Nunca se vai para sempre

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Eu protegi o teu nome por amor
Em um codinome, Beija-flor
Não responda nunca, meu amor
Pra qualquer um na rua, Beija-flor

Nunca peça desculpas por ser quem você é.

Uma razão porque tão poucos de nós conseguimos o que realmente desejamos é que nunca dirigimos o nosso foco; nunca concentramos o nosso poder

Os problemas que enfrentamos nunca se devem ao fato de começarmos um projeto ou trabalho em um dia ou ocasião inoportunos. Buda sempre falava que as esperiências negativas são o resultado de ações negativas. Portanto, para um bom praticante do budismo, não há dias bons ou maus.

Nunca qualquer floco de neve se sentiu responsável por uma avalancha.

"Os romanos nunca teriam tido tempo de conquistar o mundo se antes tivessem tido de aprender latim."

Nunca salte de um trampolim quebrado.

As mulheres nunca perdoam os fracos.

Nunca é tarde, às vezes é apenas cedo demais. Eu tenho que entender isso. Aliás, eu tenho que entender tantas outras coisas…

Para viveres livre e feliz deves sacrificar a rotina, mas isso quase nunca é um sacrifício fácil.

Para mim é tudo ou nunca mais.

Nunca precisei fingir que sou uma pessoa boa. Nunca precisei fingir que eu não to nem aí quando eu to mais aí do que aqui. Não faz meu tipo. Me esforço às vezes pra ser romântica, pra acreditar nos planos. Pra acreditar nas pessoas. Nunca chorei pra convencer. Talvez porque não faço questão de convencer. Ou, como você mesmo diz, sou direta. Fria. Seca. É. Nada disso é novidade pra ninguém. É só o meu jeito.

A democracia é um sistema que faz com que nunca tenhamos um governo melhor do que merecemos.

A gente nunca perde por ser puro, por ser ingênuo, por querer dar amor. Quem perde é o outro que não soube receber.

Quando fazes o melhor que podes, nunca sabes qual milagre é forjado em tua vida ou na vida do outro.

Que eu nunca deixe minha esperança ser abalada por palavras pessimistas.

Já bem perto do ocaso, eu te bendigo, ó Vida,
Porque nunca me deste esperança mentida,
Nem trabalhos injustos, nem pena imerecida.
Porque vejo, ao final de tão rude jornada,
Que a minha sorte foi por mim mesmo traçada;
Que, se extraí os doces méis ou o fel das cousas,
Foi porque as adocei ou as fiz amargosas;
Quando eu plantei roseiras, eu colhi sempre rosas.

Decerto, aos meus ardores, vai suceder o inverno:
Mas tu não me disseste que maio fosse eterno!

Longas achei, confesso, minhas noites de penas;
Mas não me prometeste noites boas, apenas
E em troca tive algumas santamente serenas…

Fui amado, afagou-me o Sol. Para que mais?
Vida, nada me deves. Vida, estamos em paz!

Os outros nunca sentem.
Quem sente somos nós,
Sim, todos nós,
Até eu, que neste momento já não estou sentindo nada.

Nada? Não sei...
Um nada que dói...

Fernando Pessoa
Poesias de Álvaro de Campos. Lisboa: Ática, 1944.

[...] Não deixe os supostamente vividos lhe dizer o que é certo ou o que fazer. Certo, você nunca esteve em Paris. Não, você nunca correu com os outros em Pamplona. Claro, você é um moleque que três anos atrás ainda não tinha cabelo debaixo do braço... mas e daí? Se você não começa grande demais para sua calça, como vai caber dentro dela quando crescer? Deixa que ela rasgue, não importa o que os outro digam, esse é meu ponto de vista; sente-se e fume a calça.

Nunca chame um homem de cachorro. Cachorro é fiel, e corre em seus braços quando você chega em casa.