Nunca se vai para sempre

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Algumas coisas simplesmente nunca mudam.⁠

⁠Certa vez, uma pessoa me disse: você nunca amará alguém da mesma forma que amou o seu primeiro amor. Se vocês, de alguma maneira, terminarem juntos para sempre, significa que tiraram a sorte grande na vida. Mas se por um acaso, isso não acontecer, tudo bem. Mas não espere outro amor com a mesma intensidade, paixão e emoção, pois isso não acontecerá. O primeiro amor sempre será o que marcou mais.

⁠Se a gente nunca mais se encontrar nessa vida, tudo bem, quero que saiba que te desejo o melhor. E quem sabe, em uma outra vida, a gente tenha mais sorte e coragem.

⁠Como ousa me prender em memórias tão antigas?
Um amor não superado, um adeus que nunca foi dado
A sua ausência é uma dor que não consigo curar
O seu amor permanece para sempre

De certa forma, é um peso a carregar
Pois queria ter me livrado de tudo isso
de todas essas memórias que não posso superar
de uma história gravada no meu coração

Eu procurei encontrar você em outras pessoas
Mas só piorou a situação
porque você foi o único que marcou a minha vida
e mostrou que do passado sempre irei lembrar

Nunca nos desconectamos totalmente do passado, nem quando tentamos. Imagina, então, quando desejamos que uma parte dele fique para sempre com a gente. É que ele faz parte da nossa história e nos conecta com todos que um dia, fizeram parte de nossas vidas.

E eu nunca vou te esquecer. Não porque eu não posso, porque eu não quero também. Você sabe que é verdade que eu vou conseguir ter você de volta, mesmo que seja a última coisa que eu faça. De todos os amores encontrados e perdidos e nunca mais vistos você é o único que corre repetindo na minha cabeça.

Amor é luz que insiste em brilhar,
Prometo cuidar, nunca deixar passar.
Entre nós, um pacto a se guardar,
Você sente, sabe, não dá pra negar.

Pra quem nunca ficou


Você não ficou quando doeu,
nem perguntou se a noite me cabia.
Silenciou quando o mundo caiu,
e apareceu só quando eu fingia.
Disse “felicidades”, mas era medo,
não afeto, nem saudade.
Foi o susto de me ver inteira,
de eu seguir sem tua metade.
Eu esperei no eco do tempo,
no som do que não voltou.
Agora entendo: eu não te perdi,
foi você quem não me encontrou.

O olhar


Carrego no peito
o olhar da mulher
que nunca quis me conhecer.
Não foi amor.
Foi ausência.
E mesmo assim, ficou.
Tatuei não o rosto,
mas o olhar.
Porque era ele que me atravessava
sem nunca me tocar.
Ela não ficou.
Não chamou.
Não voltou o gesto.
O que ficou fui eu,
com a pergunta aberta
batendo no osso.
Esse olhar no meu peito
não é dela mais.
É a prova
de que sobrevivi
ao não-ser-vista.
Hoje entendo:
não marquei submissão,
marquei memória.
E memória não manda.
Só lembra
de onde eu vim
e por que não volto.

“Não me perdi. Eu me encontrei onde você nunca teve coragem de ficar.”

Hoje me perguntaram
quando eu ia cobrir.
Como se verdade incomodasse
quem nunca soube sentir.
Eu respondi sem desviar:
não vou cobrir,
vai ficar onde está,
porque não fui eu quem quis fugir.
Ali vive um olhar inteiro,
antes do ruído, da versão distorcida.
Não houve perda da minha parte,
houve escolha do outro lado da vida.
Não é luto, nem falta, nem dor exposta,
é memória que se mantém de pé.
Ela escolheu me perder.
Eu escolhi não me perder de mim.

Reencontrar-se
é despir-se do que nunca foi essência
e permanecer...
nu de ilusões,
inteiro de verdade.
E quando isso acontece,
não há euforia.
Há paz.

Quem se reencontra nunca mais se abandona.

“Eu nunca deixei de te amar... Só aprendi a viver sem ter você.”

“Fui piloto de lancha, dominei o mar.. Mas nas tuas águas, nunca soube navegar.”

“No meio da tempestade, descobri: o perigo nunca foi o céu… foi você.”

“Tem gente que acha que me conhece… mas nunca teve coragem de me enxergar de verdade.”

“Eu fui inteira… Você que nunca esteve à altura.”

⁠Nunca entendi o que graça tem a ver com dinheiro.

O caos nunca chega batendo à porta; ele entra pelos cantos, desalinha os quadros, derrama café sobre os planos e troca o nome das coisas dentro da gente. No começo, parece apenas ruína: gavetas abertas na alma, relógios mastigando pressa, pensamentos correndo descalços por corredores sem fim. Mas há uma inteligência secreta nesse desarranjo. Como a terra revolvida antes da semente, o caos fere a superfície para que algo mais vivo encontre passagem.
É nele que antigas versões de nós desmoronam feito casas cansadas, abrindo espaço para janelas que ainda nem sabíamos desejar. O coração, quando perde o mapa, aprende a ouvir estrelas invisíveis. E a dor, essa costureira impaciente, rasga primeiro para depois unir com linhas mais fundas.
Talvez criar seja isso: suportar a desordem sem fugir, permitir que o incompleto respire, aceitar que nem toda beleza nasce limpa. Há flores que só entendem o próprio perfume depois da tempestade. Há pessoas também. O caos não é o oposto da criação; é seu ventre escuro, quente e profundamente humano, onde tudo se quebra para finalmente começar de novo, em silêncio.