Nunca se vai para sempre

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Ninguém perde a salvação por acidente — é sempre por escolha.

A verdade fere primeiro, mas é ela que cura para sempre.

Quem sempre fala de ‘mundanos’ muitas vezes esquece do mundanismo dentro de si.

Quem brinca com o pecado sempre paga com a própria alma.

O normal passa despercebido… mas o diferente é atacado. Quem carrega propósito sempre desperta guerra em quem vive sem visão.

Se Deus não te mandou falar, não fale.
Se Ele mandou esperar, espere.
Obediência sempre precede o milagre.
miriamleal

O acusador sempre fala alto, mas o justo sempre olha para si primeiro.


miriamleal

A publicação de um livro é sempre um marco, mas quando nasce de uma experiência concreta de fé, ela se torna também um instrumento de missão.


É com essa consciência que apresento AMAR COMO JESUS AMOU, uma obra profundamente inspirada pela vivência na Renovação Carismática Católica e pelo chamado a testemunhar o amor de Cristo no mundo atual.


Este livro surge em um contexto muito específico: o nosso tempo. Um tempo em que as redes sociais moldam comportamentos, em que a política influencia diretamente os valores da sociedade e em que o verdadeiro sentido do amor muitas vezes é distorcido ou reduzido.


Diante disso, a proposta da obra é clara: resgatar o amor autêntico, aquele que tem como referência o próprio Jesus.


Escrito a partir de vivências, reflexões e experiências concretas, inclusive no cotidiano de Itapetininga, o livro convida o leitor a compreender que amar como Jesus amou não é uma ideia abstrata, mas uma prática exigente, que deve se manifestar nas relações pessoais, na vida comunitária e também no posicionamento diante do mundo.


Ao longo das páginas, o leitor encontrará uma abordagem direta sobre temas essenciais da fé cristã, sempre à luz da espiritualidade da Renovação Carismática Católica, com uma linguagem acessível, mas sem perder a profundidade. O objetivo não é apenas informar, mas provocar transformação — interior e prática.


AMAR COMO JESUS AMOU é, portanto, mais do que um livro: é um convite. Um chamado para viver o amor em sua forma mais radical e verdadeira, inclusive nos ambientes onde ele é mais desafiado — como na política e nas interações das redes sociais.


Se você busca uma fé mais autêntica e um amor mais coerente com o Evangelho, esta leitura é para você.

Uma nova versão

Sorrisos sempre foi o seu legado,
Mesmo em crises, choros, brigas e logo se alargava em seus lábios uma grande gargalhada…escandalosa, mas, verdadeira!
Um pássaro em sua frente, uma borboleta voando, um flor perdida em meios ao mato, um leve sorriso aparecia e com o pensamento de que Deus, está presente em tudo. E, assim, o tempo foi passando, entre lágrimas, desabafos “solitudes”, e algumas reclamações…a vida seguia e com ela “os sorrisos, as gargalhadas e seu jeito estrondoso de ser…a vida seguia…
E a vida seguiu e com seus encontros e desencontros, as gargalhadas tornaram-se mais sociáveis, seus redemoinhos de pensamentos, apagaram o som alto e forte e restaram algumas risadas. Restritos em seu olhar, podem até enxergar, mas, precisam observar com atenção e um novo olhar!

O grande e maior problema sempre foi a
CONCORRÊNCIA...
Ela existe, existiu e existirá...


Então:
Olho vivo...

​"O tempo pode apagar os espertos, mas ele sempre eterniza quem soube ser colo."

O livro serve para o que serviu sempre: para criar mente, gente livre.

Aprender é sempre adquirir uma força para outras vitórias, na sucessão interminável da vida.
sfj,reflexões ⁠

Heróis Humanos


Demétrio Sena - Magé


A quem sempre admirei tanto, e por isso foi a quem sempre quis impressionar, seguirá como quem sempre admirei tanto. A pessoa que amei a vida inteira, insistindo em uma parceria e com medo de perder de vista, não deixará de ser a pessoa que sempre amei. De quem sempre fui fã e jamais poupei de aplausos e procuras, nunca deixará de ser meu ídolo. Continuarei o mesmo fã.
Quem há muitas décadas é minha referência de coragem, enfrentamento à vida, e por isso tentei homenagear de todas as formas, algumas equivocadas e até invasivas, não deixará de ser minha referência. Meus sentimentos e minhas impressões de uma vida inteira não se desfarão por um ato inesperado; por um susto interno; só meu; pela frustração de um momento. Minhas manifestações é que precisam dar sossego a quem sempre bombardeei do meu melhor, mas às vezes de formas desconcertantes, trapalhonas e até caricatas. Inconvenientes.
O que alguém é para nós por décadas não pode ser um equívoco obrigatório determinado num piscar de olhos. Nossa ideia de perfeição do outro esbarra no excesso; no preciosismo que faz da entrega uma cobrança. Somos injustos, quando abrimos mão do todo por um detalhe: uma desarmonia depois de longeva simbiose. Os heróis de nossa realidade são seres humanos.
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Respeite autorias. É lei

Tomar parte da própria vida é o que nos dá lembranças; onde faltam memórias, quase sempre faltou protagonismo.

A vida nos reserva sempre bons sentimentos e boas emoções; basta valorizar amizades agradáveis e curtir as melhores oportunidades.

Bendiga a natureza e tudo o que vier ao seu encontro, agindo sempre com alegria, paciência e gratidão para viver cada dia motivado, feliz e abençoado.

Engraçado.
Gostam sempre de repetir:
–Errar é humano!


E eu gosto e repito também:
–Sim, meu bem.
Mas esta não é uma boa desculpa para continuar a errar.
Entenda que: Perdão não é dar permissão para desrespeito.
E nem tente dizer que 70×7 é "infinito".
E se acredita nisso, te peço, encarecidamente, que me dê os mais coerentes fundamentos de que é este o real significado.

Quem precisa de ilusão não escolhe o que desperta, escolhe o que distrai.
Sempre há um palhaço pronto para sustentar qualquer espetáculo. Não importa quem seja, importa que o circo continue de pé.
No fim, o ídolo é só a peça que impede tudo de desmoronar.
E quando a cortina ameaça cair, ninguém pergunta se aquilo ainda faz sentido. Só ajustam a luz, aumentam o som e fingem que está tudo sob controle.
Porque encarar o vazio exige mais coragem do que a maioria está disposta a reunir. É mais fácil aplaudir o personagem do que reconhecer a própria ausência de direção.
O problema nunca foi o espetáculo. Foi a necessidade dele.
Sem ele, sobra o silêncio. E no silêncio, não há roteiro, não há aplauso, não há distração que sustente a mentira.
Só resta o que é. E isso, para quem vive de ilusão, costuma ser insuportável.

⁠Equilíbrio incomum...


A minha vida tem sido uma roda gigante, sempre com altos e baixos,
nesse meio termo sem base sólida existe de certa forma um equilíbrio incomum, ele vai além dos meus domínios e quando eu penso que não tenho soluções ai as coisas se assentam naturalmente e eu consigo continuar a caminhar com a mesma brisa do mar saudável que me acompanha nas minhas doces lembranças e emoções.