontrem em meio a todas as lembranças.
Até lá estou perdido e sem razão!
Enquanto a GRATIDÃO é oração externa, a MEDITAÇÃO é oração interna. Esse é o ciclo da respiração do amor.
Enquanto a lua brilar, irei te amar. Irei te amar mesmo q n sejamos namorados, amigos ou qualquer outro tipo de coisa. Eu te amo daqui ate a lua. E se um dia ela parar de brilhar, nosso amor cairá. Por isso por meio desse texto eu entrego todo nosso amor para a lua. Se em algum momento sentir minha falta, observe pelas neblinas a grande e magnifica q ilumina. Estaremos longe, porem conectados pela lua.
Os dias passam cada vez mais rápido, o tempo vooa e enquanto tudo muda, nós construímos o nosso mundo, da maneira que queremos e acreditamos, sonhamos e realizamos. Assim seguimos, plantando, colhendo, colhendo e regando, motivado pelo “eu te amo tanto”.
Mãe
Catrina, Iku e Anúbis sempre se apressam
E enquanto o barqueiro se prepara
Alguns cantam e dançam
Outros rezam, clamam
Eu? choro, encolho...
Só lembro de nós.
Do tempo que tivemos
Aprendi o que é amor
No tempo, que passou,
Não tive nenhum pavor.
No lugar de apreço que fica,
Não sei se é jogo ou política
Dessas pessoas que nem ficam.
Mas também não sei se é amizade ou fé
Dessas outroras que me sorriem (guiam).
Você me deixou em hiato
Difícil de cicatrizar ou encher
Alma sem um naco,
Esmaecendo (mas tentando viver).
Ficou... tácito.
Nada é dito, só seguido
Paredes brancas à volta
Surdas, mudas; retóricas
Cicatrizes que nem este silêncio costura.
Vejo o pão que sobra no café
(A saudade sobe) “Aquele afago... faz falta”
O 'não' pra saber quando dá pé
Tua voz, minguando, que’inda exalta...
Você me recorda de amar enquanto puder.
Outro infinito curto demais;
Disseram que não volta, não mais.
Então, neste choro estendido,
Só posso pedir
algum sentido.
Para cada adeus, um olá.
Assim, em cada nova partida
(Que não posso impedir de chegar)
Vou te recordar.
O tempo provou
Que este 'vazio' é um porto
De abraços
(De adeus)
De esperanças
(e angústias)
De milagres
(Mil lágrimas)
De forças
(e fraquezas)
De felicidade
(e dor)
De celebração
(e luto)
Um porto de Encontros
e Despedidas.
