Nunca se vai para sempre
Sempre haverá motivos para sorrir...
De tristeza já sofremos muito...
Agora só depende de você,
Vá e enfrente seus medos, as horas passam...
O relógio não pára pra resolver seus problemas, só vai...
Ela odeia definições
está sempre em construção
A metamorfose ambulante
do tesão que é ser expectativa
uma eterna reticências...
Se você muda pra melhor... Você sente que está evoluindo ainda mais na vida... Siga sempre em frente...
Não perca a oportunidade de viver um grande momento por causa da insegurança. Nem sempre ela esta certa.
Eu me apaixonei por você,
eu amo você e sempre te amarei,
aconteça o que acontecer,
venha o que vier,
é contigo que eu estarei.
Na travessia do barco que chamamos vida, nem sempre escolhemos o que carregamos no porão. Algumas lembranças pesam como âncoras, apertam o peito e silenciam a alma; outras, leves como vento manso, empurram-nos adiante e nos lembram quem somos. Ambas existem para nos ensinar: a dor mostra profundidade, a alegria revela sentido. Navegar não é esquecer as tempestades, mas aprender a usar até as cicatrizes como bússola, seguindo em frente com mais consciência do que esperança ingênua — e com mais verdade do que medo.
Porque no Brasil de hoje, não importa quem grita mais alto.
No fim, quem sempre paga o preço é quem nem foi chamado pra briga.
As entregas que a vida cobra de quem renega o vazio não têm que ser sofridas, como sempre ocorre nesses casos de vidas que se juntam. É uma regra básica das questões de fusão sentimental e dos encontros amorosos tecidos pela sorte. Urge que as tais entregas de fato sejam trocas. De nada adianta esse velho doar que faz doer pelo quanto se flagra solitário. Pelo que se percebe num aquário tão triste quanto belo.
Esse tal “a dois”, eivado de vantagens para só um, antecipa o vazio que se nega pelas palavras e, no entanto, rega o caminho dos que sobram dessas vantagens. Daí se faz necessário que a verdade se muna do amor que nos une a outra pessoa. Faz-se de fato imprescindível que ninguém ame se não for para ser feliz. Amor não combina com infelicidade, sob pena de não ser amor, mas uma grave patologia.
POETITE CRÔNICA
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Desde sempre me calo pra poder dizer
pelas mil entrelinhas que nas linhas ponho,
pelo sonho que filtro das minhas verdades
e me dou ao prazer do prazer e da dor...
Comecei bem cedinho a desvendar a tarde,
conhecer cada noite que atravessa o dia,
dar à hora tardia essa demão do verso,
pra que tudo pareça eternamente novo...
A revolta, o contento, as emoções diárias,
meus afetos e surtos de raiva incontida,
minha vida ensinou a conservar nas pautas...
Não me vejo não vendo com olhar profundo,
vários mundos no mundo que me faz assim,
tão à margem de mim pra viajar no tempo...
MEIO AMOR
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Embora sempre ouça de alguém a mesma explicação esdrúxula, foi com espanto e frustração que ouvi uma grande amiga explicar seu motivo para não visitar um parente hospitalizado: ela não gosta de hospital. Ainda emendou que também não vai a velórios e sepultamentos, porque “não curte” capelas mortuárias e cemitérios.
Bem que tento entender minha grande amiga, exatamente por ela ser minha grande amiga, levando em conta o seu temperamento sempre alegre. Seu despojamento, a expressão leve, o rosto cheio de luz. Inquieta, enérgica, cheia de vida, ela nunca dispensa uma balada; malha todos os dias; é flamenguista convicta e não perde um só jogo do seu mengão.
Mesmo que aceite a explicação, não consigo evitar o meu lamento. Confesso que não por ela, mas por mim, pela consciência de que não contarei com sua presença, caso fique doente ou me aconteça o pior. A menos que eu seja hospitalizado numa discoteca; velado numa academia de ginástica; sepultado num estádio de futebol.
Escolher é sempre tocar o invisível. Não se trata apenas de optar entre um caminho e outro, mas de aceitar que, ao avançar, algo fica para trás. É como colher uma flor e, ao mesmo tempo, renunciar ao jardim inteiro. Há doçura nisso, mas também uma pontada de dor.
A angústia nasce nesse intervalo: no espaço em que os possíveis se multiplicam, mas só um deles se torna destino. A angústia não é inimiga — é sinal de abundância. Só sofre quem percebe que poderia ser muitos, e, no entanto, precisa se limitar a um.
Com o tempo aprendi que as escolhas não são decisões definitivas, mas conversas íntimas com a vida. Algumas falam alto, exigem coragem; outras sussurram tão baixinho que, se não estou atento, passam despercebidas. E mesmo assim, todas me transformam.
Escolher é também confiar: no acaso, no tempo, no mistério. Porque não há como saber aonde cada decisão levará. Há apenas o coração que pulsa e, nele, um delicado chamado que me pede para seguir.
E talvez seja isso o mais belo: perceber que não há escolha perfeita, mas há escolhas que me aproximam de quem realmente sou. A angústia, então, deixa de ser peso e se torna claridade: uma luz suave que me lembra que viver é, antes de tudo, arriscar.
Romances improváveis... amores impossíveis
Nem sempre quando a vida nos apresenta alguém, isso significa que essa pessoa ficará conosco. Às vezes, tais pessoas, que previamente nos remeteria à uma realidade ilusória e platônica, podem aparecer por uma outra razão, em muitos casos, são pra nos dizer que, estávamos errados com relação à muitos conceitos que entendíamos serem os corretos.
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